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reduzida
A vacinação contra a Covid-19 e demais infecções virais está sendo feita de maneira reduzida nesta terça-feira (30), na capital baiana. A situação, que atinge as principais unidades de saúde do município, é decorrente da realização de uma assembleia geral dos servidores, convodada pelo sindicato da categoria para a manhã de hoje.
Em contato com o Bahia Notícias, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) confirmou a informação e afirmou que a mobilização teve a convocação publicada em Diário Oficial do Municipal. Segundo apontou o órgão municipal, outros serviços também foram impactados. "Na quarta-feira, o atendimento será completamente normalizado", garantiu a SMS através de nota.
Ao BN, o presidente do Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), Bruno Cariranha, detalhou que a ação tem como ponto de pauta a promoção da campanha salarial para 2023. Um protesto na Avenida Antônio Carlos Magalhães, no centro empresarial de Salvador, estava programado como parte do ato desta terça-feira.
Intérprete de um dos maiores hits do fim de ano no Brasil, a baiana Simone revelou que não se sente reduzida a "símbolo do Natal”. Em entrevista ao jornal O Globo, ela que nasceu em 25 de dezembro e nesta sexta completa 71 anos, contou que por pouco não foi batizada como Natalina, mas foi “salva” pelo avô. “Por causa dele, que foi um anjo em minha vida, escapei dessa”, brincou.
Ela, que há 25 anos lançou o disco “25 de Dezembro”, cujas faixas - sobretudo “Então, é Natal” - seguem embalando as festas da época, fará uma live nesta sexta, às 20h, com transmissão no Youtube e no canal Arte 1.
“Jamais imaginei a dimensão que ‘25 de dezembro’ teria. Foi um projeto criado de maneira inocente, e que se tornou algo explosivo”, conta Simone, sobre o álbum que teve mais de 1,5 milhão de cópias vendidas. “Por que John Lennon pode, e eu, não? Eu sei que virei símbolo do Natal, mas não me sinto reduzida a isso. Sou uma pessoa grande. Tenho um repertório bonito”, argumenta a cantora.
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Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.