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ocupacao de terras
O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) anunciou a ocupação em três fazendas no interior baiano neste domingo (23). Segundo a direção da entidade, as áreas são latifúndios [grandes extensões de terra] improdutivos, situados nos municípios de Guaratinga, na Costa do Descobrimento; em Jaguaquara, no Vale do Jiquiriçá; e em Juazeiro, no Sertão do São Francisco.
O MST reivindica a desapropriação dessas terras para fins de reforma agrária. Em Guaratinga, em torno de 118 famílias se estabeleceram na fazenda Mata Verde, onde já tinha sido ocupada. Já em Jaguaquara, cerca de 200 famílias estão na fazenda Jerusalém, e em Juazeiro, outras 200 ocupam uma área de quatro mil hectares na região do Salitre.
Os atos fazem parte da Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária cujo lema é “Contra a Fome e a Escravidão: por Terra, Democracia e Meio Ambiente”.
Membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) anunciaram a ocupação de fazendas em Jacobina, no Piemonte da Diamantina; e em Teixeira de Freitas, Caravelas e Mucuri, no Extremo Sul baiano. As ocupações tiveram início na última segunda-feira (27).
Em Jacobina, o grupo se mantém na fazenda Limoeiro, com área de 1,7 mil hectares, que estaria há mais de 15 anos sem cumprir a “função social”, como disse o movimento. À TV São Francisco, o proprietário da fazenda negou que o local esteja abandonado.
Já no Extremo Sul, as ocupações ocorrem em áreas da empresa Suzano Papel e Celulose. Ainda conforme o MST, o ato na região seria uma denúncia contra a monocultura de eucalipto na região, expandida pela companhia nos últimos 30 anos.
Foto: Reprodução / MST
O MST afirma que a empresa faz uso de agrotóxicos que prejudicam as poucas áreas cultivadas pela agricultura familiar. O fato também tem provocado êxodo rural e crise hídrica devido à contaminação dos solos e assoreamento dos rios. A Suzano é uma das maiores empresas de celulose e papel do mundo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Cláudio Villas Boas
"Iniciou esse contrato com a celebração do aditivo em 4 de junho de 25 agora, e a previsão contratual é que precisamos iniciar a construção da ponte em um ano após a assinatura desse contrato. Portanto, em junho de 26 iniciaríamos a construção. Logicamente, para isso, algumas etapas precisam ser desenvolvidas antes".
Disse o CEO do consórcio responsável pela ponte Salvador-Itaparica, Cláudio Villas Boas ao indicar que a data para o início da construção está marcada para junho de 2026.