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Artigos

Éden Valadares
O Bonfim como bússola: Fé, democracia e o destino do Brasil em 2026
Foto: Divulgação

O Bonfim como bússola: Fé, democracia e o destino do Brasil em 2026

A Colina Sagrada, neste janeiro de 2026, volta a ser o epicentro de uma liturgia que ultrapassa o sagrado e mergulha profundamente no tecido político da nação. A caminhada de oito quilômetros que separa a Igreja da Conceição da Praia do adro do Bonfim não é apenas uma demonstração de fé sincrética, mas o primeiro grande ato de afirmação democrática de um ano que definirá os rumos do nosso projeto de país. 

Multimídia

André Fraga destaca importância da COP30 e explica papel do Brasil no debate climático global

André Fraga destaca importância da COP30 e explica papel do Brasil no debate climático global
O vereador André Fraga (PV), representante da pauta ambiental na Câmara Municipal de Salvador, afirmou que a COP30 representa uma oportunidade estratégica para o Brasil assumir um papel mais ativo no enfrentamento da crise climática global. A declaração foi feita durante entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

nobel

Em cartas a Jorge Amado, Saramago definiu Prêmio Nobel como ‘invenção diabólica’
Foto: Divulgação / Fudação José Saramago

A amizade transcontinental do baiano Jorge Amado e do português José Saramago está eternizada por meio das correspondências trocadas pelos dois poetas, e que chegam ao público através do livro "Com o Mar por Meio - Uma Amizade em Cartas" (Companhia das Letras), organizado por Bete Capinan. Pelas cartas e bilhetes trocados a partir de 1992 eles debatiam assuntos dos mais diversos, como atualidades, política, literatura e as especulações sobre prêmios como Camões e Nobel, este último considerado por Saramago uma “invenção diabólica”. Paloma Amado, filha de Jorge, revelou que todo mês de outubro a casa vivia a mesma tensão. "Papai foi indicado ao Nobel por 34 anos seguidos e a pressão e a cobrança em torno do prêmio era muito grande. Não da parte dele, mas dos outros. O clima pesava nas semanas que antecediam o anúncio por causa disso", contou Paloma à Folha de S. Paulo. Esta expectativa em torno destes concursos aparece nas cartas publicadas no livro. “Para dizer toda a verdade, devo convir que os 950 mil dólares do Nobel cairiam muito bem no bolso de um romancista português ou brasileiro, pobre de marré, marré", brincou Jorge Amado em uma correspondência de 1994, ano em que levou o Camões. "Não podemos viver como se a salvação de nossas duas pátrias dependesse de termos ou não prêmio Nobel. Mas como cairia bem esse dinheiro!...", respondeu Saramago, que venceu o Prêmio Camões, em 1995, e o Nobel de Literatura, em 1998.

Bob Dylan recebe Nobel de Literatura quatro meses após cerimônia oficial de entrega
Foto: AP Photo / Chris Pizzello

Com quase quatro meses após o anúncio do prêmio, o cantor Bob Dylan recebeu no último sábado (1), em Estocolmo, o Nobel de Literatura. O atraso ocorreu por que o artista não compareceu à cerimônia oficial de entrega dos diplomas e medalhas, no dia 10 de dezembro de 2016. A Academia Sueca tinha estipulado um prazo até 10 de junho para o artista aceitar o Nobel e receber oito milhões de coroas suecas (839 mil euros). O membro da Academia Horace Engdahl confirmou à TV pública sueca, SVT, que o músico recebeu o prêmio no último sábado.

Após pressão da Academia Sueca, Bob Dylan decide aceitar o prêmio Nobel de Literatura
Foto: Divulgação

Após a Academia Sueca dar um prazo para que Bob Dylan decidisse se receberia ou não o Nobel de Literatura (clique aqui), o cantor e compositor finalmente resolveu aceitar o prêmio. De acordo com informações publicadas no jornal O Globo, o artista, que viajará a Estocolmo para fazer shows neste fim de semana, aproveitará para visitar a sede da Academia Sueca, responsável por conceder a honraria. "A boa notícia é que a Academia Sueca e Bob Dylan decidiram se encontrar neste fim de semana", anunciou Sara Danius, secretária da organização. "A Academia vai entregar o certificado e a medalha do Nobel, e felicitá-lo pelo Prêmio Nobel de Literatura", concluiu.

