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Os professores da educação básica das escolas particulares da Bahia aprovaram, de forma unanime, estado de greve nesta terça-feira (9), durante assembleia realizada em Salvador pelo Sindicato dos Professores no Estado da Bahia (Sinpro-BA).
A decisão foi tomada após cinco encontros com o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado da Bahia (Sinepe-BA), responsável por representar as instituições privadas de ensino nas negociações. As tratativas não avançaram o suficiente para atender às reivindicações apresentadas pela categoria, o que levou os professores a aprovar um estado de mobilização permanente.
Ao Bahia Notícias, Allysson Mustafá, Coordenador do Sinpro, afirmou que o Indicativo de Greve aprovado significa dizer que a greve pode ser deflagrada numa próxima reúnião. Ele também confirmou uma nova paralisação para realização de assembleia, a ocorrer no dia 17 de junho, que poderá deflagrar greve caso o patronal não mude sua posição no processo negocial.
"O patronal diz que não vai garantir nenhum tipo de avanço na norma coletiva para resolver a questão. Ou seja, o patronal entende que professoras e professores devem continuar trabalhando de graça para suas escolas", afirmou Allysson.
Entre as reivindicações defendidas pelos professores estão:
- Regulamentação das atividades extraclasse exigidas pelas escolas.
- Manutenção dos dias de recesso escolar no meio do ano, sem redução do período atualmente garantido.
- Preservação da bolsa de estudos para filhos de professores, benefício que o sindicato afirma estar ameaçado pela proposta patronal.
- Reconhecimento formal das horas trabalhadas fora da sala de aula, incluindo elaboração, correção e aplicação de atividades e avaliações.
Segundo o Sinepe-BA, uma nova reunião de negociação já foi agendada e confirmada para a próxima segunda-feira (15), e a entidade realizará, nesta quarta-feira (10), uma Assembleia Geral Extraordinária com representantes das escolas associadas, par avaliar o andamento das tratativas e alinhar as diretrizes para a reunião da próxima semana.
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, pretende implementar mudanças no Jardim Botânico, localizado na cidade do Rio de Janeiro.
De acordo com informações da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, na segunda-feira passada (30) o ministro de Bolsonaro visitou o local que é o mais antigo jardim botânico da América Latina e decidiu que irá converter o prédio em hotel.
Segundo a publicação, o local que hoje abriga o Museu do Meio Ambiente, erguido no fim do século XIX, será aberto para exploração da iniciativa privada por meio de concessões. Tal modelo deve ser ainda replicado em outras cidades brasileiras por intermédio de Ricardo Salles.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.