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Quem passar pelo Casarìa Salvador, no Palacete Tirachapéu, agora encontrará novas opções para comer no Centro Histórico de Salvador. O restaurante, instalado no prédio histórico da Rua Chile, passou a contar com uma padaria e uma salumeria comandadas pela chef Preta, com pães artesanais, queijos, embutidos e outros produtos de charcutaria.
A proposta é reunir produtos para diferentes momentos, seja para uma refeição no próprio espaço ou para levar para casa. Entre os itens disponíveis estão queijos de pequenos produtores de Minas Gerais, como o Lua Cheia, da Serra das Antas, o Canastra do Onésio e o Morro Azul, da Vermont Queijos Especiais.
A seleção também inclui presunto de Parma, azeitonas e outros produtos. Os pães produzidos na própria casa também entram no cardápio de sanduíches.
Entre as opções estão o “Amor da Minha Vida”, com pão de queijo prensado, queijo meia-cura e costela desfiada; o “Simplesmente Assim”, feito com baguete tostada na manteiga, queijo e cebola caramelizada; e o “Casa Comigo”, preparado com ciabatta, presunto de Parma, muçarela fresca, tomate, orégano e manjericão.
A salumeria também funciona como opção para quem deseja consumir os produtos no local, com possibilidade de harmonizar queijos, embutidos e outros itens com vinhos ou drinques.
O novo espaço funciona de segunda a quinta-feira e aos domingos, das 8h às 23h. Às sextas e aos sábados, o atendimento segue até meia-noite.
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Conheça a Oxe Pãozinho, padaria regional fundada pela empreendedora baiana Juliana Sena em São Paulo
Em meio ao ritmo acelerado da cidade de São Paulo, uma receita nascida nas cozinhas da Bahia abriu caminho para uma história que começa na saudade de casa, atravessa os dias de incerteza da pandemia e desemboca em duas casas dedicadas a uma das receitas mais conhecidas das festas no estado. À frente desse intercâmbio gastronômico está a empresária baiana Juliana Sena, criadora da padaria Oxe Pãozinho, negócio que nasceu de testes caseiros e hoje funciona nos bairros da Vila Olímpia e de Pinheiros, levando o pão delícia a novos endereços na capital paulista.
A história da padaria começa durante a pandemia, quando Juliana, durante um período de desemprego, passou a cozinhar em casa. Entre diferentes receitas testadas naquele período, o pão delícia acabou ganhando um papel central no que se tornaria o negócio.
“Para quem não sabe, eu amo cozinhar, e gastronomia era minha primeira opção de curso da faculdade, mas a vida se encarregou de me levar para outro lado, e, na pandemia, desempregada, eu senti uma saudade absurda de casa”, contou Juliana nas redes sociais. Segundo ela, o preparo da receita despertou uma sensação difícil de traduzir. “Essa receita me tocou de uma forma diferente, uma forma que até hoje é difícil explicar”.
Antes de começar a vender, Juliana decidiu fazer um teste de prova com pessoas do seu círculo social. Caixas de pãezinhos foram enviadas a parentes baianos que vivem na capital paulista. Foi assim que uma publicação nas redes sociais com a frase “Pão Delícia em São Paulo” despertou o interesse de pessoas que queriam experimentar a receita de Juliana.
A empreendedora contou que a iniciativa surgiu sem a intenção de se tornar um negócio a longo prazo. “Eu criei a marca no Canva mesmo, sem muita cerimônia, porque, na minha cabeça, isso ia durar um mês. Seria algo passageiro até eu conseguir um novo emprego”. A produção inicial era feita manualmente, com etapas executadas pela própria Juliana. “Eu batia a massa na mão, ralava o queijo manualmente, era exaustivo”, lembrou.
Com o tempo, as encomendas cresceram por meio do boca a boca dos clientes. Sendo assim, ela resolveu investir no próprio empreendimento ao comprar uma batedeira. “Lembro que chegou um momento em que eu estava tão exausta que falei: vou investir meus 300 reais de rescisão em uma batedeira”, explicou.
Hoje, a operação da Oxe Pãozinho se divide em dois formatos: na unidade da Vila Olímpia funciona a fábrica da marca, além do espaço voltado para encomendas maiores destinadas a empresas, eventos e pedidos feitos com antecedência. O endereço também oferece um café com atendimento no balcão e cardápio reduzido.
Já a unidade de Pinheiros funciona como padaria e cafeteria, com atendimento à mesa e oferta mais ampla de itens do cardápio. O espaço foi pensado para consumo no local, especialmente para quem deseja experimentar o pão delícia ainda quente.
Juliana afirmou que a identidade da marca se inspira em referências da Bahia, desde a receita até a ambientação das casas. “Muita gente questiona por que a Oxe é uma padaria baiana. E a resposta vai muito além do sabor. A história da Oxe começa com minhas raízes, memórias e afetos”, compartilhou.
A unidade da Vila Olímpia mantém serviço de delivery de terça a sábado, das 9h às 17h, enquanto o café funciona de quinta a sábado, das 10h às 17h. Já a casa de Pinheiros abre de terça a sábado, das 8h às 17h, e, aos domingos, das 8h às 14h.
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Um padre ficou ferido após o veículo, que conduzia, invadir uma padaria em Jequié, no Médio Rio de Contas, Sudoeste baiano. A suspeita é que o veículo tenha sofrido uma pane nos freios. Segundo o Blog do Marcos Frahm, a vítima foi identificada como Padre Luiz Porcari, vigário da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. O idoso foi socorrido para o Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié, onde permanece internado.

Foto: Reprodução / Blog do Marcos Frahm
A suspeita é que ele tenha sofrido uma fratura no fêmur [coxa], e o estado de saúde dele é considerado estável, sem riscos. O fato ocorreu na noite do último sábado (19) na localidade de Baixa do Bonfim, região do bairro Jequiezinho. No acidente, a padaria ficou destruída. Ainda não se sabe o prejuízo causado.
Moradores do bairro de Vila Laura, em Salvador, montaram uma padaria dentro de um apartamento em um condomínio. Com o empreendimento, os vizinhos começaram a reclamar muito de barulho e de bastante movimentação.
“É o tempo todo um movimento imenso nos corredores, um barulho ‘retado’, uma algazarra, crianças correndo para um lado, para o outro”, reclamou um dos moradores ao BA TV.
Ainda segundo os vizinhos à Rede Bahia, o condomínio tentou um acordo com os donos da padaria, para que eles pudessem transferir a panificadora para a garagem, onde existem outras vendas também, no entanto, a proposta foi negada.
A Prefeitura informou já ter notificado o dono do imóvel, mas o serviço não foi interrompido.
Em imagens feitas pelos vizinhos, é possível ver as prateleiras com presuntos e produtos no meio da sala de televisão.
Ainda segundo moradores, a situação, no 14º andar, da torre quatro, acontece desde o início da pandemia da Covid-19, quando começaram a vender os produtos de padaria dentro do apartamento.
Além da denúncia de barulho, os moradores falam sobre a exposição de alimentos, sem a refrigeração correta. "A situação tem sido criticada por quem vive no condomínio, que conta com quatro torres. Os condôminos do 14º andar, da torre quatro, desde o início da pandemia da Covid-19, começaram a vender os produtos de padaria dentro do apartamento."
O problema se agravou de uma maneira que um vizinho precisou se mudar por conta da concentração de pessoas no local. “Ficou inviável porque eu tenho um filho muito pequeno. A concentração de pessoas foi muito grande no andar e doenças acometeram o meu filho”, disse.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.