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O presidente do PL na Bahia, João Roma, defendeu a união da ideologia de direita para enfrentar o governador Jerônimo Rodrigues (PT) nas eleições de 2026. Em entrevista ao Bahia Notícias neste domingo (7), durante o ato “Reaja Brasil”, realizado no Farol da Barra, em Salvador, Roma indicou que pode se unir ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), visando derrotar a composição petista no próximo pleito.
O dirigente afirmou que mantém diálogo com o Neto e defendeu a possibilidade de união entre os dois grupos. Na entrevista, Roma destacou que a prioridade é construir um projeto comum de oposição ao PT, que governa a Bahia há quase duas décadas.
“Hoje existe minha pré-candidatura ao governo pelo PL e a dele pelo União Brasil, mas trabalhamos para marchar juntos. Mais importante que os projetos de João Roma ou ACM Neto é o futuro da Bahia e do Brasil. O diagnóstico que fazemos em comum é que 20 anos de PT não melhoraram a vida do baiano. O PT faz bonitas propagandas no período eleitoral, mas infelizmente não entrega o que promete. Queremos sim uma mudança verdadeira nessa Bahia, e para isso será fundamental unir forças”, afirmou.
Roma também não descartou a possibilidade de compor a chapa de Neto em 2026, deixando em aberto a possibilidade de ser o vice: “Existem todas as possibilidades, como eu lhe disse, não só a possibilidade, como uma torcida, um trabalho empenhado para que isso seja viável, unindo naturalmente as bandeiras que nós defendemos”.
Questionado sobre as eleições nacionais, Roma reafirmou que o PL não trabalha com a hipótese de uma disputa sem Jair Bolsonaro (PL). “O nosso nome favorito é Jair Messias Bolsonaro. Queremos que ele possa disputar, como Dilma disputou após o impeachment e Lula após sair da prisão. O inadmissível é uma justiça que opere para impedir que grande parte da população exerça sua preferência”, declarou.
A ex-candidata ao Senado e pré-candidata a deputada federal Raíssa Soares (PL) comentou sobre sua permanência no PL após rumores de que poderia deixar o partido após embates com o presidente da legenda na Bahia, João Roma. Ao Bahia Notícias, durante o ato “Reaja Brasil”, realizado no Farol da Barra neste domingo (7), ela afirmou que sua trajetória política está vinculada ao ex-presidente Bolsonaro (PL), sendo fator decisivo para sua manutenção na sigla.
“Na minha história política eu devo ao presidente Bolsonaro, que foi ele que me chamou para a política. Aonde eu tive um milhão de votos, eu tenho esse legado de votos. Essas pessoas eu decidi manter na mesma legenda para que eu pudesse caminhar agora como pré-candidata a deputada federal”, declarou.
Questionada sobre o julgamento do ex-presidente, Raíssa destacou que a expectativa do partido é pela anistia aos investigados pelos atos de 8 de janeiro. Segundo ela, a mobilização popular pode influenciar autoridades políticas.
“O Valdemar Costa Neto deu um pronunciamento recente sempre dizendo que até o último fio de esperança nós vamos lutar pela anistia, porque o movimento popular assusta as autoridades. Quando as pessoas estão na rua, os parlamentares que querem eleição percebem que o clamor popular é pela anistia. Isso vai pesar muito”, disse.
A deputada federal Roberta Roma (PL) confirmou que buscará a reeleição em 2026. Ao Bahia Notícias, a parlamentar, que participou do ato “Reaja Brasil” no Farol da Barra neste domingo (7), também indicou que seu marido e presidente do PL na Bahia, João Roma, deve compor a chapa majoritária em oposição ao governador Jerônimo Rodrigues (PT).
“Vamos para renovar esse mandato de deputado federal, Deus quiser. O Roma provavelmente vai estar na chapa majoritária, não sabemos ainda em que posição ele vai jogar, mas eu devo renovar esse mandato para o federal sim”, disse Roberta.
