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Artigos

Fatima Suarez
A dança como território de liberdade e transformação social
Foto: Ives Padilha/ Divulgação

A dança como território de liberdade e transformação social

Muitas vezes a dança é vista apenas como expressão artística, mas a verdade é que ela é, antes de tudo, um poderoso instrumento de transformação social.  O corpo que dança é um corpo que conquista sua própria voz. O movimento fortalece a disciplina, desenvolve a autoconfiança, cuida da saúde mental, promove a inclusão e resgata a cidadania em comunidades vulneráveis. 

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

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Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

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Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

picangas

Conheça a Piçangas, joalheria baiana que une moda, espiritualidade e artesanalidade
Foto: Divulgação

Criada para almas solares, a Piçangas encontrou nas pedras naturais, na Prata 925 e na energia da Bahia os elementos que dão forma a criações que se traduzem em joias autorais. À frente da marca estão Ananda França, Íris Magalhães e Michele Santos, três mulheres que, em momentos diferentes, tiveram seus caminhos atravessados pela criatividade, pela moda e por uma conexão espiritual que acabaria unindo suas trajetórias.
 

“Ser uma marca baiana, para nós, não significa simplesmente reproduzir símbolos da Bahia. É carregar o estado na essência, e não apenas na aparência. É ter o mar como referência, a natureza como matéria-prima, a criatividade como linguagem e essa capacidade tão nossa de transformar encontros, histórias e experiências em algo bonito”, explicaram as sócias em entrevista ao BN Hall.
 

A história começou em 2020, quando Ananda decidiu, de maneira singela e despretensiosa, investir na produção de acessórios como uma possibilidade de garantir uma renda extra. Entre miçangas, criações artesanais e experimentações estéticas, começaram a surgir os primeiros contornos daquilo que, anos depois, se transformaria na Piçangas.

 

Foto: Divulgação
 

Dois anos depois, seu caminho se cruzou com o de Michele, que conduzia a MSJoias, marca voltada para peças de prata e semijoias. A aproximação aconteceu de forma natural e, a partir de trocas, afinidades e projetos, surgiu uma parceria que, com o tempo, também envolveria Íris. Em 2024, ela entrou para a sociedade, assumindo a direção criativa e o desenvolvimento das coleções.
 

“Hoje, cada uma de nós ocupa um lugar importante dentro da marca, e a Piçangas carrega um pouco do olhar de cada uma. Acredito que é justamente essa mistura que faz a marca ter tanta personalidade: ela nasceu de uma trajetória, cresceu por meio dos encontros e hoje é construída, todos os dias, por nós três”, comentaram.
 

Os caminhos que levaram à criação da marca também estão impressos em sua identidade. O próprio nome nasceu da junção das palavras “peixe” e “miçangas”, uma referência ao mar e às origens da joalheria, que teve início no Dia de Iemanjá. Aos poucos, as águas deixaram de ser apenas uma referência e passaram a integrar a linguagem das criações.
 

“Somos mulheres profundamente ligadas às águas e muito gratas por esse encontro ter iniciado a nossa história. O peixe também se tornou um símbolo da marca: somos um grande cardume de mulheres, e a pequena medalha com o peixinho se tornou uma assinatura que acompanha a Piçangas por onde ela passa”, afirmaram.
 

Essa conexão se revela no uso de pedras naturais e materiais vindos da terra, na influência do mar sobre o imaginário da joalheria e na maneira como as três enxergam a criatividade, a natureza e as trocas que atravessam o processo criativo.
 

PULSEIRA AMULETO
 

O interesse por símbolos, histórias e significados também aparece nas criações da joalheria. Entre elas, a Pulseira Amuleto ocupa um lugar especial. Hoje, está entre os acessórios mais vendidos da Piçangas e conquistou clientes não apenas na Bahia, mas também em diferentes partes do Brasil.
 

A inspiração surgiu a partir da tradição milenar do uso do fio vermelho no pulso esquerdo, associado à proteção. A Piçangas partiu dessa referência para construir sua própria interpretação, substituindo o tradicional fio de lã por uma criação pensada para acompanhar a rotina de quem a usa, com mais durabilidade e a identidade característica da joalheria.
 


Foto: Divulgação
 

O resultado combina cristais vermelhos e acabamento em Prata 925, transformando uma tradição antiga em um acessório contemporâneo. Mais do que reproduzir um símbolo, a proposta foi reinterpretá-lo a partir do universo artesanal da Piçangas e de sua relação com criações que carregam histórias e significados.
 

Assim, a Pulseira Amuleto acabou se tornando não apenas uma das criações mais procuradas da marca, mas também uma síntese do que Ananda, Íris e Michele constroem juntas: acessórios em que moda, artesanalidade e significado caminham lado a lado, acompanhando diferentes pessoas e momentos.
 

As peças da Piçangas podem ser adquiridas na loja física da marca, localizada no Edifício Esplanada Avenida, na Pituba, ou por meio do site oficial da joalheria.
 

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Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Fico me perguntando onde o povo tá ganhando voto no shopping, ou em corrida de rua. Porque ir pro interior atravessando os buracos da BR ou pegando fila no ferry ninguém quer. Aí depois é culpa do mundo. Mas pior mesmo é Tente Outra Vez, que gasta sola de sapato e ainda leva bola nas costas da própria equipe. Enquanto isso, AlôPrates busca convites pra caruru. Alguém se habilita? Saiba mais!

Pérolas do Dia

Ricardo Alban

Ricardo Alban
Foto: Gabriel Pinheiro / CNI

"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro". 


Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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