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O delegado-geral da Polícia Civil, André Viana fez um balanço sobre a Operação Eirene II, deflagrada na manhã desta quarta-feira (16), que cumpriu 21 mandados de prisão na Bahia em meio a investigação contra um grupo acusado de tráfico de drogas e outros crimes, principalmente no Sudoeste baiano.
A ação conjunta, com a participação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia e as polícias Militar, Civil e Federal, realizou ações na Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Ao total, foram cumpridos 33 mandados de prisão nos quatro estados.
“Nessa operação, a FICCO foi muito feliz em efetuar 33 prisões de forma integrada em quatro estados, e concentrando as ações aqui na Bahia. Na Bahia, só na região de Jequié, em específico, nós tivemos nove prisões lá”, confirma. “Então, foram 21 prisões até agora na Bahia, são 33 prisões no total e as equipes ainda continuam empenhadas no sentido de efetuar mais prisões”, conclui.
A ação conjunta também atuou na asfixia financeira do grupo. A Justiça autorizou a constrição patrimonial de mais de R$ 12 milhões em ativos financeiros e bens vinculados aos investigados. Sobre isso, o delegado Viana destacou que esse viés de atuação é o “norte” das forças de segurança pública da Bahia.
“O golpe referente à asfixia financeira continua a ser o norte de todas as nossas instituições voltadas realmente ao que mais danifica, vamos dizer, a organização criminosa. E nós temos aí mais de milhões bloqueados, da mesma forma, com autorização judicial por parte da investigação coordenada pela FICCO”, garante.
André Viana ainda fez um balanço ainda sobre a 2ª Fase da Operação Ressonância, que realizou a devolução de imóveis recuperados pela Polícia.
“Nós tivemos também uma grande entrega hoje referente à Operação Ressonância, que foi a devolução de veículos, foram mais de 400 veículos recuperados e hoje nós fizemos a entrega desses veículos para a população. Então, assim, mais um por mais um ponto importante referente às ações policiais”, aponta.
A Operação Eirene II, deflagrada na manhã desta quarta-feira (16), visa desarticular uma organização criminosa com atuação na região Sudoeste da Bahia, em especial na cidade de Jequié e municípios vizinhos. A ação conjunta, que conta com a participação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia e as polícias Militar, Civil e Federal, cumpre mandados na Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Goiás.
Segundo as investigações, o grupo é envolvido com tráfico de drogas, posse e porte ilegal de armas de fogo, homicídios, extorsão, lavagem de dinheiro, entre outros crimes. Na Bahia, as ações ocorrem em Jequié, Mutuípe, Laje, Vitória da Conquista, Ilhéus, Itapetinga, Serrinha, Salvador e Brumado.
Além dos mandados, a Justiça autorizou a constrição patrimonial de mais de R$ 12 milhões em ativos financeiros e bens vinculados aos investigados.
Participam da Operação a FICCO-BA, Polícia Federal, a 9ª e 4ª Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior (Coorpin-BA), os Comandos de Policiamento da Região do Médio Rio de Contas, Recôncavo, Sudoeste e Sul, FICCO Ilhéus e as Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap-BA).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.