Questionada sobre alianças políticas, a deputada enfatizou a necessidade de união da direita, revelando que "teve gestos já de conversa" com o ex-prefeito ACM Neto (União). A deputada afirmou que o objetivo é "tirar o PT aqui da Bahia e do Brasil", acrescentando que as discussões sobre chapas majoritárias seguirão ao longo do próximo ano.
“A gente não sabe ainda como é que as coisas vão desenrolar. É importante a direita estar unida, né? Nosso objetivo maior é tirar o PT aqui da Bahia e do Brasil, então as direitas, e que seja de centro-direita, que a gente consiga estar junto com essas pessoas que pensam no Brasil diferente, parecido com nós. A gente está fazendo esse movimento, partindo da Bahia, para depois ver, daqui no próximo ano, quando a gente vai ter esse limite da chapa de registrar a candidatura, quem será esse personagem, mas ainda não sabemos. Nós aqui na Bahia, a gente está procurando nos unir. Então, teve gestos já de conversa com o ex-prefeito da ACM Neto, que a gente possa caminhar juntos”, afirmou a parlamentar.
O deputado estadual Leandro de Jesus (PL) participou do ato "Reaja Brasil" em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Farol da Barra, neste domingo (7). Em entrevista ao Bahia Notícias, o parlamentar bolsonarista classificou as condenações do ex-presidente como "perseguição política" e defendeu a inocência de Bolsonaro.
"Olha, a questão não é nem ele ser inocentado, ele é inocente. O que nós temos hoje no Brasil é a instalação de um tribunal de exceção que visa imprimir, impor uma perseguição política", afirmou.
Durante entrevista ao BN, o deputado citou declarações do ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes, do STF, para sustentar sua crítica: "O ex-assessor do Morais, Eduardo Tadeferro, já publicizou toda a canalhice sobre como funcionava o gabinete do Alexandre de Moraes para falsificar documentos, criar narrativas e factóides para perseguir a direita".
Questionado sobre suas pretensões políticas para 2026, Leandro de Jesus reafirmou os planos de concorrer a deputado federal: "O povo, de modo geral, já enxerga Leandro de Jesus em Brasília. O Eduardo Bolsonaro quer Leandro de Jesus deputado federal. A cúpula do PL em Brasília também quer".
Bolsonaristas realizam um ato em Brasília, na manhã deste domingo (3), pedindo anistia pelos atos ocorridos no dia 8 de janeiro. O protesto acontece em frente ao Banco Central no Distrito Federal. Durante a manifestação, um dos principais alvos é o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Os apoiadores do ex-presidente pedem o impeachment de Moraes do STF.
?? Bolsonaristas fazem ato pedindo Anistia e "fora Alexandre de Moraes" em frente ao Banco Central, em Brasília
— Metrópoles (@Metropoles) August 3, 2025
???? Michael Melo/Metrópoles pic.twitter.com/EicbLK7L0l
Cartazes com “Fora Alexandre de Moraes”, “Fora Lula” e “Anistia Já” são maioria entre o público.
Com o slogan de "Reaja, Brasil", as manifestações ocorrem em diferentes cidades brasileiras simultaneamente. Dessa vez, há uma diferença para a estratégia que vinha sendo adotada nesses protestos desde que Bolsonaro retornou ao Brasil em 2023.
A ideia é que seja mais acessíveis as manifestações e que parlamentares possam ter protagonismo em seus redutos e apareçam com mais destaques. No entanto, não haverá a presença de Jair Bolsonaro.



Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ciro Nogueira
"Tentam parar de todas as formas quem lidera as pesquisas de intenção de votos. Isso aconteceu comigo em 2018, faltando 15 dias para a eleição".
Disse o presidente nacional do partido Progressistas e senador piauiense Ciro Nogueira se pronunciou após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que apura suposto envolvimento do parlamentar com o Banco Master, instituição ligada a um esquema de fraudes.