Eduardo Mendoza fatura Prêmio Cervantes 2016, o Nobel da literatura hispânica
Foto: Reprodução / El Mundo
O escritor espanhol Eduardo Mendoza, de 73 anos, é vencedor do Prêmio Miguel de Cervantes, considerado o Nobel da literatura hispânica, deste ano. De acordo com informações da agência de notícias France Presse, o anuncio foi feito nesta quarta-feira (30) pelo ministro espanhol da Cultura, Iñigo Méndez de Vigo. Segundo Méndez, o autor de "Ciudad de los prodigios" foi agraciado com o prêmio por "sua literatura cheia de sutilezas e ironia". Ainda de acordo com a publicação, Mendoza, que também receberá 125 mil euros (cerca de R$ 448,4 mil), disse em entrevista à rádio “Cadena Cope” que se sente "bem e atônito" com a homenagem.
Bob Dylan comenta Nobel de Literatura pela primeira vez durante entrevista
Foto: Reprodução / Getty Images
O cantor e compositor Bob Dylan comentou nesta sexta-feira (28) pela primeira vez sua conquista do Nobel de Literatura, em entrevista ao jornal britânico "The Telegraph". De acordo com informações do portal G1, quando questionado sobre a possibilidade de comparecer à cerimônia de premiação, Dylan foi econômico. “Absolutamente. Se for possível", prometeu. O compositor também afirmou que, ao saber que tinha ganhado, achou "surpreendente, incrível”. “Quem sonharia com uma coisa dessas? É difícil de acreditar", afirmou o artista. Ao ser questionado se concorda com a afirmação da Academia Sueca de que suas canções estão no patamar da alta literatura, ele disse que sim, “de certa maneira”. “Algumas de minhas músicas - 'Blind Willie', 'The Ballad of Hollis Brown', 'Joey', 'A Hard Rain', 'Hurricane' e outras – têm um valor homérico [em referência ao poeta grego Homero, citado pela Academia ao justificar a premiação]”, opinou.
Silêncio de Bob Dylan sobre Nobel pode custar US$ 900 mil ao artista
Foto: Reprodução / Getty Images
O silêncio de Bob Dylan diante da conquista de um Nobel de Literatura, outorgado no último dia 13, pode lhe custar um cheque de 900 mil dólares ao cantor e compositor. De acordo com informações da agência de notícias Reuters, pelas regras do Nobel, o vencedor precisa fazer uma palestra sobre literatura dentro de seis meses para receber o valor. Vale ressaltar que Dylan será listado como vencedor independentemente do que fizer, mas que o pagamento prêmio é outro assunto. Dylan deverá dar a palestra sobre um tema “relevante para a obra para a qual o prêmio foi concedido” até seis meses após 10 de dezembro, data que marca o aniversário da morte do inventor da dinamite, Alfred Nobel. “É isso que pedimos em troca”, disse Jonna Petterson, porta-voz da Fundação Nobel, acrescentando que Dylan também poderia optar por dar um show em vez de uma palestra.
Bob Dylan reconhece Prêmio Nobel de Literatura através de seu site oficial
Foto: Reprodução / Getty Images
O cantor e compositor norte-americano Bob Dylan reconheceu seu prêmio Nobel de Literatura, anunciado na última terça-feira (13) pela Academia sueca, através do seu site oficial (acesse aqui). Na sessão “books” da página, foi acrescentado o subtítulo "Vencedor do prêmio Nobel de Literatura" ao texto que promove o novo livro de Dylan, “The Lyrics: 1961 – 2012”, que reúne mais de 50 anos de letras das suas canções. Contudo, vale salientar que a atitude não significa que o artista tenha necessariamente aceitado o prêmio ou que ele vá se pronunciar sobre o assunto no futuro. De acordo com informações do jornal O Estado de São Paulo, a Academia sueca acabou desistindo de se comunicar com o artista sobre a premiação após consecutivas tentativas fracassadas.
Estreante na Fliquinha, Carlinhos Brown apresenta projeto de consumo consciente
Foto: Ailma Teixeira / Bahia Notícias
Pela primeira vez na programação da Fliquinha, Carlinhos Brown participou de um "bate-papo musical" com crianças no Cine Theatro Cachoeirano, nesta sexta-feira (14). O músico apresentou o projeto "Paxuá e Paramim", idealizado por ele em parceria com a Coelba, que tem o objetivo de conscientizar o público infantil sobre o consumo de energia. "As crianças foram bem simpáticas, elas compreenderam, e essa utilização vai vir do dia a dia. O que a gente espera com isso é que crianças mestras possam intuir os seus pais também no consumo responsável, sobretudo em relação à energia", ressalta Brown.

