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Justiça Eleitoral proíbe organizadores de vetar público com adesivos políticos em show de João Gomes
Uma confusão durante um evento realizado pelo cantor João Gomes em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, gerou a movimentação da Justiça Eleitoral. Na ocasião, a entrada de pessoas com acessórios em apoio a candidatos e partidos políticos estava sendo proibida.
Em decisão tomada pela juíza Elisama de Sousa Alves, da 145ª Zona Eleitoral de Petrolina, a Justiça Eleitoral determinou que os organizadores do evento, um show beneficente, não impedissem a entrada do público.
????Censurar adesivos de Lula em um evento infantil e solidário? Que absurdo! Participantes do evento Abrace um Deng uinho, realizado em Petrolina, denunciaram que foram impedidos de circular com adesivos de apoio ao presidente Lula e que um segurança teria condicionado a entrada de um advogado à retirada do adesivo. O evento, idealizado por João Gomes, contou com atrações musicais, atividades para as crianças e arrecadações solidárias, em parceria com a Prefeitura de Petrolina. Desde quando demonstrar apoio político pacificamente virou motivo para constrangimento? A liberdade de expressão vale para todos, inclusive para quem apoia Lula. Espaços públicos não podem se transformar em ambientes de constrangimento ou discriminação política. Democracia não é aceitar apenas quem pensa igual. É garantir o direito de todos se manifestarem! #Lula #Democracia #LiberdadeDeExpressão
— Beta Bastos (@roberta_bastoss) October 13, 2026
"Ressalvo que a presente determinação protege a manifestação individual do eleitor e não autoriza a realização de atos de campanha, a distribuição de material de propaganda ou a fixação de adesivos em bens públicos no interior do evento, condutas que permanecem regidas pela legislação eleitoral", diz trecho da decisão.
Toda situação aconteceu durante a segunda-feira (12), mas só se tornou pública no dia seguinte, viralizando nas redes sociais com vídeos que mostravam a ação dos organizadores.
A equipe de João Gomes chegou a afirmar ao g1 que a proibição não procedia. Logo depois, disse ter sido informada sobre uma "atitude individual" de um segurança da empresa contratada.
Vale lembrar que toda situação envolvendo o artista acontece em meio a cobrança do público por um posicionamento político contra Flávio Bolsonaro (PL), candidato à presidência contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A esposa de Gomes, Ary Mirelle, se pronunciou em defesa do artista, afirmando que, em 2022, o cantor sofreu ataques após puxar um coro contra o então presidente Jair Bolsonaro no Rock in Rio e, por isso, evitava falar de política de forma pública.
A eleição realizada neste domingo (4) provocou mudanças importantes na composição do Senado e deixou de fora nomes de destaque da política nacional. Entre os derrotados estão Renan Calheiros (MDB), Ciro Nogueira (PP) e Gleisi Hoffmann (PT). O resultado também representou reveses políticos para aliados dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil).
O PL foi a legenda que mais ampliou sua presença na Casa, elegendo 19 dos 54 senadores escolhidos no pleito. O avanço do partido contrastou com a derrota de lideranças tradicionais de diferentes campos políticos.
Além das vagas no Senado, a eleição afetou projetos políticos apoiados pelos chefes do Congresso em seus estados de origem. Na Paraíba, Nabor Wanderley, pai de Hugo Motta, não conseguiu uma das cadeiras em disputa. No Amapá, o governador Clécio Luís, aliado de Alcolumbre, também foi derrotado na tentativa de permanecer no cargo.
As duas vagas do estado ficaram com Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB). A derrota também representou um revés para a família Calheiros: Renan Filho (MDB) perdeu a disputa pelo governo de Alagoas para JHC (PSDB).
RENAN CALHEIROS DEIXA O SENADO APÓS 32 ANOS
Em Alagoas, Renan Calheiros não conseguiu renovar o mandato após quatro eleições consecutivas para o Senado. Com o resultado, o emedebista deixará a Casa em 2027, depois de 32 anos de atuação como senador.
