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ouro
A Seleção Brasileira de judô começou sua participação no Grand Prix de Lima, no Peru, com três medalhas e terminou o primeiro dia na liderança do quadro geral. Michel Augusto, na categoria até 60 kg, e Rafaela Rodrigues, até 52 kg, conquistaram o ouro, enquanto Jéssica Lima ficou com o bronze nos 57 kg.
Michel Augusto abriu a sequência de medalhas brasileiras. Na decisão dos 60 kg, o judoca derrotou o norte-americano Jonathan Yang, depois de superar Christopher Velazco, também dos Estados Unidos, na semifinal.
"Foi a primeira vez que fui campeão de um Grand Prix, então isso vai me motivar para as próximas competições. Já estamos acostumados a lutar aqui por conta das competições Pan-Americanas, mas foi um torneio muito duro. Enfrentei adversários como o Yang na final, contra quem eu já tinha perdido, e hoje saio com a medalha de ouro. É um gosto muito bom", disse o medalhista.
Aos 19 anos, Rafaela Rodrigues garantiu o segundo ouro do Brasil. Na final dos 52 kg, a brasileira saiu atrás diante da porto-riquenha Francine Echevarria, que marcou um yuko no início do combate. Rafaela reagiu e conseguiu a virada com um ippon, assegurando o título.
Já Jéssica Lima terminou a competição com a medalha de bronze nos 57 kg, após enfrentar a britânica Acelya Toprak. O Brasil ainda colocou outros três atletas no bloco final. Clarice Ribeiro (48 kg), Diego Ismael (60 kg) e Ronald Lima (66 kg) terminaram suas respectivas categorias na quinta posição.
Aos 87 anos, faleceu, nesta quinta-feira (13), o campeão mundial de basquete com a Seleção Brasileira em 1963, Carlos Massoni, o Mosquito. O atleta também conquistou duas medalhas olímpicas de bronze. A primeira alcançada em 1960, em Roma, e a segunda em 1964, em Tóquio.
"A Confederação Brasileira de Basketball lamenta a perda irreparável de um herói do basquete brasileiro, desejando seus pêsames e abraçando neste momento de dor todos os amigos e familiares de Mosquito. Sua história e seu legado são eternos, ecoando por gerações de futuros basqueteiros", escreveu a CBB em sua conta oficial no Instagram.
Mosquito iniciou sua trajetória vestindo a camisa da Associação Atlética São Paulo e se profissionalizou no Palmeiras. Além do ouro conquistado no Mundial de 1963. Carlos Massoni também se destacou pelo bronze na Copa do Mundo de 1967 e o prata da edição de 1970. Nos jogos Pan-Americanos, foi ouro em Cali 1971, prata em São Paulo 1963 e bronze em Chicago 1959.
Massoni também defendeu o escudo do Sírio, vestiu a camisa da Portuguesa e encerrou sua carreira de atleta pelo São Caetano. Formado em educação física, ele atuou como técnico e professor até se aposentar.
As exportações do estado da Bahia alcançaram a marca de US$ 1,09 bilhão no mês de julho de 2026, o que representa um crescimento de 16,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
O desempenho positivo foi impulsionado sobretudo pelos embarques de soja, com a colheita recorde, e pelas vendas do setor de mineração, em especial o ouro, demandado globalmente em um cenário de tensões geopolíticas, incertezas econômicas e compras por bancos centrais.
Os dados foram analisados e divulgados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria de Planejamento do Estado (Seplan), com base nos registros da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Além da alta do volume físico exportado (quantum), que cresceu 5,8% no mês e reverteu a trajetória de queda observada em junho e no primeiro semestre, o comércio exterior baiano beneficiou-se de uma elevação de 9,8% no preço médio dos produtos vendidos ao exterior.
