Artigos
Pelo fim da escala 6x1 para que tempo seja direito, não privilégio
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
operacao riachao em paz
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quinta-feira (16), a Operação Riachão em Paz 2025, cumprindo uma prisão e 16 mandados de busca e apreensão de drogas e aparelhos eletrônicos no município de Riachão do Jacuípe, no nordeste do estado.
A ação teve como alvo os bairros Alto do Cruzeiro e Bela Vista, áreas previamente identificadas pela inteligência policial como pontos de atuação de grupos criminosos ligados ao tráfico de drogas. As diligências visaram desarticular o tráfico local e coletar informações para investigações em andamento.
Durante a operação, que visa trazer mais segurança à comunidade, foram apreendidos:
- 95 porções de crack;
- 10 porções de cocaína;
- Porções de maconha;
- Oito aparelhos celulares e tablet.
Um indivíduo foi detido e conduzido à Delegacia Territorial de Riachão do Jacuípe para prestar depoimento e demais procedimentos legais. A operação foi conjunta, mas coordenada pela Delegacia Territorial local e contou com o apoio de diversas unidades especializadas da Polícia Civil.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.