Artigos
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero
Multimídia
Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
refinaria da amazonia
Um navio petroleiro tombou no meio do Rio Amazonas, na segunda-feira (4), após errar o caminho e passar por uma área rasa. Segundo a Marinha, o acidente com o navio mercante Minerva Rita se deu devido à estiagem no Canal do Guajará na região do Tabocal. Não há registro de desaparecidos, mortos ou feridos e nem indícios de poluição hídrica no local.
Após tomar conhecimento do acidente, segundo a Marinha, o Capitão dos Portos da Amazônia Ocidental sobrevoou o local, a bordo de uma aeronave do 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Noroeste (EsqdHU-91), para averiguar o ocorrido.
O local é apontado como um ponto crítico para a passagem de grandes navios, devido à seca que atinge o estado do Amazonas. A navegação na região não foi afetada e ainda não há previsão de retirada da embarcação.
“Será instaurado inquérito a fim de apurar as causas, circunstâncias e possíveis responsáveis Assim que concluída, e cumpridas as formalidades legais, o inquérito será encaminhado ao Tribunal Marítimo, que fará a devida distribuição e autuação”, diz nota do Comando do 9° Distrito Naval da Marinha, que abrange os estados do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima.
Por causa da seca, a região do Tabocal, onde fica o "Pedral do Guajará", é um dos pontos críticos para a passagem de grandes navios. O local vem recebendo o serviço de dragagem, o que possibilitou o tráfego de algumas embarcações.
No entanto, o navio petroleiro não conseguiu passar pelo pedral e tombou no local. A Refinaria da Amazônia (Ream) disse ao G1 que a embarcação não pertence à empresa, mas confirmou que o navio transportava carga da Ream.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
ACM Neto
"Para eles, pesquisa certa só é a que traz boas notícias".
Disse o pré-candidato ao governo ACM Neto ao avaliar o cenário político da Bahia e defendeu cautela na interpretação de pesquisas de opinião. A declaração aconteceu no lançamento do programa “Sua voz é a nossa voz”, em que o ex-prefeito pretende dialogar com municípios baianos.