CIRO NOGUEIRA TAMBÉM FICA FORA
No Piauí, Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas e ex-ministro da Casa Civil no governo Jair Bolsonaro (PL), não conseguiu permanecer no Senado.
O parlamentar foi derrotado por Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD), que conquistaram as duas cadeiras em disputa. Uma das principais lideranças do Centrão, Ciro teve seu nome citado no caso Master, conforme reportagem da CNN Brasil.
BOLSONARISMO AVANÇA EM SANTA CATARINA
Outra liderança tradicional a perder a vaga foi Esperidião Amin (PP), em Santa Catarina. As duas cadeiras do estado ficaram com Carol de Toni e Carlos Bolsonaro, ambos do PL.
Amin possui uma longa trajetória política: foi governador de Santa Catarina por duas vezes, prefeito de Florianópolis em dois mandatos, deputado federal e candidato à Presidência da República em 1994.
A vitória de Carol de Toni e Carlos Bolsonaro fortaleceu o campo ligado ao bolsonarismo no estado e reduziu o espaço de lideranças conservadoras tradicionais. O resultado também contribuiu para o avanço do PL, partido que mais elegeu senadores nesta eleição.
GLEISI HOFFMANN E RANDOFE RODRIGUES SÃO DERROTADOS
No Paraná, Gleisi Hoffmann terminou a disputa em quarto lugar e não conseguiu voltar ao Senado. As vagas ficaram com Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo).
Gleisi havia sido eleita senadora em 2010, tornando-se a primeira mulher a representar o Paraná na Casa. Ao longo da carreira, presidiu o PT e ocupou a Casa Civil durante o governo Dilma Rousseff (PT), além de ter comandado o Ministério das Relações Institucionais no terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Outro nome de destaque do governo federal que ficou fora do Senado foi Randolfe Rodrigues (PT). Líder do governo no Congresso, ele buscava o terceiro mandato pelo Amapá, mas foi derrotado por Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD).
As derrotas de Gleisi e Randolfe representam perdas para o grupo político ligado à articulação do governo Lula no Congresso Nacional.
ALIADOS DE MOTTA E ALCOLUMBRE TAMBÉM PERDEM
No Amapá, o resultado foi negativo para o grupo político de Davi Alcolumbre. O governador Clécio Luís (União Brasil), aliado do presidente do Senado, não conseguiu a reeleição e foi derrotado por Dr. Furlan (PSD).
Clécio disputou o pleito com uma ampla aliança, que incluía o PT e a federação formada por União Brasil e PP. Mesmo com o apoio partidário, não conseguiu garantir a permanência no comando do estado.
Na Paraíba, Nabor Wanderley (Republicanos), pai de Hugo Motta, também não conseguiu uma das duas vagas para o Senado. Os eleitos foram João Azevêdo (PSB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB).
Os resultados no Amapá e na Paraíba representam derrotas para projetos políticos apoiados pelos presidentes do Senado e da Câmara em seus respectivos estados. Embora Motta e Alcolumbre não estivessem diretamente em disputa, os resultados atingiram aliados e familiares ligados aos dois principais dirigentes do Congresso.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou fora do Top 10 dos políticos brasileiros mais influentes no Instagram em 2026, segundo levantamento divulgado pela Zeeng nesta quinta-feira (16). A pesquisa aponta amplo domínio da direita nas redes sociais, com oito das dez primeiras posições ocupadas por integrantes do PL.
O estudo, que analisou o desempenho de cerca de 3,1 mil políticos brasileiros entre janeiro e junho deste ano, considera a média de interações por publicação, e não o número de seguidores. No Top 10, apenas Erika Hilton (PSOL) e Carlos Bezerra Jr. (PSD) não são filiados ao PL. Nem mesmo Lula alcançou a marca, ficando em 11º.
