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patrick vinicius dos santos horta
Equipes da 3ª Delegacia de Homicídios (DH/BTS) cumpriram um mandado de prisão temporária contra o terceiro envolvido no triplo homicídio ocorrido no último dia 16, no bairro Alto do Cabrito. O investigado preso nesta segunda-feira (22) é apontado como peça operativa fundamental na logística do crime, que teve como vítimas os técnicos de internet Jackson Santos Macedo, Patrick Vinicius dos Santos Horta e Ricardo Antonio da Silva Souza.
De acordo com as investigações, o homem monitorou os trabalhadores antes de serem levados de Marechal Rondon para o local onde os corpos foram encontrados. A motivação das mortes tem relação com a suspeita de que as vítimas estariam instalando dispositivos de monitoramento para grupos rivais. A ação foi registrada em vídeos nos quais o suspeito é citado nominalmente por comparsas, enquanto questionavam a natureza do serviço prestado pelos técnicos.
O investigado foi submetido aos exames de praxe e permanece custodiado à disposição da Justiça. Também foi requisitada a coleta de material genético e de impressões papiloscópicas para confronto técnico-científico com vestígios biológicos e impressões colhidas nos locais do crime e nos veículos periciados durante a fase inicial do inquérito.
No domingo (21), dois homens envolvidos no triplo homicídio de técnicos de internet foram localizados. As capturas ocorreram durante o cumprimento de mandados judiciais em diferentes pontos da capital.
A primeira captura ocorreu no bairro de São Marcos, Já no bairro de Massaranduba, o segundo alvo, identificado como Jeferson Caíque Nunes dos Santos, conhecido pelo vulgo “Badalo”, reagiu à presença policial disparando contra os agentes.
A advogada de um adolescente suspeito de envolvimento no crime compareceu, na manhã desta segunda, à Delegacia do Adolescente Infrator (DAI) para tratativas legais ligadas ao caso, comprometendo-se a apresentar o cliente na unidade especializada nos próximos dias.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.