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prefeitura de santa rita
Após se envolver em polêmicas no Carnaval de Salvador, o cantor Igor Kannário ganhou outros dois motivos para se preocupar. Acusado de não aparecer para um show na cidade de Coelho Neto (MA) no último sábado (10), Kannário também não foi a Santa Rita (MA), onde tocaria nos festejos de Momo na noite do domingo (11).
De acordo com o blog de Marco Aurélio D'Eça, o baiano se apresentaria em Santa Rita às 21h e estava com voo marcado para sair do município do interior do Maranhão à 00h30. No entanto, Kannário e a produção ficaram incomunicáveis e, após várias tentativas de contato da prefeitura, o produtor teria informado que o artista não mais iria fazer a apresentação.
A prefeitura de Santa Rita informou que vai requerer administrativamente o reembolso do valor pago pela apresentação de Kannário, além do pagamento de multas previstas em contrato.
Em publicação no instagram, a prefeitura de Coelho Neto informou que Kannário informou que “não se sentiu bem, ocasionando fortes dores de garganta e consequentemente a perda súbita da voz, o impossibilitando de realizar o show”. Não houve detalhamento sobre o cumprimento das cláusulas de quebra de contrato.
PIPOCA DO KANNÁRIO
Sem voz para a apresentação no sábado em Coelho Neto e sem dar satisfações a prefeitura de Santa Maria no domingo, Kannário se apresentou no Circuito Osmar, no Campo Grande, nesta segunda-feira (12). Durante a passagem pelo circuito, o artista criticou a prefeitura de Salvador que não teria dado o espaço esperado por ele.
Nesta terça (13), o prefeito Bruno Reis rebateu as declarações do cantor, que é ex-deputado federal pelo União Brasil, mesmo partido do gestor. “Kannário não perde a oportunidade de falar besteira”, declarou Bruno Reis.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.