Artigos
A dança como território de liberdade e transformação social
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
oncologista
A médica baiana Clarissa Mathias, oncologista de Salvador, foi incluída na lista das 100 mulheres mais influentes da oncologia em 2026, elaborada pela OncoDaily, publicação internacional especializada na área. O ranking reúne profissionais de diferentes países que se destacam pela atuação na assistência aos pacientes, pesquisa científica, liderança e defesa do acesso aos tratamentos contra o câncer.
Com atuação no Grupo Oncoclínicas e no Hospital Santa Izabel, Clarissa é especialista em oncologia torácica. Formada em Medicina pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), em 1991, a médica também possui residência em Oncologia e Hematologia nos Estados Unidos, doutorado em Medicina e Saúde pela UFBA e MBA em Gestão da Saúde pela FGV.
Ao longo da carreira, Clarissa ocupou posições de destaque no cenário nacional e internacional. Foi a primeira mulher brasileira a integrar o grupo global de especialistas da American Society of Clinical Oncology (ASCO) e presidiu a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) entre 2019 e 2021. Também esteve à frente do Grupo Brasileiro de Oncologia Torácica e participa de comitês internacionais ligados à oncologia, como os da IASLC e da ESMO.
A nova homenagem chega um ano após Clarissa receber o Prêmio SBOC de Protagonismo Feminino na Oncologia, em 2025. O reconhecimento destacou sua trajetória profissional, atuação em estudos clínicos e defesa da equidade de gênero e da presença feminina em posições de liderança na área.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.