SETORES E TRANSFORMAÇÕES
A indústria extrativa apresentou uma expansão de 84,4%, alavancada pelas receitas do ouro. De acordo com a SEI, a alta nas cotações e no interesse pelo metal precioso decorre de incertezas fiscais e inflacionárias globais, processos de desdolarização estratégica de reservas internacionais e busca por segurança em momentos de aversão ao risco.
Itens mencionados | Fotos: Reprodução / Agência Brasil / Isac Nóbrega / PR
Em contrapartida, a indústria de transformação teve retração de 18% no volume faturado em julho. Os fatores determinantes para essa queda foram:
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Derivados de petróleo: queda acentuada de 88,1% nos embarques;
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Papel e celulose: retração na produção devido a paradas técnicas de manutenção e recomposição de estoques;
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Derivados de cacau: desvalorização nos preços internacionais após um ciclo prolongado de cotações elevadas, que reduziu a demanda global.
SETORES E TRANSFORMAÇÕES
As exportações baianas com destino aos Estados Unidos saltaram 39,6% em julho na comparação interanual, passando de US$ 58,4 milhões para US$ 81,5 milhões — montante correspondente a 7,5% de toda a pauta exportadora da Bahia no mês.
Foto ilustrativa: reprodução / Inteligência Artificial (Gemini).
Apesar de o acumulado dos sete primeiros meses de 2026 indicar uma queda de 7,2% no comércio com os norte-americanos, o pico de vendas em julho é atribuído à antecipação de remessas por exportadores, diante da confirmação do anúncio de uma nova rodada de sobretaxas tarifárias impostas pelos EUA, que entraram em vigor a partir de 29 de julho.
O Brasil iniciou com destaque a disputa do Campeonato Pan-Americano de Canoagem Slalom, realizado neste sábado (1º), em Kananaskis, no Canadá. A delegação brasileira encerrou o primeiro dia de competições com seis medalhas, sendo três de ouro, duas de prata e uma de bronze.
O principal nome da equipe foi Ana Sátila, que conquistou dois títulos. A brasileira venceu a prova do C1 Feminino com o tempo de 99.13s e também ficou com a medalha de ouro no K1 Feminino, ao completar a descida em 99.74s. No masculino, Pepê Gonçalves garantiu mais um ouro para o Brasil ao vencer o K1 Masculino em 92.44s.
Omira Estácia também subiu ao pódio em duas oportunidades. Ela conquistou a medalha de prata no K1 Feminino, com o tempo de 103.67s, e ficou com o bronze no C1 Feminino ao registrar 109.40s. Já Kauã Luiz completou a participação brasileira com a prata no C1 Masculino, após marcar 98.24s.
Além das medalhas, o Pan-Americano distribui pontos para o ranking mundial e vagas para os Jogos Pan-Americanos de Lima 2027, sendo uma etapa importante da preparação dos atletas para o ciclo olímpico que culminará nos Jogos de Los Angeles 2028.
Isaquias Queiroz voltou ao lugar mais alto do pódio no Campeonato Pan-Americano de Canoagem Velocidade, disputado em Montreal, no Canadá. Nesta terça-feira (14), o brasileiro venceu a final do C1 masculino 500m com o tempo de 1min46s20 e garantiu sua segunda medalha de ouro na competição.
Na decisão, Isaquias superou o canadense Alix Plomteux, que ficou com a prata, e o argentino Aramis Ayala, terceiro colocado.
Após a prova, o canoísta comemorou o desempenho e destacou a dificuldade da disputa. "A temporada foi um pouco fora do comum, mas nos 1000m fiz uma grande prova ontem, melhor do que imaginava. Hoje foi pegado, o canadense veio rápido na saída. Depois controlei ao lado dele e no final dei uma subidinha para ultrapassá-lo. Estou feliz com o resultado. Agora é descansar porque ainda tem o C2. Obrigado pela torcida. Daqui a pouco tem o Mundial, que será muito importante para a gente”, declarou.
