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quincy jones
A causa da morte do produtor musical Quincy Jones foi revelada 10 dias após o falecimento do ícone da cultura pop. De acordo com a certidão de óbito divulgada pelo Departamento de Saúde Pública do Condado de Los Angeles, nos Estados Unidos, obtida pelo TMZ, Quincy morreu de câncer de pâncreas.
O músico, compositor, arranjador e produtor de cinema faleceu aos 91 anos no início do mês de novembro. Quincy, que venceu 28 Grammys, além de ter duas estatuetas honorárias do Oscar e um Emmy, foi o responsável por produzir três dos mais importantes álbuns de Michael Jackson, 'Off The Wall' (1979), 'Thriller' (1983) e 'Bad' (1987).
Quincy também tinha uma forte ligação com o Brasil. Apaixonado pela cultura local, o artista era admirador de Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, Djavan, Ivan Lins, Milton Nascimento. No Instagram, Carlinhos Brown compartilhou um depoimento sobre o músico e falou sobre a importância dele para a Associação Pracatum Ação Social.
"Em nosso encontro na Bahia, eu o considerei um professor da Pracatum, e ele chorando - emocionado - dizia que não, pois o movimento musical dele não tinha feito nem a metade por nós. Em seguida, eu disse, “O senhor está enganado. Tudo que você promoveu com Michael Jackson, Paulinho da Costa e grandes homens iluminados, nos trouxe a aula do interesse.” Somos tudo isso por causa deste gênio também."
O produtor e arranjador musical Quincy Jones, de 91 anos, responsável por um dos maiores sucessos da história da música, 'Thriller', de Michael Jackson, morreu no domingo (3), na casa onde vivia, em Bel Air, Los Angeles, Estados Unidos.
Por meio de um comunicado, o assessor do artista, Arnold Robinson, informou que Quincy faleceu cercado de familiares, mas não detalhou a causa da morte.
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"Com corações cheios, mas partidos, devemos compartilhar a notícia do falecimento do nosso pai e irmão, Quincy Jones. E, embora esta seja uma perda incrível para nossa família, celebramos a grande vida que ele viveu e sabemos que nunca haverá outro como ele", informou a mensagem deixada pela família.
Quincy foi responsável por produzir álbuns históricos para a música, como 'Off The Wall' (1979), 'Thriller' (1983) e 'Bad' (1987), todos de Michael Jackson. O arranjador também foi responsável pela música 'We Are The World', que reuniu diversas estrelas de Hollywood, e teve trabalhos com Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Billy Holiday e mais.
O arranjador era um grande admirador da música brasileira, e citava Simone como uma das maiores artistas do mundo, além de elogiar frequentemente Milton Nascimento, Ivan Lins, Gilson Peranzzetta e outros nomes da bossa nova.
Jones deixa sete filhos, entre eles as atrizes Rashida Jones.
Quincy Jones é o produtor que esteve por trás de diversos trabalhos musicais de Michael Jackson. Vencedor de 28 prêmios Grammy, em entrevista à revista Vulture, ele revela um lado obscuro do Rei do Pop. ''Michael roubou muita coisa. Ele roubou muitas músicas'', disse Quincy, comparando State of independence, de Donna Summer, ao clássico Billie jean. ''As notas não mentem. Ele era maquiavélico'', comenta. Quincy ainda fala sobre histórias pessoais de Michael. Segundo ele, toda a obssessão por cirurgias plásticas existia por causa dos problemas com a autoestima decorrentes da relação com o pai, Joseph Jackson, que foi um pai abusivo durante a infância do artista. Para o produtor, essas atitudes do cantor foram motivadas pela ''ganância''. ''Em Don't stop 'til yo get enough, Greg Phillinganes escreveu a seção de teclado. Michael deveria lhe dar 10% dos rendimentos da música. Mas nunca fez isso”. ''Eu zoava ele por causa das plásticas. Ele sempre tentava justificar dizendo que era por conta de uma doença. Papo furado'', conta. ''No fim, o problema de Michael era (o anestésico) Propofol e esse problema afeta todo mundo, não importa se você é famoso'', conclui.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.