Artigos
Encontramos terras raras. E agora?
Multimídia
Deputado Leur Lomanto Jr. defende reformulação do processo eleitoral e critica “fragilidade” no vínculo partidário
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
recontagem de votos
A prefeita eleita de Lauro de Freitas, Débora Regis (União Brasil), comentou nesta sexta-feira (01) sobre o pedido de recontagem dos votos no município feito pela coligação “Lauro do lado certo para avançar cada vez mais”, do candidato Antonio Rosalvo (PT), aliado da atual gestora, Moema Gramacho (PT). Para Débora, o grupo de Moema não respeita a democracia.
“Moema não respeita a democracia, demonstra que não tem qualquer apreço pelo Estado Democrático de Direito nem pelo voto popular. Questionar o resultado de uma eleição legítima é coisa de negacionista, coisa de quem não respeita a soberania popular. Do jeito que vai, daqui a pouco ela vai pedir voto impresso”, disse Debora.
A prefeita eleita também lembra sobre perseguição sofrida contra ela a partir de um processo de cassação de seu mandato de vereadora por articulação de Moema. “Moema moveu mundos e fundos para me perseguir, tentou ganhar a eleição no tapetão. Agora, ela não se contenta e pede recontagem dos votos, em claro desrespeito à soberania popular”, relembra a prefeita eleita.
Mesmo não assumindo, Debora alegou que enfrentou a força da máquina comandada por Moema e que saiu vencedora da disputa pela vontade do povo. “Só Deus e eu sabemos o que eu passei nessa eleição. Mas o povo deu a resposta e mostrou que cansou desse modelo autoritário e perseguidor de Moema, que acabou com a cidade. Agora, como se não bastasse, ela quer tumultuar. É uma vergonha”, salientou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"É possível. Cabe lembrar que a eleição foi muito antecipada esse ano. O prazo de 4 de abril, no qual nós já manifestamos e anunciamos uma chapa de pré-candidatos, na verdade era um período crucial para a filiação dos partidários. Mas a definição formal, burocrática, se dá no final de julho, quando se encerram as convenções partidárias".
Disse o ex-ministro da Cidadania, João Roma (PL), apontou a possibilidade do pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União), anunciar apoio e participar de palanque de candidatos que possam derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da presidência da República.