Na segunda-feira (13), Isaquias já havia conquistado o ouro no C1 masculino 1000m. Antes disso, no fim de semana, o brasileiro também subiu ao pódio ao conquistar a medalha de prata no C4 500m, ao lado de Filipe Vieira, Mateus Nunes e Jacky Godmann.
Neste domingo (21), a ginasta brasileira Rebeca Andrade conquistou a medalha de ouro na prova do salto do Pan-Americano de Ginástica Artística, disputado no Rio de Janeiro
Última atleta a se apresentar na final, Rebeca alcançou média de 14,433 pontos e garantiu o lugar mais alto do pódio. O resultado marca o retorno da brasileira às competições internacionais após um longo período de afastamento.
Esta foi a primeira participação de Rebeca em um evento oficial desde setembro de 2024. Após disputar o Campeonato Brasileiro pelo Flamengo, a ginasta optou por interromper a agenda competitiva para tratar dores físicas e dedicar um período à recuperação mental.
Após a conquista, a campeã olímpica celebrou o momento especial vivido na carreira.
“Mostra que estou de volta, que vale a pena, que estou tranquila e que ainda posso entregar o melhor. E que eu tenho de treinar mais também, né? (risos) Isso faz parte, está tudo certo. Estou muito feliz, estou no lugar certo”, afirmou.
Além do ouro conquistado por Rebeca, o Brasil também subiu ao pódio no solo masculino. Vitaliy Guimarães garantiu a medalha de bronze, enquanto o guatemalteco Jorge Vega ficou com o ouro e o colombiano Ángel Barajas levou a prata.
Um homem de 27 anos foi preso nesta segunda-feira (18), no Centro Histórico de Salvador, suspeito de integrar uma organização criminosa especializada em roubo, receptação e revenda de correntes de ouro furtadas na região da Barra. A prisão é mais um desdobramento da Operação Catena, deflagrada pela Polícia Civil na última quinta-feira (14).
De acordo com as investigações da 14ª Delegacia Territorial (DT/Barra), o suspeito atuava diretamente na execução dos assaltos contra turistas e frequentadores da região da Avenida Oceânica e do Porto da Barra.
A captura aconteceu nas proximidades da residência de parte dos investigados ligados ao grupo criminoso. Equipes do Serviço de Investigação da 14ª DT realizavam monitoramento na região quando localizaram e prenderam o homem.
O suspeito foi encaminhado para a Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter), onde teve o mandado de prisão preventiva cumprido. Ele permanece custodiado à disposição da Justiça.
As investigações continuam para localizar e prender outros envolvidos no esquema.
Durante os desdobramentos da Operação Catena, sete investigados já haviam sido presos. A ação também resultou na apreensão de mais de R$ 20 mil em espécie, joias, reagentes e pedras usados para teste de ouro, além de agendas com anotações sobre a comercialização dos materiais, sacos para armazenamento das peças e balanças de precisão.
Os atletas que subirem ao pódio durante os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina podem receber as medalhas mais caras da história. Isso se deve à forte valorização dos metais preciosos nos últimos anos.
De acordo com cálculos da CNN, desde os Jogos Olímpicos de Paris, o ouro acumulou alta de 107% e a prata de 200%. Com isso, o valor da medalha de ouro chega a cerca de 2.300 dólares — o que equivale a aproximadamente 12,1 mil reais.
O valor é mais do que o dobro do registrado nos Jogos de Verão, onde o custo do metal da medalha dos campeões era estimado em cerca de 950 dólares (aproximadamente 5 mil reais na cotação atual). Já a medalha de prata tem valor estimado em US$ 1.400, ou aproximadamente R$ 7,4 mil, quase três vezes acima do custo material observado em Paris.
Ao todo, mais de 700 medalhas serão entregues nos Jogos de Inverno, todas produzidas com metais reciclados.
COMPOSIÇÃO DAS MEDALHAS
Apesar do nome, as medalhas olímpicas de ouro não são feitas de ouro maciço desde os Jogos de Estocolmo, em 1912.
