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operacao fake love
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), prendeu um homem de 42 anos na manhã desta terça-feira (6), durante a Operação Fake Love. O suspeito é investigado por estelionato e golpes financeiros contra mulheres em Feira de Santana e em outras localidades do Brasil.
Conforme o inquérito policial, o homem utilizava grupos em aplicativos de mensagens onde se identificava como líder religioso para estabelecer contato com as vítimas. A investigação aponta que o suspeito iniciava relacionamentos afetivos e solicitava transferências financeiras sob pretexto de confiança.
O investigado possui registros por crimes patrimoniais nos estados de Pernambuco, Sergipe, Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás. A apuração conduzida pela Polícia Civil atribui ao homem a prática de furto mediante fraude, estelionato, uso de documento falso e invasão de dispositivo informático.
Só no estado da Bahia, constam ocorrências na DRFR, na 1ª e 2ª Delegacias Territoriais (DTs) e na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Feira de Santana, além de registros nas 14ª e 16ª DTs, em Salvador Diante das evidências, a 1ª Vara Criminal de Feira de Santana expediu o mandado de prisão por estelionato.
O suspeito foi localizado em um imóvel no bairro Conceição e conduzido à unidade policial. Ele permanece custodiado à disposição do Poder Judiciário para o prosseguimento das medidas legais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Rui Costa
"Há uma regra definida, inclusive por decisão do plenário do STF, que estabelece o volume de emendas e como esse montante pode crescer. Tudo o que estiver fora do pactuado não será executado. A forma de não execução está em discussão: se será veto, bloqueio de recursos ou remanejamento, mas não será executado além do combinado, que é o que está previsto legalmente. Algo em torno de R$ 11 bilhões está acima do limite legal e do pactuado".
Disse o ministro da Casa Civil, Rui Costa ao afirmar que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda formas de barrar cerca de R$ 11 bilhões reservados pelo Congresso para o pagamento de emendas parlamentares no Orçamento de 2026.