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O ex-jogador Ákos Buzsáky, de 44 anos, está desaparecido desde 18 de agosto e é procurado pelas autoridades da Hungria. O ex-meio-campista ficou conhecido principalmente pela passagem pelo Queens Park Rangers, clube com o qual disputou a elite do futebol inglês.

Foto: Divulgação / X
Buzsáky atuou pelo QPR entre 2008 e 2012 e fez parte do elenco que disputou a Premier League na temporada 2011/12. Naquela edição, o húngaro marcou dois gols. Ele também defendeu Plymouth e Portsmouth antes de encerrar a carreira profissional, em 2013.
A notícia das buscas surpreendeu até mesmo a família. Em entrevista ao portal húngaro Blikk, Ákos Buzsáky Sr., pai do ex-jogador, afirmou que não sabia que o filho havia sido oficialmente dado como desaparecido.
"Eu não sabia que a polícia também estava procurando meu filho", afirmou.
Segundo o pai, Buzsáky passa longos períodos na Grécia, onde atualmente trabalha no setor da construção civil.
"Ele basicamente passa muito tempo na Grécia, onde trabalha como empreiteiro da construção civil. Passou quase todo o último ano lá. Como não moramos sob o mesmo teto, não é surpreendente que conversemos com menos frequência", explicou.
Revelado no futebol húngaro, Buzsáky construiu a maior parte da carreira no Reino Unido e também defendeu a seleção da Hungria.
Seu período de maior destaque aconteceu no Queens Park Rangers, onde participou da campanha que levou o clube de volta à Premier League e permaneceu na equipe durante a temporada seguinte na elite.
Kwadwo Baah, atacante do Watford, foi expulso na última quinta-feira (26) por provocar a torcida do Portsmouth ao fim da partida válida pela 23ª rodada da EFL Championship, a segunda divisão inglesa. O episódio aconteceu no Estádio Vicarage Road, onde o Watford venceu de virada por 2 a 1, com um gol nos acréscimos.
Merry Christmas ???????? #WatfordFC pic.twitter.com/qK2GeMbq0w
— amy ???? (@amywfc) December 26, 2024
Após o apito final, Baah direcionou provocações com gestos à torcida adversária no setor visitante. A situação escalou quando Cameron Devlin, jogador do Portsmouth, confrontou o atacante. Em resposta, Baah fez uma dança popular do jogo Fortnite, conhecida como “Take the L”. A coreografia consiste em formar um “L” com os dedos na testa, simbolizando a palavra loser (perdedor, em inglês), enquanto o dançarino salta.
O árbitro da partida agiu rapidamente ao presenciar a provocação e aplicou o cartão vermelho direto a Baah, que já havia recebido um amarelo ainda no primeiro tempo. O comportamento do jogador foi amplamente criticado por torcedores e comentaristas, que classificaram o ato como antidesportivo.
Além da expulsão de Baah, o Watford pode enfrentar consequências disciplinares, já que a EFL Championship pune severamente ações que incitem violência ou desrespeito. Até o momento, o clube não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.