Se os padrões de fabricação forem mantidos os mesmos dos últimos Jogos de Verão, a composição do item contará com 6 gramas de ouro puro em cada medalha. Com um peso total médio de 529g, cerca de 92,5% da medalha de ouro é, na verdade, feita de prata.
Hugo Calderano garantiu mais uma medalha de ouro no Campeonato Pan-Americano de Tênis de Mesa. Após vencer nas duplas mistas ao lado de Bruna Takahashi, o brasileiro levou também o título individual nesta quarta-feira (15), em Rock Hill, nos Estados Unidos. Na decisão, superou o norte-americano Kanak Jha por 4 sets a 1, com parciais de 11/6, 11/6, 9/11, 12/10 e 11/9.
Com o resultado, Calderano chegou ao sexto título pan-americano da carreira, o quinto consecutivo na disputa de simples.
“Definitivamente, é a melhor temporada da minha carreira até aqui. Tive grandes resultados esse ano e espero seguir em frente buscando outros para o Brasil e o nosso continente. Estou muito feliz”, afirmou o atleta após a vitória.
Principal cabeça de chave do torneio, o brasileiro teve uma campanha dominante. Estreou na segunda rodada vencendo o salvadorenho Diego Orantes por 4 a 0. Nas fases seguintes, superou o paraguaio Marcelo Aguirre e o norte-americano Sid Naresh, ambos por 4 a 1. Na semifinal, derrotou o chileno Nicolas Burgos por 4 a 2 e avançou à final.
Entre as mulheres, Bruna Takahashi ficou com a prata. A brasileira foi superada pela porto-riquenha Adriana Díaz, que venceu a decisão por 4 a 0, com parciais de 11/7, 11/8, 15/13 e 11/4, ficando com o título da competição.
O Brasil brilhou nesta quinta-feira (2) no Mundial Paralímpico de Atletismo, em Nova Déli, na Índia, com duas conquistas marcadas por quebras de recorde. Wanna Brito venceu o arremesso de peso F32 com 8,49m, superando em mais de 30 centímetros a própria marca mundial que já lhe pertencia (8,18m). A atleta se tornou bicampeã da prova, repetindo o ouro de Kobe 2024.
Nos 1.500m T20, Antônia Keyla também fez história. A corredora superou a polonesa Barbara Bieganowska-Zajac, multicampeã paralímpica, e estabeleceu um novo recorde mundial ao cruzar a linha de chegada em 4min19s22, quase quatro segundos abaixo da antiga melhor marca (4min23s37). A brasileira garantiu seu primeiro título em Mundiais.
Os resultados ajudaram o Brasil a disparar na liderança do quadro geral, com 12 ouros, 16 pratas e sete bronzes, somando 36 medalhas. Mais cedo, Maria Clara Augusto e Bartolomeu Chaves também haviam subido ao topo do pódio, enquanto Thomaz Ruan e Thiago Paulino ficaram com a prata. O desempenho reforça a meta da delegação de superar o recorde de 47 medalhas conquistadas em Paris 2023.
A China aparece em segundo lugar, com 27 medalhas, oito de ouro, 10 de prata e nove de bronze. As disputas seguem até domingo (5), último dia do Mundial.
O Brasil encerrou com destaque a segunda edição do Sul-Americano de Corridas de Rua ao garantir medalhas nas três provas do torneio. Com seis atletas da parceria Praia Clube/Cemig/Exército/Futel, a delegação brasileira subiu ao pódio em todas as distâncias.
Na meia maratona, os baianos Núbia de Oliveira Silva e Fábio Jesus Correia ficaram com o ouro. Núbia completou a prova em 1h16min08 e também venceu a 27ª Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro CAIXA, realizada paralelamente. A equipe brasileira ainda foi campeã geral por equipes, superando Colômbia e Uruguai.
