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pirambeira
O ator Marcelo Serrado fez uma parada e soltou a voz ao lado do cantor Uel na noite deste sábado (14), na capital baiana. O momento aconteceu no Pirambeira, bar localizado no bairro da Pituba, logo após o artista apresentar o espetáculo “Terapia”, no Teatro Faresi, na Ondina.
O repertório foi de samba. O ator apresentou, de forma irreverente, alguns dos maiores sucessos do gênero, animando a noite de quem esteve presente na ocasião.
Além da noite de música, ele também aproveitou para conhecer a gastronomia da região ao jantar na Casa Iryna, restaurante que também está localizado na Pituba. Em reverência, Marcelo registrou o momento ao lado dos sócios do local, os empresários Peu Magalhães e Iryna Podusovska.
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Duas mulheres negras relataram ter sido vítimas de racismo na porta do bar Pirambeira, localizado no bairro da Pituba, em Salvador, na noite do sábado (22). Em um vídeo publicado nas redes sociais, Eisa e a amiga, Aline, detalharam a sequência de eventos que as impediu de entrar no local, mesmo com clientes brancos tendo acesso liberado, segundo relato das duas.
De acordo com o vídeo, elas chegaram ao bar por volta das 18h e permaneceram na porta até as 21h sem conseguir entrar. "Nesse período houve várias pessoas que entraram no ambiente. Com várias justificativas e a gente não conseguir entender porque a gente não estava conseguindo entrar, sendo que várias pessoas que tinham chegado antes da gente ou depois da gente estavam entrando, estava tendo livre acesso ao local", afirmou Eisa.
A justificativa dada pela recepcionista era a de que não havia mesas disponíveis. As mulheres contestaram a informação. "A gente vendo que as pessoas estavam entrando mesmo sem mesa e ficando em pé", disse.
Eisa descreveu ter sido mal atendida ao questionar o motivo. "Fui muito mal recebida, muito mal atendida por um perfil de uma mulher branca, loira, que se recusou a ouvir a minha queixa ali naquele momento", afirmou. A mesma recepcionista, segundo o relato, teria então as convidado a entrar para verificar que o ambiente estava lotado.
De acordo com Eisa, ao entrar no local conseguiram encontrar um espaço. "Conseguimos uma mesa que gente poderia ficar, onde as pessoas também estavam em pé. Nesse momento o garçom se aproximou e a gente questionou, a gente disse: "Não, mas a gente pode ficar aqui, fomos convidadas, a gente pode ficar aqui. E o garçom falou: "Olha, só se ela permitir". Sendo que ela já tinha permitido que duas pessoas fizessem a mesma coisa antes", explicou Eisa.
Ainda em relato, as mulheres falaram que ao retornarem para a porta do estabelecimento, outras pessoas teriam comentado com elas. "Olha, quando vocês entraram, a outra recepcionista falou que a gente ainda tinha sorte de estar naquele local".
"O que para mim era só uma dúvida do que estava acontecendo ali, dos meus receios, já de não frequentar a Pituba, não frequentar outros bares, se confirmou. Não é por causa do dinheiro, porque o dinheiro elas não sabiam nem quanto a gente recebia. É por causa da cor", disse.
Na legenda da postagem Eisa reforçou: "Racismo não é mal-entendido, não é opinião: é crime". Ela ainda fez um apelo para que amigos e frequentadores do local reflitam sobre o ocorrido. "Hoje eu saí para me divertir e voltei chorando".
Veja relato:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.