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nicolas bosshardt
Nicolas Bosshardt, jogador do São Paulo, foi reintegrado pelo clube e voltou a treinar com a equipe nesta quinta-feira (13). O atleta estava sendo poupado desde o dia 4 de agosto, quando atropelou e matou um idoso de 84 anos em Barueri, Região Metropolitana de São Paulo.
“Preservado das atividades nos últimos dias, o lateral-esquerdo Nicolas voltou a treinar ao lado do grupo, participando de todas as etapas do trabalho”, informou o São Paulo por meio de comunicado.
Nicolas tem 19 anos e chegou a ser preso na noite do ocorrido, mas foi liberado sem o pagamento de fiança após audiência de custódia. O atleta ainda passará por julgamento, mas aguarda em liberdade e deverá cumprir medidas cautelares.
RELEMBRE O ACIDENTE
Na noite do dia 3 de agosto, o lateral-esquerdo Nicolas Bosshardt foi preso após atropelar e matar um homem de 84 anos. O acidente aconteceu quando o jovem de 19 anos saía de um shopping onde havia jantado com outros dois jogadores do Tricolor Paulista, o lateral Igor Felisberto e o atacante Ryan Francisco.
O jogador do São Paulo prestou socorro à vítima e foi detido após as autoridades chegarem ao local do acidente. Segundo o boletim de ocorrência, uma testemunha relatou que o jogador dirigia uma BMW e disputava um racha na via em que aconteceu a fatalidade. Os três jogadores do São Paulo, entretanto, negam a afirmação.
Em depoimento, Nicolas afirmou que o pedestre “atravessou repentinamente” a via e que ele não conseguiu evitar a colisão. O veículo e o celular do jogador foram apreendidos.
O lateral Nicolas Bosshardt, de 19 anos, jogador do São Paulo, foi colocado em liberdade provisória após passar por audiência de custódia nesta terça-feira (4). O atleta havia sido preso em flagrante depois de atropelar e matar Paulo Rodrigues, de 84 anos, na noite de segunda-feira (3), em Alphaville, distrito de Barueri, na Grande São Paulo.
Segundo o Tribunal de Justiça, Nicolas deverá cumprir medidas cautelares, como comparecimento mensal à Justiça para informar suas atividades, manter o endereço atualizado e comunicar previamente caso precise deixar a cidade onde reside por mais de oito dias. A decisão também determina a suspensão do direito de dirigir ou a proibição de obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) até nova deliberação judicial.
De acordo com a Polícia Civil, o caso foi registrado como participação em corrida ilegal ("racha"). O atropelamento ocorreu por volta das 21h53, na Alameda Rio Negro, em frente ao Shopping Iguatemi Alphaville, quando a vítima atravessava a via. O idoso chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos.
Conforme o boletim de ocorrência, uma testemunha relatou que Nicolas conduzia uma BMW em alta velocidade e disputava um "racha" com um Honda Civic branco momentos antes do acidente. O veículo do atleta e seu telefone celular foram apreendidos para perícia. Em depoimento, Nicolas e os jogadores Ryan Francisco e Igor Teixeira Felisberto, que o acompanhavam após um jantar, negaram participação em corrida ilegal e afirmaram que não houve consumo de bebidas alcoólicas.
O lateral também declarou à polícia que utiliza um aplicativo capaz de registrar o trajeto e a velocidade do veículo, indicando que trafegava a cerca de 50 km/h no momento do atropelamento. A investigação prossegue para esclarecer as circunstâncias do acidente e apurar se houve participação em disputa ilegal de velocidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.