“Ser campeã Sul-Americana em nosso país é motivo de honra e gratificação, após muito suor derramado e coragem. Foi uma prova com muita oscilação de ritmo, mas Deus me deu força e consegui ser campeã. Faltando três quilômetros corri com o coração, numa prova totalmente de superação”, declarou Núbia.
Nos 5 km, Tatiane Raquel da Silva venceu entre as mulheres com 16min18, enquanto Walace Evangelista Caldas garantiu o título masculino com 14min24. O também brasileiro Gleison da Silva Santos terminou apenas um segundo atrás e ficou com a medalha de prata.
Na milha feminina, Jully Ferreira conquistou o bicampeonato sul-americano com 4min41s06, estabelecendo novo recorde brasileiro. A atleta já havia vencido em 2024, em Assunção, no Paraguai, quando marcou 4min46s61.
A prova masculina da milha teve domínio total do Brasil, com André Carlos Souza Sales (3min59s00) no primeiro lugar, seguido por Guilherme Kurtz (4min00s00) e Thiago do Rosário André (4min01s00), que completaram o pódio.
A Polícia Rodoviária Federal apreendeu 103 kg de ouro em uma abordagem a uma caminhonete nesta segunda-feira (4), em Boa Vista, capital de Roraima. O material foi encontrado dividido em barras. O valor avaliado ficou em torno de R$ 61 milhões pela cotação atual do Banco Central.
Segundo o G1, o motorista do carro, de 30 anos, foi preso. A corporação comunicou que a apreensão do ouro foi a maior registrada no país.
As barras de ouro estavam escondidas na parte no painel e em outros compartimentos do carro.
"Fizemos a abordagem e, ao verificar o interior do carro, percebemos sinais de que algumas partes haviam sido mexidas. Isso nos levou a aprofundar a inspeção. Esses veículos geralmente fazem parte de rotas já mapeadas, mas a PRF está sempre patrulhando e utilizando técnicas policiais para identificar comportamentos suspeitos. Foi o caso dessa abordagem", disse o agente da PRF, Rodrigo Magno.
O karateca Paulo Sérgio Nunes Pereira foi destaque no 6º Campeonato Pan-Americano de Karatê Shotokan, realizado entre os dias 24 e 27 de julho, em Vitória (ES). Natural de Salvador e atualmente residente no oeste baiano, ele conquistou a medalha de ouro na categoria kumite sênior (44 a 49 anos), representando a Bahia.
Além do título na modalidade de combate, Paulo também subiu ao pódio em outras duas disputas. Ao lado dos filhos, Júlio César e Ícaro Luís, conquistou a medalha de prata no kata em família. No kata individual, garantiu o bronze. Júlio e Ícaro ainda levaram a prata no kumite por equipe, contribuindo para o bom desempenho da delegação baiana.
Com cerca de 300 atletas de 10 países das Américas, o torneio contou com provas individuais e por equipe nas modalidades de kata e kumite. A competição também foi marcada por um seminário técnico com instrutores renomados, como Masao Kagawa (9º DAN, JKS) e Kosho Kanayama (7º DAN, JKS).
Paulo Sérgio é fundador da Associação de Karatê Tigres & Dragões, que atua nos municípios de São Félix do Coribe e Santa Maria da Vitória, utilizando a arte marcial como ferramenta educativa e de inclusão social.
“Foi uma emoção enorme conquistar essa medalha. Representar a Bahia e trazer esse ouro para nosso estado é algo que me enche de orgulho”, afirmou. “Essa vitória não é só minha, é de todos os meus alunos, da minha família, dos colegas que treinam comigo e da nossa comunidade que me apoia todos os dias”, completou.
Ao comentar a prova em família, o atleta também destacou o reconhecimento recebido: “Ficamos em segundo lugar, por apenas dois décimos, atrás de uma família do Chile, mas recebemos muitos elogios. Ganhei até camisas das delegações do Chile e da Argentina como lembrança. Isso mostra que nosso trabalho está sendo reconhecido além das fronteiras”.
