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operacao hydra
A Polícia Federal informou que, no âmbito da Operação Hydra, foi realizada uma prisão em flagrante por posse ilegal de arma de fogo no município de Paulo Afonso, no norte da Bahia. A detenção ocorreu durante o cumprimento das medidas relacionadas à operação. Não foram divulgados outros detalhes sobre as circunstâncias da prisão.
De acordo com a PF, as investigações indicam um prejuízo estimado em R$ 1,2 milhão. A apuração aponta que os investigados utilizavam documentos falsos para abrir contas bancárias em nome de terceiros. Em seguida, eram contratadas operações de crédito, com posterior realização de saques considerados ilícitos dos valores obtidos.
Além da capital baiana, os mandados foram cumpridos nos municípios de Camaçari e Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, Paulo Afonso, no norte do estado, e Itabuna, no sul da Bahia.
A Polícia Federal cumpriu, nesta quarta-feira (25), dez mandados de busca e apreensão durante a Operação Hydra, que investiga um grupo suspeito de aplicar fraudes contra a Caixa Econômica Federal na Bahia. As ações ocorreram em Salvador e em outros quatro municípios do estado.
De acordo com a PF, as investigações indicam um prejuízo estimado em R$ 1,2 milhão. A apuração aponta que os investigados utilizavam documentos falsos para abrir contas bancárias em nome de terceiros. Em seguida, eram contratadas operações de crédito, com posterior realização de saques considerados ilícitos dos valores obtidos.
Além da capital baiana, os mandados foram cumpridos nos municípios de Camaçari e Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, Paulo Afonso, no norte do estado, e Itabuna, no sul da Bahia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.