 

Um vídeo publicado por FLICA (@flicaoficial) em

 
Lançado no último domingo (9), o projeto conta ainda com uma websérie com oito episódios de 60 segundos cada, revista em quadrinhos e um aplicativo para dispositivos móveis com dicas sobre o consumo consciente. Na oportunidade, a apresentação do projeto foi seguida por um show para as crianças, que Brown pretende apresentar em outros locais. "Quero voltar a Cachoeira e fazer esse concerto na praça", avisa. Para o músico, o fortalecimento da união entre a música e a literatura, como se pôde ver com o prêmio Nobel de Bob Dylan (saiba mais aqui), só valoriza o encontro entre as linguagens. "A poesia cantada, a poesia musicada está ganhando outros valores. Você está diante disso e, sabendo que nós podemos nos comunicar através da música e da literatura, isso nos fortalece muito e nos dá ênfase pra criar melhor", afirma. A programação da Fliquinha, nesta sexta (14), será encerrada com a segunda edição do bate-papo com o público e autora Roseana Murray.

Autor de clássico africano diz que daria Nobel a Jorge Amado: 'ele deu a mim o seu Brasil'
Escritor queniano Ngugi wa Thiong'o está participando da Flip. Foto: Divulg
Pela primeira vez na América do Sul para participar da 13ª Festa Literária de Paraty, a Flip, o escritor queniano Ngugi wa Thing’o foi só elogios a Jorge Amado e chegou a dizer que, no Brasil, daria um prêmio Nobel ao autor baiano. "Ele deu a mim o seu Brasil, ou seja, conseguiu me transmitir ao menos o Brasil dele, que é o que um escritor deve fazer", disse ao jornal El País. Autor de um clássico da literatura africana, o livro "Um grão de trigo", de 1967, mas só publicado no Brasil pela Alfaguara no final de 2014, Ngugi acredita que sua vinda para o país também está relacionada ao tema da colonização, que permeia toda sua obra. "Quando estou em Paraty, banhado pelas águas do oceano Atlântico, estou de frente para a África, especialmente para Angola. Muitos africanos vieram para cá contra a sua vontade, para participar da construção de cidades como essa. Mesmo andando nessas ruas de pedra, estou muito consciente dessa história de sangue", pontuou.
Romancista francês vence prêmio Nobel de Literatura 2014
Foto: Gallimard / AP