Paulo já se prepara para o Campeonato Nacional, previsto para outubro, no Maranhão. Em caso de nova medalha, poderá integrar a seleção brasileira no Mundial de Karatê, que deve ser realizado ainda este ano.
O brasileiro Gui Khury brilhou mais uma vez no skate vertical e conquistou, na última sexta-feira (27), a medalha de ouro nos X-Games de Salt Lake City, em Utah, nos Estados Unidos. Aos 16 anos, o curitibano alcançou seu oitavo título na competição, ampliando o recorde de ouros entre atletas adolescentes no evento.
Khury garantiu o topo do pódio ao atingir a nota 91.33 em sua segunda volta, das três que teve direito. A apresentação lhe rendeu aplausos calorosos do público presente na pista.
Com o resultado, o skatista brasileiro deixa para trás a marca da esquiadora Kelly Sildaru, que tinha seis ouros e era até então a recordista entre jovens atletas nos X-Games. Além dos oito ouros, Gui também soma quatro pratas e dois bronzes no tradicional circuito de esportes radicais.
O pódio da competição foi completado pelo norte-americano JD Sanchez, com a nota 88.66, que ficou com a prata, e pelo japonês Ema Kawakami, de apenas 10 anos, que garantiu o bronze com 86.33.
O conjunto brasileiro de ginástica rítmica conquistou neste domingo (11) a medalha de ouro na prova de cinco fitas da etapa de Portimão da Copa do Mundo. A equipe formada por Duda Arakaki, Nicole Pircio, Maria Paula Caminha, Mariana Gonçalves e Ana Luiza Franceschi alcançou a maior nota da temporada na modalidade: 26,700 pontos.
A apresentação foi praticamente sem falhas e garantiu ao Brasil uma vantagem expressiva sobre as demais equipes. A Espanha ficou com a prata, com 23,050 pontos, e os Estados Unidos levaram o bronze, com 20,150.
O resultado confirma o bom momento do conjunto brasileiro, que já havia vencido a prova geral no sábado (10), feito inédito na história do país. Na sexta-feira (9), a equipe liderou a fase classificatória com 25,200 pontos e, na final, superou inclusive a marca da China, atual campeã olímpica, que havia somado 25,350 pontos na etapa de Baku, em abril.
O Brasil intensifica a preparação para o Campeonato Mundial da modalidade, que será realizado pela primeira vez no país. O evento acontecerá no Rio de Janeiro, entre os dias 20 e 24 de agosto.
Um vulcão de gelo, localizado na Antártica, chamou a atenção da comunidade científica por expelir cerca de R$ 30 mil em ouro por dia. O monte de quase 4.000 metros de altura é o vulcão localizado mais ao sul do mundo e joga cerca de 80 gramas de ouro na atmosfera todos os dias.
De acordo com reportagem do portal giz_br, a Universidade de Columbia, dos Estados Unidos, divulgou um estudo no qual detalha que o vulcão, chamado de Monte Erebus, expele uma espécie de poeira de ouro. A explicação da universidade é que os gases do vulcão contêm minúsculos cristais de ouro metálico. A estimativa é de que esses cristais possuem cerca de 20 micrômetros de tamanho (a milésima parte de um milímetro).
De acordo com os cientistas, essas partículas viajam por uma longa extensão, uma vez que pesquisadores relataram tê-las encontrado a cerca de 1.000 quilômetros de distância do Monte Erebus. O ouro do vulcão, embora não seja viável para mineração, devido à sua localização remota e condições geológicas extremas, levanta questões sobre os processos geológicos que acarretam na concentração de metais preciosos em grandes quantidades.
O monte Erebus fica localizado na ilha de Ross e é um dos mais ativos vulcões do mundo. O Erebus se encontra a 3.794 metros do nível do mar e o seu cume contém um lago de lava permanente que registra, diariamente, erupções explosivas. Em 2005, cientistas observaram pequenas erupções de cinzas e um fluxo de lava escorrendo do lago.
