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Conheça a Oxe Pãozinho, padaria regional fundada pela empreendedora baiana Juliana Sena em São Paulo
Em meio ao ritmo acelerado da cidade de São Paulo, uma receita nascida nas cozinhas da Bahia abriu caminho para uma história que começa na saudade de casa, atravessa os dias de incerteza da pandemia e desemboca em duas casas dedicadas a uma das receitas mais conhecidas das festas no estado. À frente desse intercâmbio gastronômico está a empresária baiana Juliana Sena, criadora da padaria Oxe Pãozinho, negócio que nasceu de testes caseiros e hoje funciona nos bairros da Vila Olímpia e de Pinheiros, levando o pão delícia a novos endereços na capital paulista.
A história da padaria começa durante a pandemia, quando Juliana, durante um período de desemprego, passou a cozinhar em casa. Entre diferentes receitas testadas naquele período, o pão delícia acabou ganhando um papel central no que se tornaria o negócio.
“Para quem não sabe, eu amo cozinhar, e gastronomia era minha primeira opção de curso da faculdade, mas a vida se encarregou de me levar para outro lado, e, na pandemia, desempregada, eu senti uma saudade absurda de casa”, contou Juliana nas redes sociais. Segundo ela, o preparo da receita despertou uma sensação difícil de traduzir. “Essa receita me tocou de uma forma diferente, uma forma que até hoje é difícil explicar”.
Antes de começar a vender, Juliana decidiu fazer um teste de prova com pessoas do seu círculo social. Caixas de pãezinhos foram enviadas a parentes baianos que vivem na capital paulista. Foi assim que uma publicação nas redes sociais com a frase “Pão Delícia em São Paulo” despertou o interesse de pessoas que queriam experimentar a receita de Juliana.
A empreendedora contou que a iniciativa surgiu sem a intenção de se tornar um negócio a longo prazo. “Eu criei a marca no Canva mesmo, sem muita cerimônia, porque, na minha cabeça, isso ia durar um mês. Seria algo passageiro até eu conseguir um novo emprego”. A produção inicial era feita manualmente, com etapas executadas pela própria Juliana. “Eu batia a massa na mão, ralava o queijo manualmente, era exaustivo”, lembrou.
Com o tempo, as encomendas cresceram por meio do boca a boca dos clientes. Sendo assim, ela resolveu investir no próprio empreendimento ao comprar uma batedeira. “Lembro que chegou um momento em que eu estava tão exausta que falei: vou investir meus 300 reais de rescisão em uma batedeira”, explicou.
Hoje, a operação da Oxe Pãozinho se divide em dois formatos: na unidade da Vila Olímpia funciona a fábrica da marca, além do espaço voltado para encomendas maiores destinadas a empresas, eventos e pedidos feitos com antecedência. O endereço também oferece um café com atendimento no balcão e cardápio reduzido.
Já a unidade de Pinheiros funciona como padaria e cafeteria, com atendimento à mesa e oferta mais ampla de itens do cardápio. O espaço foi pensado para consumo no local, especialmente para quem deseja experimentar o pão delícia ainda quente.
Juliana afirmou que a identidade da marca se inspira em referências da Bahia, desde a receita até a ambientação das casas. “Muita gente questiona por que a Oxe é uma padaria baiana. E a resposta vai muito além do sabor. A história da Oxe começa com minhas raízes, memórias e afetos”, compartilhou.
A unidade da Vila Olímpia mantém serviço de delivery de terça a sábado, das 9h às 17h, enquanto o café funciona de quinta a sábado, das 10h às 17h. Já a casa de Pinheiros abre de terça a sábado, das 8h às 17h, e, aos domingos, das 8h às 14h.
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Um padre ficou ferido após o veículo, que conduzia, invadir uma padaria em Jequié, no Médio Rio de Contas, Sudoeste baiano. A suspeita é que o veículo tenha sofrido uma pane nos freios. Segundo o Blog do Marcos Frahm, a vítima foi identificada como Padre Luiz Porcari, vigário da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. O idoso foi socorrido para o Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié, onde permanece internado.

Foto: Reprodução / Blog do Marcos Frahm
A suspeita é que ele tenha sofrido uma fratura no fêmur [coxa], e o estado de saúde dele é considerado estável, sem riscos. O fato ocorreu na noite do último sábado (19) na localidade de Baixa do Bonfim, região do bairro Jequiezinho. No acidente, a padaria ficou destruída. Ainda não se sabe o prejuízo causado.
Moradores do bairro de Vila Laura, em Salvador, montaram uma padaria dentro de um apartamento em um condomínio. Com o empreendimento, os vizinhos começaram a reclamar muito de barulho e de bastante movimentação.
“É o tempo todo um movimento imenso nos corredores, um barulho ‘retado’, uma algazarra, crianças correndo para um lado, para o outro”, reclamou um dos moradores ao BA TV.
Ainda segundo os vizinhos à Rede Bahia, o condomínio tentou um acordo com os donos da padaria, para que eles pudessem transferir a panificadora para a garagem, onde existem outras vendas também, no entanto, a proposta foi negada.
A Prefeitura informou já ter notificado o dono do imóvel, mas o serviço não foi interrompido.
Em imagens feitas pelos vizinhos, é possível ver as prateleiras com presuntos e produtos no meio da sala de televisão.
Ainda segundo moradores, a situação, no 14º andar, da torre quatro, acontece desde o início da pandemia da Covid-19, quando começaram a vender os produtos de padaria dentro do apartamento.
Além da denúncia de barulho, os moradores falam sobre a exposição de alimentos, sem a refrigeração correta. "A situação tem sido criticada por quem vive no condomínio, que conta com quatro torres. Os condôminos do 14º andar, da torre quatro, desde o início da pandemia da Covid-19, começaram a vender os produtos de padaria dentro do apartamento."
O problema se agravou de uma maneira que um vizinho precisou se mudar por conta da concentração de pessoas no local. “Ficou inviável porque eu tenho um filho muito pequeno. A concentração de pessoas foi muito grande no andar e doenças acometeram o meu filho”, disse.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.