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operacao midas
O influenciador digital Ramhon Dias está entre os presos pela Polícia Federal durante a deflagração da Operação Midas, que investiga o tráfico de armas, drogas e lavagem de dinheiro.
De acordo com o Informe Baiano, Dias foi preso em São Paulo. O influenciador seria um dos suspeitos de integrar uma organização criminosa voltada ao comércio ilegal de armamentos.
Segundo a publicação, o blogueiro seria responsável por atuar na aquisição, transporte e possível distribuição de armas de fogo, incluindo armamentos de uso restrito.
A operação, coordenada a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) de Ilhéus, com participação da Polícia Federal, Secretaria de Segurança Pública da Bahia, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal e do Ministério Público da Bahia, por meio do GAECO, está cumprindo 33 mandados judiciais.
Dias já havia sido preso antes durante a operação 'Falsas Promessas' e possui histórico de envolvimento com práticas ilícitas, incluindo crimes relacionados a armas e associação criminosa.
Até o final da manhã desta terça-feira (31), sete acusados de pertencerem à facção CV [Comando Vermelho] tinham sido presas na Bahia durante a Operação Midas, deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco/Ilhéus).

Plantação de maconha / Foto: Divulgação / Polícia Federal
Os suspeitos foram localizados em Camacan, no Sul baiano; Serrinha, na região sisaleira e Salvador. Outros mandados de prisão foram cumpridos nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Sergipe. Além das prisões, as equipes policiais realizaram apreensões, como armas de fogo, veículos, aparelhos celulares e documentos.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), a operação tem como objetivo desarticular um grupo com atuação interestadual, investigado por envolvimento com tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro. As investigações seguem em andamento.
As investigações começaram há mais de dois anos em Camacan e revelaram a ramificação da organização criminosa em diversas regiões do país. Segundo a pasta, o grupo enviava drogas e armas do Rio de Janeiro para a Bahia, enquanto remetia dinheiro e entorpecentes de maior valor agregado, como maconha do tipo “moonrock” e haxixe, no sentido inverso.
Além disso, a quadrilha teria fazendas de maconha no interior baiano, com plantas geneticamente modificadas, sistema de irrigação e maquinário importado. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Carlos
"!Então, já temos quatro mandatos e com uma nominata robusta, com capacidade de fazer cinco federais, com fé em Deus. Estaduais, também estamos na mesma meta".
Disse o vereador de Salvador, Luiz Carlos, que assumiu a coordenação de campanha do Republicanos após deixar a secretaria de Infraestrutura da capital baiana (Seinfra).