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Uma ação integrada entre a Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa) da Polícia Militar e o Ministério Público, terminada nesta terça-feira (9), resultou na apreensão de 18 armas de fogo e no resgate de 137 aves silvestres mantidas ilegalmente em cativeiro. A iniciativa concentrou esforços no enfrentamento a crimes contra a fauna e a flora em diversos municípios, com foco em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano.
As equipes atuaram de forma repressiva e fiscalizatória para combater a caça ilegal, o cativeiro irregular de animais, o desmatamento e a exploração clandestina de recursos florestais. Durante as diligências, as autoridades também acompanharam o cumprimento de notificações expedidas pelo Ministério Público Ambiental.
O monitoramento identificou áreas com indícios de supressão irregular de vegetação em Áreas de Preservação Permanente (APP). O mapeamento dessas regiões visa subsidiar a responsabilização dos infratores e garantir a integridade dos ecossistemas locais.
Além do resgate das aves e do recolhimento das armas de fogo, a Operação Bioma resultou na apreensão de insumos e produtos de origem ilícita. O balanço final da ação integrada contabilizou:
- 33 m³ de madeira nativa extraída ilegalmente (sendo cerca de 15 m³ da espécie Cedro);
- 4 kg de carne de animais silvestres;
- 1 motosserra;
- 2 armadilhas utilizadas para caça;
- Materiais diversos para recarga de munições.
De acordo com a comandante da Coppa, tenente-coronel Érica, a atuação conjunta reforça a importância de combater crimes que impactam diretamente o ecossistema regional.
"Os resultados representam vidas silvestres preservadas, impactos ambientais evitados e o fortalecimento da consciência de que os crimes contra o meio ambiente afetam diretamente a qualidade de vida das presentes e futuras gerações", conta a comandante.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".