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Uma pesquisa realizada pela Quiddity, em parceria com a consultoria Ágora, mostra que 58% dos brasileiros terminam o mês sem sobras ou gastam mais do que recebem.
Entre as mulheres, o percentual das que não conseguem guardar dinheiro é de 64%, acima do registrado entre os homens, de 53%.
Diante desse aperto financeiro, 55% dos entrevistados relatam ansiedade constante, enquanto 39% dizem sentir exaustão ou frustração.
Apesar do cenário, 85% afirmam projetar melhora na própria vida financeira em 2026. Em relação à situação do país, no entanto, apenas 34% acreditam em melhora.
A pesquisa, intitulada Tensões Culturais, ouviu 1.355 pessoas de todas as regiões e classes sociais, entre 26 de janeiro e 9 de fevereiro deste ano, por meio da internet. O levantamento foi uma iniciativa do grupo de comunicação Untold e conduzido pela Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica da própria empresa.
O dólar disparou e fechou esta terça-feira (16) em R$ 5,26, uma valorização de 1,64%, o maior patamar alcançado desde março de 2023. Na primeira sessão da semana a moeda americana também registrou alta expressiva, encerrando o dia avançando 1,24%, a R$ 5,18.
Alguns fatores ajudam a explicar a desvalorização do real ante o dólar. No exterior, o temor de uma retaliação de Israel ao ataque recente do Irã, o que poderia intensificar e ampliar o conflito naquela região volátil, ganha força.
Além disso, nos EUA, o mercado está pessimista em relação ao corte na taxa de juros depois da divulgação dos números do varejo, que mostraram que a economia americana continua aquecida. Em março, as vendas do setor subiram 0,7%, ante uma expectativa de crescimento de apenas 0,3%.
Já no Brasil, a previsão de redução do superávit primário para 2025 de 0,5% para uma estimativa de índice zero – com eventual déficit de 0,25%, não caiu bem entre os investidores.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, nesta quinta-feira (21), o ator e apresentador Mário Frias negou que já estivesse no comando da Secretaria Especial de Cultura, após a saída de Regina Duarte. No registro, ele esclareceu que a mídia vem apontando que ele já está no cargo, mas que tudo depende da decisão final do presidente Jair Bolsonaro.
“Quero esclarecer que estão divulgando algumas notas na imprensa dizendo que eu já assumi a Secretaria de Cultura. Isso não é verdade. O que aconteceu foi que eu tive a oportunidade passar esses dois últimos dias junto com o presidente Jair Bolsonaro, que já me enche de orgulho e esperança. Existe essa possibilidade real, mas só quem pode divulgar e assinar é o presidente”, disse em um trecho.
Apesar de Frias ainda não ter assumido a pasta de fato, o ex-secretário especial de Cultura da gestão Bolsonaro, Henrique Pires, recomendou em entrevista a Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, que o ator tenha ciência de onde ele “está se sentando”, que “não basta ter prestígio social” e sim “argumentação técnica” e que Mário “é mais um candidato para interpretar um papel de uma peça que já não está mais em cartaz” (relembre aqui).
Confira:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.