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O vôlei de praia brasileiro perdeu nesta terça-feira (2) um dos seus grandes nomes. Paulo Roberto Moreira da Costa, o Paulão, faleceu aos 56 anos.
Natural da Bahia e torcedor declarado do Esporte Clube Bahia, Paulão foi um dos pioneiros da modalidade no país. Ao lado do parceiro Paulo Emílio, conquistou o primeiro título do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, em 1991, repetindo o feito em 1996. A dupla ainda foi vice-campeã do Circuito Mundial de 1992/93 e conquistou a medalha de bronze no Campeonato Mundial de 1997.
Após a carreira como atleta, Paulão se dedicou à função de treinador, com passagem marcante pela Seleção Chilena de Vôlei de Praia. Há poucos meses, esteve na Paraíba participando de um intercâmbio no Centro de Treinamento do Cangaço, onde compartilhou sua experiência com novos talentos.
A Federação Paraibana de Voleibol lamentou profundamente a perda e destacou a importância do ex-jogador:
"Paulão, que era vinculado à Federação Baiana de Voleibol, deixou um legado brilhante no esporte. (…) Nossas condolências à família, amigos e colegas de esporte. Que sua memória seja celebrada e seu legado inspire futuras gerações de atletas."
O Esporte Clube Bahia, clube de coração do ex-atleta, também manifestou pesar: "O Esporte Clube Bahia deseja força aos que conviveram com Paulão neste momento de dor. Que descanse em paz", escreveu o clube em trecho.
Referência para toda uma geração, Paulão ajudou a abrir caminho para a consolidação do vôlei de praia no Brasil, modalidade que anos depois se tornaria potência olímpica.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.