Artigos
Trump recua, Irã capitaliza: o custo político da impulsividade
Multimídia
Niltinho diz que ida ao PSB dos egressos do PP foi descartada por risco a eleições de aliados
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
operacao serra dourada
Policiais federais deflagraram na manhã desta quarta-feira (17) a Operação Serra Dourada, que combate a mineração ilegal de ouro, em Santaluz. Segundo a Polícia Federal (PF), a ação é um desdobramento da Operação Garça Dourada, deflagrada em junho do ano passado.
Ao todo, os policiais cumprem 30 mandados de busca e apreensão em Santaluz, Tucano, na mesma região; e em São Paulo (SP). Nesta última fase da operação, a PF identificou comerciantes que adquirem o ouro extraído de forma ilegal na região para revender em outros estados, em forma de barra ou já transformados em joias.
Na operação de junho de 2023, a investigação apontava que os investigados – que praticavam a extração ilegal de ouro há anos – tinham evoluído no crime para a construção de laboratórios.
Nesses locais, eles recebem e refinam “rejeitos” de moagens executadas por garimpeiros ilegais, com processo químico industrial. O ouro é extraído do “rejeito” por meio da chamada lixiviação, com o uso de grande quantidade de cianeto de sódio.
A PF também informou que o uso ilícito de cianeto de potássio ou cianeto de sódio, substâncias altamente tóxicas e cuja compra e uso são controlados pelo Ministério do Exército, pode causar grande impacto para a saúde humana e para o meio ambiente local.
Os investigados vão responder pelos crimes de usurpação de bens da União, associação criminosa, posse de artefatos explosivos, extração ilegal de recursos minerais, uso/armazenamento ilícito de substância tóxica, perigosa e nociva e lavagem de dinheiro. Caso sejam condenados, eles podem ficar presos em até 29 anos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Vão vender o Brasil".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao criticar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência, ao comentar as disputas em torno dos minerais críticos e das terras raras brasileiras.