O monte foi descoberto em 1841 pelo explorador polar Sir James Clark Ross. Foi ele quem batizou o vulcão, bem como o monte Terror, também localizado na Antártica. Érebo e Terror eram os nomes dos navios que Ross levou para os mares polares. Na mitologia grega, Érebo é a personificação das trevas e da escuridão.
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (19) a Operação Insistência contra um garimpo ilegal de ouro em Santaluz, na região sisaleira. Dois mandados de busca e apreensão são cumpridos durante a operação. Segundo a PF, pelo menos desde 2009, a lavra clandestina ocorria em um imóvel situado a 23 km da sede de Santaluz.
O mesmo local já tinha sido alvo de uma operação há dez anos, e outra neste ano, no caso pela Agência Nacional de Mineração. Mesmo assim, a exploração de ouro sem licenciamento ambiental persistia na região, em especial nos locais conhecidos como Garimpos Trechão e Serra Branca.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Ainda segundo a PF, a prática ilegal pode causar grande impacto para a saúde humana e para o meio ambiente local, tendo em vista a utilização ilícita de mercúrio e de explosivos nos garimpos.
Cerca de vinte policiais federais cumprem os mandados, que foram expedidos pela 2ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Feira de Santana. Os investigados poderão responder pelos crimes de usurpação de bens da União, associação criminosa, posse de artefatos explosivos, extração ilegal de recursos minerais e uso/armazenamento ilícito de substância tóxica, perigosa e nociva.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Caso sejam condenados, os investigados podem ter penas de até 19 anos de reclusão.
Na prova de salto sobre a mesa dos Jogos Pan-Americanos de Santiago, no Chile, a brasileira Rebeca Andrade faturou a medalha de ouro nesta terça-feira (24). Essa foi a primeira medalha de ouro de Rebeca, que já é campeã olímpica e mundial, em uma edição de Jogos Pan-Americanos.
Com uma média de 14.983, a brasileira superou a estadunidense Jordan Chiles (14.150), e Natalia Escalera (13.333), do México, que terminaram com a prata e o bronze.
Após apresentações das adversárias, Rebeca Andrade ficou por último, indo para os dois saltos após todas as notas restantes. Jordan Chiles liderava a prova com média de 14.150. No entanto, a estadunidense ficou para trás com dois grandes saltos de Rebeca Andrade, que cravou as duas aterrisagens. Ovacionada pela torcida presente em Santiago, a brasileira somou uma nota de 14.983, garantindo mais uma medalha de ouro para o Brasi no Pan-Americano.
O PRIMEIRO OURO DE REBECA NOS JOGOS PAN-AMERICANOS ????
— Time Brasil (@timebrasil) October 24, 2023
Campeã olímpica, campeã mundial e, agora, campeã pan-americana no Salto! ????????
Com 14.983, Rebeca Andrade conquista a medalha de ouro no aparelho em sua primeira participação em Jogos Pan-americanos. Sou MUITO fã ???? pic.twitter.com/b0ggGMh4vu
O Governo Federal enviou ao Congresso brasileiro, nesta terça-feira (13), o Projeto de Lei que propõe novas regras para a compra, venda e transporte de ouro em todo o país. A proposição que visa alterar o cenário do comércio de ouro no Brasil, confirma as mudanças que já estavam sendo aprovadas em outras instâncias.
Em março deste ano, a Receita Federal já havia determinado a obrigatoriedade das notas fiscais eletrônicas na comercialização do ouro, que até então eram somente em papel. O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu no mês de abril a presunção da boa-fé. Na decisão, o Ministro Gilmar Mendes estabeleceu um prazo de 90 dias para o Poder Executivo instituir um novo marco normativo para o mercado de ouro, que pode chegar com o Projeto de Lei, caso a proposta seja tramitada em regime de urgência e for aprovada rapidamente.
