Artigos
O Espectro Invisível das Pesquisas
Multimídia
Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
queimar a mae
A Polícia Civil prendeu, na noite de terça-feira (13), um homem de 35 anos suspeito de matar a própria mãe no ano de 201. A detenção ocorreu no centro da cidade de Camacan, no sul da Bahia, após o investigado permanecer foragido do Poder Judiciário por 14 anos.
O homicídio foi registrado em dezembro de 2011, no município de Potiraguá, no Médio Sudoeste baiano. Segundo os registros policiais da época, a vítima, identificada como Emília Oliveira Souza, morreu por asfixia e teve o corpo carbonizado após ser queimado.
Após a prisão, o homem foi conduzido à unidade policial de Camacan, onde passou pelos protocolos de registro. O custodiado segue à disposição da Justiça e deve ser transferido para o sistema prisional para o cumprimento da pena ou aguardo do julgamento pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver.
A captura foi resultado de um trabalho de inteligência conduzido pela 21ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Itapetinga). Com a identificação do paradeiro do suspeito, agentes da Delegacia Territorial (DT) de Camacan efetuaram o cumprimento do mandado de prisão.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.