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policiais disfarcados de entregadores
A mãe e o padrasto de Kaleb Gabriel da Cruz Lisboa, de 2 anos, morto em julho de 2024 no Rio de Janeiro, foram presos nesta semana após ficarem quase um ano foragidos. Aline Júlia da Cruz Conceição e Matheus Pereira Rufino Isidoro estavam com prisão decretada desde outubro de 2024 pela Justiça do Rio pela morte da criança.
O casal havia alegado que Kaleb caiu da cama, mas laudos do Instituto Médico-Legal (IML) concluíram que as lesões eram incompatíveis com a versão apresentada e apontaram que os ferimentos foram provocados por agressões.
A localização dos foragidos foi descoberta durante uma investigação sobre comercialização de celulares roubados na região de Bangu, na Zona Oeste do Rio. Isidoro apareceu no inquérito como suspeito de envolvimento no esquema criminoso, o que levou os investigadores até o casal.
Os dois estavam em uma área de difícil acesso em Itaguaí, na Baixada Fluminense. Para se aproximar sem levantar suspeitas, os agentes se disfarçaram de entregadores, confirmaram a localização dos foragidos e efetuaram as prisões. Ambos permanecem à disposição da Justiça.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.