O romancista francês Patrick Modiano recebeu o prêmio Nobel de Literatura 2014, conforme anunciou, nesta quinta-feira (9), a Academia Sueca em Estocolmo. O prêmio foi concedido a este autor "pela arte da memória com a qual evocou os destinos humanos mais inatingíveis e revelou o mundo da ocupação nazista da França", indicou a Academia em um comunicado. O último francês a ganhar o Nobel de Literatura foi Jean-Marie Gustave Le Clézio, em 2008. Modiano centrou toda a sua obra na Paris da Segunda Guerra Mundial, descrevendo os acontecimentos desta época através de personagens comuns. O secretário-permanente da Academia Sueca, Peter Englund, indicou ante a televisão pública SVT que a instituição não conseguiu contactar o vencedor antes do anúncio. Englund disse que o autor francês é "alguém que escreveu muitos livros que fazem eco uns aos outros" e que falam de "memória, identidade e aspirações". Patrick Modiano sucede no prêmio a canadense anglófona Alice Munro, e receberá um prêmio de oito milhões de coroas suecas (US$1,1 milhão - ou R$ 2,6 milhões). Antes do anúncio, eram apontados como favoritos nomes como o queniano Ngugi wa Thiong'o, o japonês Haruki Murakami e a bielorrussa Svetlana Aleksijevitj. Com informações do Terra. 
Ganhadora de prêmio Nobel, sul-africana Nadine Gordimer morre aos 90 anos
Foto: AFP
A autora sul-africana Nadine Gordimer morreu nesta segunda-feira (14) enquanto dormia em casa, comunicou a família. Ela recebeu o prêmio Nobel de Literatura em 1991 por sua obra que retrata os prejuízos sociais do Apartheid, que foi lançado três anos antes do fim do regime. Em seus 15 romances, traduzidos para 40 línguas, ela opôs-se veementemente à desumanização dos negros. A nota enviada por familiares diz que a escritora “preocupava-se profundamente com a África do Sul, sua cultura, seu povo e a luta pelo estabelecimento de sua democracia recente”. Uma cerimônia privada deve ser anunciada nos próximos dias. 
Ilustrador brasileiro ganha 'Nobel' da literatura infantojuvenil
O Brasil tem se destacado na Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha (Itália), que acontece entre os dias 24 e 27 de março, não só por ser o homenageado desta edição, mas também por ser o país que consagrou o primeiro latino-americano como vencedor do Prêmio Hans Christian Andersen (HCA), na categoria ilustrador. Finalista pela terceira vez, esse ano foi a vez de o brasileiro Roger Mello vencer o HCA, considerado o “Nobel” da Literatura Infantil e Juvenil e concedido pela International Board on Books for Young People. Com ele, concorreram outros cinco ilustradores: Rotraut Susanne Berner, da Alemanha; John Burningham, do Reino Unido, Eva Lindström, da Suécia; François Place, da França; Øyvind Torseter, da Noruega.
Aqui no Brasil, Roger, que é de Brasília, já tem uma carreira consolidada, tendo ganhado o Jabuti nas categorias infantojuvenil e ilustração em 2010 com “Meninos do mangue” (Companhia das Letras).
 
