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O atacante Rony acionou o Atlético-MG na Justiça do Trabalho e cobra mais de R$ 9,5 milhões em uma ação protocolada na 27ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte. Atualmente no Santos, o jogador reivindica R$ 9.534.076,40 em direitos relacionados ao período em que defendeu o clube mineiro.
Segundo a ação, o Atlético possui uma dívida de R$762.581,00 referente ao pagamento de luvas e direitos de imagem. Representado pelo advogado Fábio Luiz de Oliveira, Rony solicita que esses valores sejam incorporados ao salário, com a incidência dos respectivos reflexos sobre as verbas trabalhistas.
Além disso, o atacante pede a aplicação da multa prevista no artigo 477 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), sob a alegação de que as verbas rescisórias foram parceladas. A ação também requer a anulação da rescisão do contrato de luvas, com o pagamento do saldo contratual, estimado em cerca de R$ 4 milhões, além da quitação dos valores pendentes relativos às luvas e aos direitos de imagem. Somados, os pedidos ultrapassam R$ 9,5 milhões.
Rony foi contratado pelo Atlético-MG na temporada passada em uma negociação avaliada em aproximadamente 6,5 milhões de euros, o equivalente a R$38,8 milhões na cotação da época. Durante sua passagem pelo clube, disputou 65 partidas e marcou 14 gols.
O ator baiano Wagner Moura está processando o MBL. De acordo com informações da colunista Marina Caruso, em O Globo, o artista pede uma indenização de R$ 50 mil por danos morais, por conta de publicações do grupo nas redes sociais. Ainda segundo a coluna, em uma das postagens no Facebook o MBL acusa o ator de ter gastado R$ 11,5 milhões da Lei Rouanet para gravar vídeos de apoio ao governo da então presidente Dilma Rousseff.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.