CONFIRA O TOP 10:
1. Nikolas Ferreira (PL)
2. Michelle Bolsonaro (PL)
3. Lucas Pavanato (PL)
4. Erika Hilton (PSOL)
5. Flávio Bolsonaro (PL)
6. Sargento Fahur (PL)
7. Eduarda Campopiano (PL)
8. Carlos Bezerra Jr. (PSD)
9. Eduardo Bolsonaro (PL)
10. André Fernandes (PL)
No recorte dos 100 mais influentes, o estudo reforça a predominância de políticos alinhados à direita. O PL lidera com 40 representantes, seguido por Novo, com nove, e Podemos, com oito. A pesquisa também aponta que políticos de direita representam 55% do ranking, enquanto a centro-direita soma outros 21%, totalizando 76% dos perfis analisados.
Outro dado destacado é a concentração geográfica da influência digital, com forte presença de políticos do Sudeste, especialmente de São Paulo e Rio de Janeiro. Apesar de 18 estados aparecerem no levantamento, a Bahia não possui representantes no ranking.
VEJA O ESTUDO COMPLETO:
Em depoimento à Polícia Federal (PF), Daniel Vorcaro afirmou que não conseguiria citar nominalmente quem frequentava sua casa, ao ser questionado sobre as relações que mantinha com políticos.
Segundo informações que constam na transcrição do depoimento, feita com auxílio de inteligência artificial, o dono do Banco Master disse ter amigos em todos os Poderes, mas declarou não ser capaz de nomear individualmente as pessoas que frequentavam sua residência.
Vorcaro relatou ainda que conversou com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), sobre a proposta de venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB), instituição controlada pelo governo do DF.
Ele afirmou que, além do governador e de autoridades do Banco Central, não manteve diálogo com nenhuma outra autoridade a respeito do tema.
Questionado diretamente se havia tratado do assunto com outras autoridades públicas, como ministros, parlamentares, secretários de Estado ou dirigentes de órgãos públicos, sobre a aquisição do Banco Master pelo BRB, Vorcaro negou qualquer contato. As informações do G1.
Uma operação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) cumpriu mandados de prisão contra políticos de quatro partidos na manhã desta terça-feira (16) por suspeita de envolvimento em um suposto esquema que fraudava licitações em prefeituras e câmeras municipais por meio de um cartel articulado pelo Primeiro Comando da Capital (PCC).
Entre os presos estão três vereadores de cidades da Grande São Paulo e outros dois políticos, ligados aos quadros do PSD, MDB, Podemos e União Brasil. Os vereadores detidos são Flavio Batista de Souza (Podemos), o “Inha” de Ferraz de Vasconcelos; Ricardo Queixão (PSD), de Cubatão; e Luiz Carlos Alves Dias (MDB), conhecido como “Luizão Arquiteto” e parlamentar na Câmara Municipal de Santa Isabel. As informações são do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
Após o anúncio da Operação, o MDB divulgou nota afirmando que vai suspender a filiação de Luizão. “Eleito pelo PL, o vereador se filiou ao MDB na última semana. O partido apoia o avanço das investigações, por isso decidiu suspender a filiação de forma cautelar”, afirma a nota.
Já o PSD, de Ricardo Queixão, disse que acompanha as apurações. “O partido não compactua com desvios de conduta e adotará, se necessário, punições exemplares cabíveis, de acordo com as conclusões dessas apurações e do devido processo legal”, afirma o partido em nota.
Mesma postura foi adotada pelo Podemos, de Flavio Batista, que também evitou falar em desfiliação. “A executiva municipal do Podemos de Ferraz de Vasconcelos apoia toda e qualquer investigação de combate ao crime organizado e acompanha os desdobramentos da operação de hoje, para que, garantido o direito de defesa, venha a tomar medidas institucionais”, diz a nota.
Além deles, também foram presos nesta terça Dário Reisinger Ferreira, presidente do União Brasil em Suzano, e Vagner Borges Dias, conhecido como Latrell Brito – principal alvo da operação do MPSP.
O Metrópoles procurou o União Brasil para comentar a operação desta terça-feira e, até o momento da publicação desta reportagem, não obteve retorno. O espaço segue aberto para manifestação.
