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operacao veritatis
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva evitou comentar a Operação Veritatis, deflagrada nesta quinta-feira (8) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-aliados do antigo mandatário do Palácio do Planalto. Em entrevista a rádio Itatiaia, em Minas Gerais, Lula foi evasivo ao tratar do tema.
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“É muito difícil um presidente da República comentar sobre uma operação da Polícia Federal que ocorre em segredo de justiça”, afirmou o petista. Apesar da cautela, o ex-presidente defendeu que sejam investigados os financiadores dos atos do dia 8 de janeiro de 2022, quando as sedes dos três Poderes da República foram depredadas. “Sabemos dos ataques à democracia. Precisamos saber quem financiou os acampamentos. Vamos esperar as investigações”, reafirmou.
Ainda assim, Lula disse esperar “que não ocorra nenhum excesso e seja aplicado o rigor da lei”, no mesmo tom utilizado por ele em outras oportunidades.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hilton Coelho
"O Guilherme Boulos está precisando de apoio dentro do PSOL. Ele defendeu que o PSOL participasse da federação com o PT e simplesmente 76% do PSOL disse não. Então, se tem alguém que está deslocado dentro do PSOL, não é o companheiro Ronaldo Mansur, é o companheiro Guilherme Boulos".
Disse o deputado estadual Hilton Coelho (PSol) afirmou nesta quinta-feira (24), durante a convenção da federação PSol-Rede, em Salvador, que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), está "deslocado" dentro do partido após a maioria dos filiados rejeitar a proposta de federação com o Partido dos Trabalhadores (PT).