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proteico
A procura por alimentos que aliam sabor e valor nutricional tem impulsionado o mercado de produtos voltados ao público que busca uma alimentação equilibrada. Em Salvador, o Almacen Pepe passa a integrar esse segmento com o lançamento de uma linha de gelatos proteicos, disponível nas unidades do Shopping Barra, Horto Florestal e Alphaville.
A novidade chega em três sabores: Choco Avelã, com 16g de proteína por porção de 100g; Amendoim, com 17g; e Pistacchio, que concentra 29g de proteína na mesma quantidade. Segundo a empresa, os produtos não possuem adição de açúcar e foram desenvolvidos para ampliar as opções de sobremesas voltadas a consumidores que priorizam alimentos com maior aporte proteico.
De acordo com o diretor de operações do Almacen Pepe, Danilo Portugal, o lançamento acompanha uma mudança no comportamento dos consumidores e amplia o portfólio de produtos saudáveis da rede.
"Cada vez mais percebemos que o cliente quer fazer escolhas conscientes até mesmo nos lanches e na hora da sobremesa. Os gelatos proteicos surgem para atender a esse perfil, oferecendo uma opção saborosa, sem adição de açúcar e com elevado aporte de proteínas, sem abrir mão da qualidade dos ingredientes", destaca.
Fundado em 2015 pelo espanhol Pepe Faro, o Almacen Pepe reúne delicatessen, restaurante e padaria artesanal em quatro unidades de Salvador: Pituba, Horto Florestal, Shopping Barra e Alphaville. A rede oferece produtos nacionais e importados e aposta em um cardápio voltado à gastronomia contemporânea, além de promover experiências gastronômicas e eventos em suas unidades.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.