Dentro da programação da Feira do Livro Infantil de Bolonha, que esse ano homenageia o Brasil, Roger Mello compõe ainda a lista dos 55 ilustradores brasileiros que integram a exposição “Brasil: Incontáveis Linhas, Incontáveis Histórias” e o catálogo que a acompanhará. A curadoria é da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil e da Fundação Biblioteca Nacional.
Baiano concorrerá ao prêmio Nobel de Literatura
O intelectual baiano Moniz Bandeira foi indicado para representar o Brasil na próxima edição do prêmio Nobel de Literatura. O nome de Moniz foi escolhido por provocação do comitê do prêmio Nobel para a União Brasileira de Escritores (Ube). A decisão da Ube recebeu apoio da Academia de Letras de Minas Gerais. Moniz é autor de mais 20 obras, de diversos temas. Com 78 anos, o autor atualmente mora na Alemanha e exerce o cargo de cônsul honorário do Brasil na cidade Heidelberg. Seus livros são adotados no curso de formação de diplomatas do Itamaraty, como formação do “Império Americano – Da guerra contra Espanha à guerra no Iraque”. O indicado recebeu a notícia com surpresa. A notícia da indicação chegou através do escritor Fábio Lucas, da Academia de Letras de Minas Gerais e de São Paulo, que também integra a direção da Ube, por e-mail.
Vencedor do Nobel, Dario Fo acusa Vaticano de 'censura'
Foto: Nicole Bengiveno/The New York Times
O escritor italiano Dario Fo, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, acusou de censura o Vaticano após a peça “Em Fuga do Senado”, escrita por sua mulher, não conseguir autorização para ser encenada em um teatro da Santa Sé. Baseado em um livro de Franca Rame, morta em maio, o texto fala de sua experiência política como membro do parlamento. "A Santa Sé não nos autoriza a levar adiante a representação do texto de Franca no Auditório da Conciliação. Declararam que não há palco para Dario Fo e Franca Rame", escreveu ele em carta enviada à imprensa italiana. "Como pode uma Igreja continuar com os obstrucionismos da Guerra Fria com os quais a Itália tem sofrido no último meio século, de novo com a censura e a proibição?". Para Fo, a decisão significa "lançar uma sombra sobre a o esplendor e a alegria com os quais o Papa Francisco vinha nos presenteando". Em resposta, o Vaticano disse que a gestão do Auditório da Conciliação não está ligada "nem direta nem indiretamente a sociedades que possuam ligação com o Vaticano".
Contista canadense Alice Munro conquista Nobel de Literatura 2013
A canadense Alice Munro, de 82 anos, foi anunciada na manhã desta quinta-feira (10) como a vencedora do Nobel de Literatura 2013. A escolha foi divulgada em um evento na cidade de Estocolmo, na Suécia. Alice Munro é a 13ª mulher a receber o Prêmio Nobel e foi caracterizada pelo secretário da Academia Sueca como "mestre do conto contemporâneo". Segundo o comitê da premiação, Munro é "aclamada por sua narrativa afinada, que é caracterizada pela clareza e pelo realismo psicológico". Aos 82 anos, ela anunciou recentemente em entrevista ao jornal “The New York Times” que decidiu parar de escrever para poder se dedicar à família e ter uma rotina “normal”.
 
A escritora nasceu em 1931, em Wingham, no Canadá. Ela é autora de diversos livros de contos, traduzidos para mais de dez idiomas. Entre os numerosos prêmios literários recebidos ao longo de sua carreira, destaca-se o Man Booker Prize, em 2009. Entre suas obras mais conhecidas estão "Fugitiva" (2006), "Felicidade demais" (2010) e "O amor de uma boa mulher" (2013).
 
Em 2012, o vencedor do Nobel de Literatura foi o chinês Mo Yan, que já havia ganhado diversos prêmios, entre eles o Newman para literatura chinesa em 2009 e, em 2011, o Mao Dun, que desde 1982 é entregue a escritores da China a cada quatro anos.
 
Abaixo, veja os vencedores do Nobel de Literatura dos últimos anos:
2012: Mo Yan (China)
2011: Tomas Tranströmer (Suécia)
2010: Mario Vargas Llosa (Peru)
2009: Herta Müller (Romênia)
2008: Jean-Marie Gustave Le Clézio (França)
2007: Doris Lessing (Reino Unido)
2006: Orhan Pamuk (Turquia)
2005: Harold Pinter (Reino Unido)
2004: Elfriede Jelinek (Áustria)
2003: John Coetzee (África do Sul)
Poeta irlandês e prêmio Nobel Seamus Heaney morre aos 74 anos
O poeta e dramaturgo irlandês Seamus Heaney, ganhador do prêmio Nobel de Literatura em 1995, morreu nesta sexta-feira (30) aos 74 anos em um hospital de Dublin. O anúncio foi feito pela família do escritor, a qual não revelou a doença que custou a vida do poeta. Heaney, nascido em 3 de abril de 1939 em uma família católica da Irlanda do Norte, havia recebido recentemente o diagnóstico de uma doença grave, segundo a emissora britânica "BBC".
 
