Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
raul asencio
O zagueiro Raúl Asencio, do Real Madrid, foi condenado na Espanha por um crime contra a segurança viária após ser flagrado dirigindo sob efeito de álcool em Gran Canaria. O jogador de 23 anos reconheceu os fatos durante um julgamento rápido realizado em agosto e recebeu uma multa de 14.400 euros, além da suspensão do direito de dirigir por oito meses. A repercussão do caso veio à tona nesta quarta-feira (2), na imprensa espanhola.
O caso aconteceu na manhã do dia 16 de agosto, quando Asencio foi abordado em um controle de alcoolemia na rodovia GC-1, no quilômetro 37,5, em San Bartolomé de Tirajana, no sul da ilha. Ele conduzia um Porsche Macan GTS e realizou dois testes do bafômetro, com registros de 0,90 mg/l e 0,88 mg/l de álcool no ar expirado.
Na Espanha, a partir de 0,60 mg/l no ar expirado, a conduta pode configurar crime previsto no artigo 379.2 do Código Penal. Depois dos procedimentos realizados no local, o acompanhante de Asencio assumiu a direção do veículo e a viagem pôde continuar.
Asencio admitiu os fatos no julgamento realizado no dia 19 de agosto e aceitou a condenação solicitada pelo Ministério Público. A pena financeira foi estabelecida em 120 euros por dia durante quatro meses, totalizando 14.400 euros. Além disso, o jogador ficará oito meses sem poder conduzir veículos.
O Real Madrid foi informado sobre o episódio. Segundo o jornal AS, o clube recebeu a informação de que o jogador pretende deixar o episódio para trás e se concentrar na recuperação física e no retorno aos gramados.
A condenação por dirigir embriagado ocorre às vésperas de outro compromisso de Asencio com a Justiça espanhola. O defensor começa nesta quarta um processo relacionado à divulgação não autorizada de um vídeo de conteúdo sexual gravado em Gran Canaria em 2023. A audiência está prevista para os dias 3, 4 e 7 de setembro, em Las Palmas de Gran Canaria.
Nesse segundo caso, Asencio é acusado de ter mostrado a um terceiro um vídeo que havia recebido pelo celular, enquanto três ex-jogadores das categorias de base do Real Madrid — Ferrán Ruiz, Juan Rodríguez e Andrés García — respondem por acusações relacionadas à gravação e divulgação das imagens. Uma das jovens envolvidas era menor de idade na época dos fatos.
A situação jurídica de Asencio é diferente da dos três ex-companheiros. O zagueiro não é acusado de ter participado da gravação das imagens. A acusação contra ele está relacionada à exibição do vídeo a outra pessoa. A Fiscalía havia solicitado inicialmente dois anos e meio de prisão, mas indicou que poderá retirar a acusação caso as duas jovens ratifiquem judicialmente o perdão concedido ao jogador.
O Ministério Público da Espanha pediu 2 anos e meio de prisão para o zagueiro do Real Madrid, Raúl Asencio, por distribuição de pornografia infantil. De acordo com informações da rádio espanhola Cadena SER, outros três atletas que atuavam nas categorias de base dos Merengues e deixaram a equipe depois do episódio, foram acusados de crimes mais graves.
A denúncia afirmou que Andrés García, Ferrán Ruiz e Juan Rodríguez, ex-atletas do Real, mantiveram relações sexuais com duas adolescentes nas Ilhas Canárias, em junho de 2023. As jovens possuíam 18 e 16 anos e a situação foi gravada, sem o consentimento das vítimas. Após o ocorrido, o vídeo ainda foi distribuído para terceiros.
Os advogados de Asencio tentaram um acordo envolvendo indenização, mas, a defesa de uma das vítimas pediu 4 anos de prisão para o jogador.
A promotoria detalhou que, no caso do zagueiro do Real, o atleta teria solicitado o vídeo a um dos envolvidos, e exibiu o conteúdo para um amigo, e logo em seguida teria apagado as imagens.
Até então, o clube Merengue não se pronunciou sobre o caso publicamente. Além disso, a equipe também não afirmou que vai afastar o defensor durante o processo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.