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projeto seninha
O Projeto Seninha, criado em Feira de Santana pelo ex-jogador Alan Sena, conhecido como Seninha, ganhou destaque nacional neste domingo (12) durante o “Domingão com Huck”, da TV Globo. A iniciativa, que atende gratuitamente cerca de 600 crianças e adolescentes com aulas de futebol e balé, foi reconhecida pelo impacto social que promove por meio do esporte e da cultura.
Alan Sena acreditava que participaria de uma palestra sobre o papel social do esporte no Rio de Janeiro, mas tudo fazia parte de uma surpresa preparada pela produção da emissora. Ao chegar aos estúdios da Globo, foi levado diretamente ao palco do programa, onde recebeu uma homenagem de Luciano Huck e relembrou, emocionado, a trajetória do projeto, fundado em 2013.
Durante a atração, Huck anunciou a doação de centenas de materiais esportivos, entre bolas, chuteiras, uniformes e equipamentos, viabilizada por meio de uma parceria entre a Magazine Luiza e a Netshoes. Alan também foi surpreendido com móveis, eletrodomésticos e itens para o filho recém-nascido.
Há mais de uma década, o Projeto Seninha vem transformando a realidade de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social em Feira de Santana. Por meio do esporte e da cultura, a iniciativa promove inclusão, disciplina, cidadania e amplia as perspectivas de futuro dos jovens atendidos.
Ao fim da homenagem, Luciano Huck revelou o desejo de visitar Feira de Santana para conhecer de perto o trabalho desenvolvido pelo projeto, que virou referência em transformação social no município.
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.