Aclamado como o poeta irlandês mais destacado desde William Butler Yeats (1865-1939), Heaney publicou seu primeiro livro de poemas em 1966 ("Death of a Naturalist") e assinou diversas obras teatrais, como "The Cure at Troy" (1990) e "The Burial at Thebes" (2004).
 
Seus primeiros trabalhos o classificaram como nacionalista irlandês frente ao domínio britânico na Irlanda do Norte, por isso se mudou em 1972 à República da Irlanda e abriu sua poesia, centrada a princípio no ambiente rural, para temas mais universais. Mergulhado no simbolismo, no misterioso e no ambíguo, em 1975 Seamus Heaney voltou a lecionar, dando conferências por todo o mundo, chegando a dar aulas nas universidades norte-americanas de Berkeley (San Francisco) e de Harvard (Nova York). Na década de 1980, continuou dando aulas na cadeira de Poesia da Universidade de Oxford, no Reino Unido.
 
O livro "North" (1975), de grande peso na poesia universal, é considerado sua obra prima, criticando o derrotismo dos católicos irlandeses na Irlanda do Norte. Em 5 de outubro de 1995, a Academia Sueca lhe deu o Prêmio Nobel de Literatura que reconhecia "uma obra literária de beleza lírica e profundidade ética, que exalta os milagres de cada dia e o passado vivido".
 
Em 2011, Heaney doou seus documentos literários à Biblioteca Nacional da Irlanda, uma coleção que incluía manuscritos, uma grande quantidade de folhas soltas, textos datilografados, minutas e notas, entre outros. 
Escritor chinês Mo Yan vence Nobel de Literatura 2012
O chinês Mo Yan é o vencedor do Nobel de Literatura 2012. Durante o anúncio, feito na manhã desta quinta-feira (11), em Estocolmo, na Suécia, o comitê da premiação afirmou que Yan é um escritor que, "com realismo alucinatório funde contos populares, a história e o lado contemporâno". No Ocidente, o autor ficou conhecido pela obra que serviu de base para o filme "Sorgo vermelho", de 1987, dirigido por Yimou Zhang. No entanto, nenhuma publicação de Mo Yan foi editada no Brasil até o momento. Muitos de seus livros, entretanto, já ganharam versões na língua inglesa, como "The republic of wine: A novel", "Shifu: You'll do anything for a laugh" (adaptado para o cinema no filme "Happy Times", de 2000), "Big breasts & wide hips" e "Life and death are wearing me out". Seu trabalho mais recente é "Wa", de 2009. Sua obra também já foi vastamente publicada em francês e ainda em espanhol e alemão. O autor receberá 8 milhões de coroas suecas (cerca de US$ 1,2 milhão), a serem entregues pela Academia Sueca.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Diz o ditado que pra alguém sorrir, outro tem que chorar... E esse ditado tem é exemplo aqui na Bahia. Vale pra quem vai ter que dormir menos a partir de agora; pra quem está procurando seu lugar na eleição; e até para serviços pouco ortodoxos. Mas às vezes quem chora é a gente. Porque é cada coisa que nos obrigam a ver... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Otto Alencar

Otto Alencar
Foto: Roque de Sá/Agência Senado

"A única observação feita pelo senador foi que, historicamente, as chamadas chapas ‘puro-sangue’ não obtiveram êxito eleitoral".

 

Disse o senador Otto Alencar (PSD) ao criticar a possibilidade de formação de uma “chapa puro-sangue” do PT na Bahia e fez referência ao histórico eleitoral desse tipo de composição, citando as eleições de 2006, quando uma chapa majoritária ligada ao carlismo acabou derrotada.

Podcast

Projeto Prisma entrevista prefeito de Salvador Bruno Reis nesta segunda-feira

Projeto Prisma entrevista prefeito de Salvador Bruno Reis nesta segunda-feira
Abrindo a temporada de 2026, o Projeto Prisma entrevista, nesta segunda-feira (12), o prefeito de Salvador Bruno Reis (União). O programa é exibido ao vivo no YouTube do Bahia Notícias a partir das 16h.

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