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passarela colegio
O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) concedeu efeito suspensivo a um recurso de apelação interposto pelo Colégio Helyos, suspendendo a execução de uma sentença que determinava a demolição de duas passarelas aéreas que interligam os prédios da instituição, em Feira de Santana. A decisão foi proferida pelo desembargador José Cícero Landin Neto, da Quinta Câmara Cível do tribunal, no último dia 1º de julho.
A sentença, emitida pela 2ª Vara da Fazenda Pública de Feira de Santana, havia declarado nulo um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre a empresa e o município, sob a alegação de vício de legalidade por não cumprir os requisitos da Lei Complementar Municipal nº 118/2018. Além da nulidade do TAC, a decisão determinava a demolição das passarelas em um prazo de 90 dias, sob pena de multa diária de R$ 2 mil, e condenava a empresa ao pagamento de R$ 100 mil por danos morais coletivos, valor a ser revertido ao Fundo Estadual do Meio Ambiente.
No recurso, o colégio argumentou que a sentença violava uma decisão judicial anterior, já transitada em julgado, proferida pela desembargadora Lisbete Maria Cézar Santos, que havia determinado a regularização documental das passarelas e expressamente vedado a demolição da ponte. A escola alegou ainda que a demolição causaria prejuízos financeiros irreparáveis e colocaria em risco a segurança de alunos e funcionários, que seriam obrigados a transitar pelas ruas entre os prédios da escola.
O desembargador Cícero Landin considerou que há "elevada probabilidade de provimento do recurso", devido ao aparente conflito entre a sentença recorrida e a decisão anterior do tribunal. Ele destacou que a demolição das passarelas, além de ser uma medida irreversível, traria danos patrimoniais à empresa e transtornos à comunidade escolar, caracterizando "risco de dano grave ou de difícil reparação", requisitos legais para a concessão do efeito suspensivo.
A decisão suspende a eficácia da sentença até o julgamento final do recurso de apelação, mantendo as passarelas em funcionamento por enquanto. O caso envolve ainda uma ação civil pública movida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), que questiona a legalidade do TAC e das construções. A tramitação de outra ação ordinária relacionada ao tema também foi suspensa até o trânsito em julgado da decisão atual.
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Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).