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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) destinou, ao longo dos últimos dois anos, mais de R$ 1,8 milhão para a elaboração de projetos de restauro em cinco terreiros de matriz africana localizados na Bahia. Os recursos, viabilizados por meio do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), têm como objetivo subsidiar a preservação física e estrutural desses espaços considerados patrimônios culturais brasileiros.
Esses recursos, viabilizados por meio do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), têm como objetivo subsidiar a preservação física e estrutural desses espaços considerados patrimônios culturais brasileiros.
No estado da Bahia, os projetos contemplam cinco templos distribuídos em três municípios:
- Salvador: Terreiro da Casa Branca, Terreiro do Alaketo (Ilê Maroiá Láji) e Terreiro do Gantois;
- Itaparica: Terreiro Omo Ilê Agboulá;
- Cachoeira: Terreiro Ilê Axé Icimimo Aganju Didé.
Em Pernambuco, a iniciativa atende ao Memorial Ilê do Terreiro Obá Ogunté, situado no Sítio de Pai Adão, na capital Recife. Os projetos contratados estabelecem as diretrizes de arquitetura e engenharia necessárias para a execução de futuras obras de restauro.
O planejamento técnico visa garantir que as intervenções estruturais respeitem a arquitetura sagrada e as especificações religiosas tradicionais de cada comunidade.
De acordo com o presidente do Iphan, Deyvesson Gusmão, o investimento do Governo Federal funciona como uma medida de reparação histórica e de reconhecimento da herança cultural de matriz africana. "Esses espaços guardam saberes, memórias e tradições fundamentais para a formação da nossa identidade nacional", conta o gestor.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.