Artigos
Biblio, o quê?
Multimídia
Elmar Nascimento cita Wagner e crítica “presunção de culpa” contra políticos: "Estão fazendo uma barbaridade"
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
professores de feira
Os professores da rede municipal de ensino de Feira de Santana aprovaram por unanimidade uma paralisação na próxima segunda-feira (20). A decisão foi tomada durante assembleia promovida pela APLB Sindicato Delegacia Sertaneja, realizada nesta quinta-feira (16).
Ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, a presidente da APLB Feira, Marlede Oliveira, afirmou que o objetivo do ato é cobrar o cumprimento da pauta de reivindicações firmada com a prefeitura em agosto do ano passado e homologada pela Justiça em outubro do mesmo ano.
Segundo ela, diversos pontos do acordo permanecem sem execução. Os docentes também pedem mais profissionais nas escolas. De acordo com o sindicato, a mobilização terá início às 8h, com concentração em frente à sede da entidade, localizada na Rua Barão de Cotegipe, no Centro de Feira de Santana.
No local será realizada uma edição do projeto Café com Educação, em formato de aula pública. Em seguida, os participantes farão uma caminhada pelas ruas da cidade.
Em carta aberta à comunidade, a APLB apontou os seguintes motivos para paralisar as atividades:
Falta de professores em diversas unidades escolares, comprometendo o ensino e aumentando a sobrecarga dos profissionais em atividade;
Deficiência no número de cuidadores, prejudicando o atendimento de estudantes que necessitam de acompanhamento;
Necessidade de fortalecimento das políticas de inclusão, com garantia de estrutura, profissionais e condições adequadas para os alunos;
Descumprimento, pela Prefeitura, de itens previstos no acordo judicial firmado em agosto e homologado pela Justiça em outubro de 2025.
Reivindicações salariais
Ainda segundo Marlede Oliveira, o governo municipal informou que um novo reajuste salarial seria concedido em dezembro, mas ainda não apresentou o percentual previsto.
A dirigente sindical também afirmou que o município não recompôs as diferenças salariais relacionadas aos níveis de titulação dos professores, conforme reivindicação da categoria.
Professores da rede municipal de Feira de Santana vão paralisar as atividades entre a próxima segunda-feira (31) e quarta-feira, dia 2 de abril. A decisão foi tomada em assembleia realizada na tarde desta terça-feira (25) no auditório da APLB local.
Cerca de 450 profissionais da educação endossaram as reivindicações, como pagamento do piso salarial de 6,27% referente a janeiro deste ano, a definição de datas para o enquadramento de professores e alteração de carga horária. Os professores também pedem a reformulação do plano de carreira, que beneficia a categoria quanto demais funcionários da educação.
A presidente da APLB de Feira de Santana, Marlêde Oliveira, declarou que um documento foi enviado pelo secretário de Educação, Pablo Roberto, mas não apresenta soluções objetivas para as demandas dos profissionais. A sindicalista disse ainda que alguns professores aguardam pelas mudanças desde 2016 e que há multas diárias de R$ 10 mil e R$ 15 mil por descumprimento de sentenças judiciais.
Durante a paralisação, os professores farão um ato público na segunda, com um café da manhã na sede da APLB, seguido de manifestação pelas ruas da cidade. No dia 2 de abril, a paralisação será acompanhada de uma ida à Secretaria de Educação (Seduc) para cobrar respostas mais concretas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hilton Coelho
"O Guilherme Boulos está precisando de apoio dentro do PSOL. Ele defendeu que o PSOL participasse da federação com o PT e simplesmente 76% do PSOL disse não. Então, se tem alguém que está deslocado dentro do PSOL, não é o companheiro Ronaldo Mansur, é o companheiro Guilherme Boulos".
Disse o deputado estadual Hilton Coelho (PSol) afirmou nesta quinta-feira (24), durante a convenção da federação PSol-Rede, em Salvador, que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), está "deslocado" dentro do partido após a maioria dos filiados rejeitar a proposta de federação com o Partido dos Trabalhadores (PT).