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Artigos

Adriano Sampaio
O Espectro Invisível das Pesquisas
Foto: Acervo pessoal

O Espectro Invisível das Pesquisas

Os fantasmas metodológicos que distorcem a intenção de voto

Multimídia

Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador

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O secretário estadual de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, afirmou que o período em que o Teatro Castro Alves (TCA) permaneceu fechado para reforma evidenciou a carência de grandes espaços para espetáculos em Salvador. Em entrevista ao Projeto Prisma, ele classificou o equipamento como o principal complexo cultural das regiões Norte e Nordeste.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

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Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

pontuacao do tenis

Djokovic sugere mudança radical na pontuação do tênis: “Melhor para todo mundo”
Foto: Instagram / @djokernole

Novak Djokovic voltou a defender mudanças no formato tradicional do tênis. Em fala que repercutiu nas redes sociais, o sérvio sugeriu uma alteração no sistema de pontuação da modalidade, com sets mais curtos e partidas pensadas para durar, no máximo, cerca de duas horas.

 

A proposta do ex-número 1 do mundo mexeria em uma das estruturas mais tradicionais do esporte. Em vez de sets disputados até seis games, Djokovic defendeu partidas com sets até quatro games. O sérvio também citou a possibilidade de acabar com a vantagem após o 40-40, usando o chamado “no-ad”, em que o game é decidido no ponto seguinte.

 

"A gente deveria mudar o formato da pontuação. Não jogar até seis games no set. Jogar até quatro, possivelmente sem vantagem. Manter melhor de cinco sets e deixar as partidas dentro de uma janela de duas horas. É melhor para todo mundo", afirmou Djokovic.

 

A ideia não significaria necessariamente o fim dos jogos em melhor de cinco sets, formato tradicional dos torneios de Grand Slam no masculino. A principal mudança estaria no tamanho de cada parcial, o que reduziria a duração média das partidas e tornaria o calendário mais previsível para atletas, torcedores, organizadores e transmissões de TV.

 

O modelo citado por Djokovic já foi testado em competições específicas do circuito. O Next Gen ATP Finals, torneio voltado a jovens jogadores, utiliza sets curtos até quatro games, tie-break em 3 a 3 e sistema sem vantagem. A competição costuma servir como laboratório para mudanças de regra e experiências de formato dentro do tênis profissional.

 

A discussão sobre a duração das partidas não é nova. Nos últimos anos, o circuito passou a conviver com duelos cada vez mais longos em Grand Slams, atrasos de programação e jogos encerrados de madrugada. Para parte dos dirigentes e atletas, partidas mais curtas poderiam ajudar o tênis a competir melhor por audiência em um cenário esportivo cada vez mais voltado para produtos de duração mais controlada.

 

Djokovic já havia se mostrado favorável a debates sobre mudanças no esporte em outras ocasiões. O sérvio costuma defender que o tênis preserve a tradição, mas também encontre formas de atrair novos públicos e melhorar a experiência de quem acompanha os torneios.

 

A proposta, no entanto, tende a dividir opiniões. Setores mais tradicionais do tênis defendem que o formato atual é parte central da identidade da modalidade, especialmente nos Grand Slams. Para esses críticos, partidas longas ajudam a valorizar resistência física, capacidade mental e viradas históricas.

 

Por outro lado, defensores de mudanças argumentam que o tênis precisa lidar com desafios de agenda, desgaste dos atletas e imprevisibilidade para transmissões. Com sets mais curtos, haveria menos risco de partidas ultrapassarem quatro ou cinco horas, algo comum em confrontos equilibrados no formato atual.

 

A fala de Djokovic ganha peso justamente por vir de um dos maiores nomes da história do esporte. Dono de 24 títulos de Grand Slam, o sérvio construiu parte de sua carreira em batalhas longas e duelos de enorme exigência física. Ainda assim, aos 39 anos, ele passa a defender um formato que poderia reduzir o desgaste e tornar o produto mais acessível ao público.

 

Não há, neste momento, qualquer indicação de mudança imediata nos principais torneios. Alterações estruturais no sistema de pontuação dependeriam de discussões entre ATP, WTA, ITF e os organizadores dos Grand Slams.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Essa semana foi difícil separar quem é fã de quem é hater. Mas pra quem estiver com ódio, pode fazer que nem a música e deitar na BR... Aliás, você sabe que a polêmica envolvendo Victor do Jornal foi boa quando ela vem com trilha sonora. O evento do Molusco deixou claro quem manda na Comunicação do grupo, e também quem dá as cartas com o próprio Molusco. Por isso, nem o Cacique se fez de rogado. Mas às vezes é preciso vestir o personagem - ou pelo menos a dentadura. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Jerônimo Rodrigues

Jerônimo Rodrigues
Foto: Reprodução / Tv Aratu

"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".


Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal João Roma (PL) nesta segunda

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Foto: Projeto Prisma
A entrevista integra a série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar os principais nomes na disputa pelo Senado e pelo governo do Estado nas eleições de 2026.

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