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Presidente nacional do Avante diz que partido ainda não definiu rumos para 2026 e descarta federação
O deputado federal e presidente nacional do Avante, Luis Tibé (MG), comentou nesta segunda-feira (6), durante evento do partido na Bahia, que ainda é cedo para o partido definir apoios ou alianças com vistas às eleições de 2026. Segundo ele, as discussões internas só devem ocorrer após o primeiro semestre do próximo ano.
“Na verdade, acho que está muito cedo para as definições, porque as candidaturas ainda não estão consolidadas. A gente não sabe como a direita vai se comportar, quem será o candidato, enfim. Vários nomes estão colocados, mas ainda não discutimos internamente qual será o rumo. Obviamente, vai depender de um consenso, e a gente vai definir isso lá na frente”, afirmou Tibé.
O dirigente também adiantou que o Avante não pretende formar federação partidária para o próximo pleito, destacando que a redução no número de legendas e a reestruturação interna fortaleceram o partido nacionalmente.
“A ideia nossa é não fazer federação. As duas fogueiras maiores, a gente já passou nessa eleição. O número de partidos diminuiu, e alguns maiores, como o PP e o União Brasil, fizeram federação. Isso nos ajudou no crescimento nacional. Então, a ideia é seguir de forma independente”, disse.
Luis Tibé ressaltou ainda que o Avante deve realizar uma reunião nacional após abril de 2026, quando o partido estiver completamente organizado, para definir a posição política definitiva.
“São várias candidaturas colocadas, e depois de abril, quando o partido estiver todo organizado, a gente vai fazer uma reunião nacional e definir para que lado vamos caminhar”, concluiu.
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"Cuba não está passando fome porque não sabe produzir, porque não sabe construir sua energia. Cuba está passando fome porque não querem que Cuba tenha o que todo mundo deveria ter direito".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que a crise alimentar em Cuba não é resultado de incapacidade produtiva, mas consequência de decisões políticas que, segundo ele, impedem a ilha de ter acesso ao que deveria ser um direito básico.