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operacao sintonia
Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta quarta-feira (10) em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), Feira de Santana, Itaetê e Andaraí, as duas últimas na Chapada Diamantina.
As ações fazem parte da Operação Sintonia, que combate uma quadrilha que atua no trafico de drogas e lavagem de dinheiro na Chapada Diamantina. A ação foi deflagrada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), por meio do Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco) e da 1ª Promotoria de Justiça de Itaberaba, no Piemonte do Paraguaçu.
Além da Bahia, a operação também cumpre mandados em Aracaju (SE) como parte das investigações sobre o grupo com atuação na Chapada. Em todo país, no entanto, foram cumpridos 228 mandados de prisão e 223 mandados de busca e apreensão.
A ação é coordenada nacionalmente pelo Grupo Nacional de Combate ao Crime Organizado (Gncoc), com Forças Policiais de todo o Brasil, ocorre simultaneamente em 13 estados, conta com a participação de 43 promotores de Justiça ligados aos Gaecos do MP e com o apoio de mil policiais militares, civis, penais e rodoviários federais.
O objetivo da ação integrada é desarticular organizações criminosas violentas que atuam nas ruas e nos sistemas prisionais e efetivar prisões de integrantes e coletar provas das práticas delituosas apontadas pelo Ministério Público brasileiro.
Na Bahia, a operação teve o apoio do Batalhão de Operações Especiais e das Rondas Especiais da Polícia Militar do Estado da Bahia (Bope e Rondesp Metropolitana), da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Civil, da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado da Bahia (Seap).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.