A medida do governo vai ao encontro das propostas do Projeto de Lei 2159/22, apresentado pelo presidente da Funai, Joenia Wapichana.
“O Escolhas colaborou ativamente para a elaboração do PL da Joenia e temos informações de que o texto enviado pelo presidente, hoje, está bastante alinhado ao que já havia sido proposto. É com imenso alívio que vemos o governo tratar o tema da exploração de ouro ilegal com o cuidado que merece”, comemorou Larissa Rodrigues, gerente de portfólio do Escolhas, organização responsável pelo levantamento dos dados que têm pautado a discussão sobre a cadeia do ouro no país.
De acordo com Rodrigues, o PL do governo é mais um passo em direção ao estabelecimento de um sistema de rastreabilidade para o ouro brasileiro. Em 2022, o Escolhas já havia apresentado uma proposta com os controles necessários para a cadeia do ouro, de modo a garantir a rastreabilidade do metal de ponta a ponta.
“A apresentação do PL pelo governo é parte de uma série de ações que precisam ser tomadas para moralizar a cadeia do ouro no Brasil”, afirma Rodrigues.
Caso a proposição seja aprovada, o Brasil deixa de registrar marcas como a produção de 52,8 toneladas de ouro com indícios de ilegalidade – o que equivale a 54% da produção nacional – verificadas em 2021, segundo dados do Escolhas.
O Projeto de Lei visa também acabar com o comércio de ouro de garimpos realizado apenas com base na boa-fé dos envolvidos, sem a exigência de comprovação da origem legal do metal. Além disso, a matéria cria a Guia de Transporte e Custódia do Ouro, documento que deverá acompanhar todas as movimentações de ouro no país, proporcionando uma nova camada de segurança e fiscalização da origem.
A proposição ainda visa que donos das instituições financeiras que atuam na comercialização de ouro dos garimpos sejam também donos de garimpos ou tenham familiares nessa situação, o que criava conflito de interesses, inviabilizando controles efetivos
O ano é 1980, a expectativa é enriquecer e o destino é Serra Pelada. Localizada no interior do Pará, o maior garimpo dos últimos tempos é alvo de milhares de brasileiros afoitos por mudar de vida. Essa é a história do filme do diretor Heitor Dhalia, que, na adaptação para a televisão, sob a direção de núcleo de José Alvarenga Júnior, recebe nova edição e montagem. Na minissérie, Juliano (Juliano Cazarré) e Joaquim (Julio Andrade), amigos de infância inseparáveis, se mudam para o Pará a fim de vivenciar a "febre do ouro". A amizade e a cumplicidade ajudam na busca pelo precioso metal, mas a ambição e a obsessão por riqueza, diante da realidade no garimpo, pode mudar tudo na vida dos dois.
Sophie Charlotte, que vive a prostituta Tereza, foi uma das mais elogiadas. A começar pelo diretor Heitor Dhalia. "Ela estava em Nova Iorque e fez o teste pela internet. Quando rolou esse papo, já vi que ela faria o filme. Ela arrasou". Matheus Nachtergaele, que contracena com a jovem atriz, foi atrás: "Ela é muito corajosa. Fizemos algo ousado, mas ela estava totalmente disponível artisticamente", afirmou ele. Depois de tantos elogios, Sophie confessou que não sentiu desconforto, apesar de viver um papel completamente diferente de tudo que já fez. "Não houve constrangimento. Fiz sem julgar a personagem", disse. Nachtergaele, que vive o poderoso fazendeiro Carvalho, observou que uma "nova fenda" foi descoberta ao fazer o personagem. Ele contou que quebrou a barreira a princípio imposta pelo seu tipo físico e "aparente delicadeza" para compor o dono dos barrancos de Serra Pelada. "Quanto mais você trabalha, mais difícil fica mostrar essas diferenças ao público. Fiquei animado de fazer esse personagem por isso", comemorou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.