Artigos
O Espectro Invisível das Pesquisas
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
poco redondo
Um desabafo de um vereador da Câmara Municipal de Poço Redondo, em Sergipe, repercutiu nas redes sociais após ele declarar que o ramo de legislador é de “cabra sem vergonha”. A afirmação foi feita durante sessão na Casa, na última quinta-feira (23), durante discussão entre os vereadores.
Durante as discussões, houve embates sobre um vídeo feito por um empresário da região, que sugeria que os vereadores fossem às sessões com chocalhos e badalos. O episódio gerou discordâncias entre os edis, com direito a um legislador sendo chamado de “cheira peido”.
Irritado com as trocas de farpas e a falta de decoro entre colegas parlamentares, o vereador Romário do Óleo (PSD) disparou:
“Você não está vendo nenhum filho seu aqui não. Você tá vendo um cabra macho.. E outra coisa, tem que ter o respeito nessa peste aqui. Eu cacei um negócio errado do cabrunco de ter sido vereador. O cara disse que o cara tem que vir com chocalho. O cara disse que é cheira peido e o outro veio gritar com o outro aqui dentro. É um ramo de cabra sem vergonha do cabrão que é o ramo vereador. Tá doido, rapaz. Tem que ter respeito”, afirmou.
Veja o momento:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.