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paulo amador da cunha bueno
O advogado de Jair Bolsonaro (PL), Paulo Amador da Cunha Bueno, declarou na tarde desta sexta-feira (18) que o ex-presidente poderia vender as joais caso quisesse.
“As minhas teses são exclusivamente de direitos. O que entremeou a receber esses presentes, estava absolutamente dentro da lei. Ele podia vender, a lei é clara”, disse, durante entrevista à GloboNews.
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Apesar da afirmação, a defesa se esquivou ao ser questionado sobre a confirmação da venda e o suposto mandante. Além disso, ele declarou que saber quem é o mandante do caso não faz diferença para o processo.
Paulo ainda disse que vai apurar com o ex-presidente o nível de autonomia do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, e tenente-coronel, Mauro Cid.
Amador afirmou também que não possui nenhuma relação com a defesa de Cid.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.