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O governador Jerônimo Rodrigues (PT) preferiu, neste sábado (31), não comentar o anúncio de saída do senador Angelo Coronel do PSD e de apoio ao governo do estado. Jerônimo declarou que vai ouvir o líder do PSD no senado, Otto Alencar, antes de emitir uma opinião.
"Eu estou montando ainda a reforma do governo, conversando com os partidos. Como vão ser as montagens das chapas. Eu vou optar por ouvir do senador Otto Alencar, a manifestação dele, para a gente poder tomar as nossas iniciativas", disse ao jornalista Victor Pinto na tarde deste sábado (31).
O governador também afirmou que não discutiu a situação de Coronel com o filho do senador, o deputado federal Diego Coronel, também do PSD e que pode também deixar a legenda.
Questionado sobre a repercussão de uma possível troca na cabeça de chapa para a eleição deste ano, Jerônimo negou as especulações.
"Isso não interessa à gente. O foco é a consolidação do grupo. Estive ontem com Rui Costa, Jaques Wagner, em Jequié, com o prefeito Zé Cocá, em um ambiente positivo para a continuidade da união do grupo, com minha liderança na construção política e como candidato", declarou.
O deputado federal baiano e líder do PSD na Câmara dos Deputados, Antonio Brito, é visto como candidato natural na sucessão a Arthur Lira (PP). Segundo a Coluna de Guilherme Amado no Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, a aposta é que, ao contrário da eleição deste ano, em que Lira foi praticamente candidato unânime, a próxima eleição será, realmente, disputada, com candidatos de vários partidos, agregando apoio.
Ainda segundo o colunista, integrantes do PSD esperam que haja um enfraquecimento do grupo de Lira nos próximos anos, o que favoreceria Brito. Há dois motivos: o fim do orçamento secreto e as investigações da Polícia Federal (PF) que miram o entorno do presidente da Câmara.
Amado ainda destaca que o PSD é mais próximo do governo Lula do que o PP de Lira, com três ministérios. Além disso, a agremiação tem afinidade com bancadas de esquerda, além de partidos de centro-direita, como PSDB, MDB e Cidadania.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.