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Artigos

Nilson Araújo
O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional
Foto: Divulgação

O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional

Em agosto, quando celebramos o Dia Nacional do Corretor de Imóveis (dia 27), é importante olhar para além da data comemorativa e refletir sobre as transformações que vêm moldando a profissão e o próprio mercado imobiliário. O corretor de hoje já não é apenas o profissional responsável por aproximar comprador e vendedor. Ele precisa estar preparado para interpretar dados, compreender tendências, utilizar novas tecnologias, produzir conteúdo, construir relacionamentos e, sobretudo, oferecer uma experiência cada vez mais qualificada ao cliente.

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

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Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

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Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

perde 20 pontos

Flávio Bolsonaro perde 20 pontos em votos na direita; mas Caiado, Zema e Renan não conseguem obter os votos
Fotos: Youtube de Renan Santos e Ronaldo Caiado / Lula Marques / Agência Brasil

A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (15), mostra que, até o momento, os principais pré-candidatos à "terceira via" na corrida à Presidência não conseguiram capitalizar a perda de votos de Flávio Bolsonaro (PL), especialmente na direita não bolsonarista. O presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto, com 40%, seguido pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que marca 28%. Na mesma pesquisa, a distância no primeiro turno entre o petista e o senador já foi de cinco pontos, em abril, e agora é de 12.

 

Apesar disso, os dados apontam que não há transferência massiva de eleitores que indicavam voto em Flávio para Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) ou Romeu Zema (Novo). Os ex-governadores e o ativista do Movimento Brasil Livre (MBL) seguem empatados tecnicamente em terceiro lugar, com intenções de voto entre 2% e 4%, segundo a Quaest, cuja margem de erro é de dois pontos percentuais.

 

Nos últimos meses, impulsionado pela revelação do elo com o banqueiro preso por fraude, Daniel Vorcaro, pela associação do tarifaço americano à atuação bolsonarista no exterior e pela exposição da briga com Michelle Bolsonaro (PL), o recuo de Flávio não se traduziu em crescimento de alguma alternativa à polarização.

 

Na divulgação anterior da Quaest, há um mês, o petista tinha 39% e o senador, 29%. No entanto, Flávio chegou a somar 33% no primeiro turno em maio, no ápice de sua pré-campanha até aqui. De lá para cá, o pré-candidato do PL perdeu cinco pontos, que acabaram se diluindo entre Caiado, Renan Santos, Zema e, principalmente, entre eleitores indecisos e aqueles que citam voto nulo ou em branco.

 

Atualmente, os indecisos representam 11%, registrando um salto de seis pontos desde maio, quando eram 5%. Os entrevistados que indicaram a intenção de votar nulo, em branco ou de não comparecer às urnas chegaram a ser 16% em março deste ano, mas caíram para 11% no mês seguinte e foram oscilando dentro da margem de erro até atingirem os atuais 8%.

 

Enquanto isso, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, teve pico de 6% na pesquisa Quaest de abril, caiu para 3% em junho e agora tem 4%. O nome do MBL, Renan Santos, por sua vez, obteve 2% das intenções de voto em abril e subiu para 3% em junho, mesmo patamar observado no levantamento divulgado nesta quarta-feira. Já Romeu Zema tinha 4% em maio, recuou para 2% em junho e agora mantém esse número.

 

A sondagem mostra que o apoio a Flávio caiu especialmente entre os eleitores que se identificam com a direita não bolsonarista: em dois meses, ruiu 21 pontos, caindo de 74% em maio para os atuais 53%.

 

Este é o pior resultado nesse estrato para o pré-candidato do PL desde dezembro de 2025, quando marcou 45% entre direitistas não bolsonaristas (em janeiro, por exemplo, ele havia saltado para 59%). No grupo desse mesmo posicionamento político, Zema tem hoje 6% das intenções de voto; Caiado tem 5%; e Renan, 4%.

 

O declínio começou a partir das notícias do envolvimento de Flávio com o banqueiro Daniel Vorcaro pelo financiamento do filme de seu pai, "Dark Horse". O senador sempre negou irregularidades no caso.

 

A fragmentação da direita e o fato de os outros pré-candidatos à Presidência ainda serem pouco conhecidos nacionalmente são hipóteses para a ausência de migração significativa de votos de Flávio. Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira, 44% não conhecem Caiado; 50% desconhecem Zema; e 77% não sabem quem é Renan Santos.

 

FLAVIO CORRE RISCO?
Além da queda no apoio na direita, o eleitor de Flávio Bolsonaro demonstra menor convicção. Em junho, 70% afirmavam que o voto no senador para presidente era definitivo. Agora, são 62%. No mesmo período, a proporção de apoiadores de Flávio que admitiu a possibilidade de mudar de voto subiu de 30% para 37%.

 

Em contrapartida, Lula passou de 71% para 77% entre eleitores convictos, e aqueles que ainda podem mudar de opção até o pleito somaram 23%, ante 29% do mês anterior. A maioria dos eleitores de Caiado (57%), de Renan Santos (65%) e de Romeu Zema (70%) também indicou que pode trocar de candidato.

 

O levantamento ainda mostra que 57% dos brasileiros conhecem e não votariam em Flávio Bolsonaro (PL). A rejeição ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro oscilou um ponto para cima desde junho, enquanto a do principal concorrente, Lula, recuou três pontos no mesmo período (de 53% para 50%).

 

A diferença entre os dois, agora, é de sete pontos percentuais. Em abril, o presidente era o mais rejeitado (55%), seguido pelo senador (52%). A rejeição de Flávio vem registrando crescimento desde as revelações do elo do senador com Vorcaro. O índice também vem oscilando para cima após a divulgação dos vídeos de sua madrasta, Michelle Bolsonaro (PL).

 

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026. A Genial/Quaest realizou entrevistas presenciais com 2.004 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13 de julho, em todo o país. A margem de erro para a amostra geral é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Tenho pra mim que os propagandistas estão tontos com as "mudernidades". É tanto celular gravando o tempo inteiro, IA, implante capilar e trend, que tá faltando proposta e política. O problema é que mesmo quem faz política tá enfrentando outro bicho: o ciúme. Mas tem amizades que se provam com o tempo. O Galego que o diga... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Bruno Monteiro

Bruno Monteiro
Foto: Ainoã Teles / Bahia Notícias

"Nossa campanha é uma só".


Disse o secretário de Cultura da Bahia Bruno Monteiro ao comentar a relação das campanha ao governo da Bahia e a disputa presidencial. 

Podcast

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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