Seis em cada dez pessoas no Brasil afirmaram que a categoria política é a menos confiável. Cerca de 66% da população indicou que não possui confiança nos políticos. Outra categoria menos confiável para brasileiros é o grupo formado por ministros e funcionários de gabinete, que obteve 55% de desconfiança, seguidos por banqueiros com 49%.
Os dados apurados por meio da pesquisa “Ipsos Global Trustworthiness Index 2023”, analisou a percepção dos brasileiros em relação à confiança de categorias profissionais
MAIS CONFIÁVEIS
Os professores foram os mais confiáveis, segundo os brasileiros, com 64% de taxa de confiança; a média global é de 53%. O Brasil se destaca como o terceiro país que mais confia em seus professores, ficando atrás somente da Indonésia (74%) e Chile (64%). Já Japão (20%), Coreia do Sul (34%) e Polônia (38%) são as nações onde a confiança na categoria de professores é menos expressiva.
No top 3 das profissões mais confiáveis no Brasil também estão os cientistas, com 59%, seguidos pelos médicos com 56% dos brasileiros expressando confiança nessa categoria.
SOBRE A PESQUISA
A pesquisa “Ipsos Global Trustworthiness Index 2023” foi realizada pela Ipsos entre os dias 26 de maio e 9 de junho de 2023 em 31 países. Com uma amostra de 22.816 entrevistados, sendo 1.000 do Brasil. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais. Os países participantes foram África do Sul, Alemanha, Argentina , Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Holanda, Hungria, Índia, Indonésia, Irlanda, Itália, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Polônia, Romênia, Singapura, Suécia, Tailândia e Turquia.
O escritor Paulo Coelho se tornou alvo de seguidores do presidente Jair Bolsonaro no Twitter após uma publicação, que supostamente teria sido feita por ele, circular na rede social. A postagem atribuída ao brasileiro pede boicote à exportação do país.
Conforme publicou O Globo, o tal tweet não pode mais ser encontrado nas contas oficiais de Paulo Coelho. Não há, no entanto, comprovações de que foi o escritor quem fez publicação.
Na imagem que vem sendo compartilhada, o texto em inglês diz que se não houver 'boicote às exportações brasileiras' o 'Talibã cristão controlará o país', relacionando os grupos conservadores cristãos brasileiros ao grupo fundamentalista islâmico.
Dentre os apoiadores de Jair Bolsonaram que teceram críticas ao escritor estão os deputados federais Major Fabiana (PSL-SP) e Hélio Lopes (PSL-RJ), e o presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jefferson.
Após os ataques de bolsonaristas, Paulo Coelho fez uma publicação em inglês afirmando que "os governantes não entendem que, embora tentem destruir a oposição, ela não deixa de existir. Corte a grama, ela ficará mais forte".
Paulo Coelho também já criticou políticos de outras orientações e legendas partidárias. Recentemente, a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) teve um post em que defendia o apoio ao projeto que isenta dívidas tributárias de igrejas com a Receita Federal respondido pelo autor de best-sellers. "Que ridículo. Partido mais importante que consciência", disparou o escritor de "Brida".
Supla comemora 30 anos de carreira com a turnê do 14º álbum, “Diga o que Você Pensa”, que traz críticas sociais e políticas. Filho dos políticos Eduardo e Marta Suplicy, o cantor admitiu que já cogitou a possibilidade de seguir carreira parlamentar. “Eu já pensei sim em me candidatar e muita gente já veio falar para mim. Mas a política não é feita apenas por quem está no Congresso. Pode ser feita nas músicas, feita por todos. [...] Além disso, política também está relacionada ao fato das pessoas serem responsáveis por suas atitudes e terem consciência. Muitos não entendem que a política é tudo. Eu levo isso”, disse ao G1. Para o paulista, o momento político é um dos mais críticos e merece atenção. “Estamos vivendo em um dos piores momentos, por isso é importante levar amor, há muita divisão e ódio. Mas o que vamos conseguir com o ódio? As pessoas levam muito a sério as diferenças e elas precisam aprender a respeitar as opiniões. Estamos em uma guerra. Por isso, quero levar cada vez mais nos meus shows letras de amor”, concluiu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.