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nega
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) publicou um vídeo em suas redes sociais nesta quinta-feira (04) para rebater as críticas que recebeu após sugerir a inclusão do sistema de pagamentos norte-americano Zelle em discussões bilaterais com os Estados Unidos. O ex-parlamentar negou que tenha defendido a substituição do Pix e acusou veículos de comunicação de distorcerem suas declarações.
“Jamais falei em substituir o pix! O Pix foi criado pelo meu pai, sem taxas, e assim deve permanecer”, escreveu Eduardo em sua publicação, classificando a repercussão do caso como uma "patifaria" em uma postagem. Confira sua fala abaixo:
?? VÍDEO: Eduardo Bolsonaro nega ter sugerido substituição do Pix por sistema americano
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 5, 2026
????????? Confira: pic.twitter.com/3V42PPHUks
A nova manifestação ocorre em meio a um histórico de relações tensas entre o clã Bolsonaro e a imprensa, frequentemente marcado por acusações mútuas de desinformação e divergências no enquadramento de declarações públicas. O próprio Eduardo foi desmentido sobre uma versão de que um jornalista "ligado ao PCC" rondou sua família. Após isso, o portal revelou que o jornalista apenas pediu uma entrevista, e foi negado.
E A FALA?
Em uma entrevista concedida ao canal TMC News, ao analisar possíveis estratégias de aproximação comercial com a futura gestão de Donald Trump, Eduardo Bolsonaro citou o Zelle, uma plataforma privada de transferências rápidas operada por um consórcio de bancos nos EUA. “Os Estados Unidos têm mecanismos muito semelhantes ao Pix, como, por exemplo, o Zelle, que é o Pix dos Estados Unidos. Aqui é o Zelle. Então, dá para você ir para uma mesa de negociação com os americanos”, sugeriu o ex-deputado na entrevista gravada.
A fala foi interpretada por adversários políticos e críticos como uma abertura para a substituição ou facilitação de plataformas estrangeiras no mercado nacional, afinal o deputado sugere como uma possibilidade de negociação. A aspa que deflagrou reações imediatas da base governista. Na prática, ele propõe o uso do sistema como um instrumento de negociação e, logo em seguida, reforça que o Pix foi criado durante a gestão de seu pai.
Reveja a fala debatida abaixo:
Pediu sim!
— Lucas Sena (@lucsena2568) June 4, 2026
Eduardo Bolsonaro comemorou quando Trump tarifou o Brasil e ontem sugeriu que o Pix pode entrar numa negociação com os Estados Unidos com o Zelle
Bolsonaros Inimigos do Pix pic.twitter.com/gnXokZpxNa
PIX É DO BOLSONARO?
De modo simples, não. Aos fatos: o Pix foi lançado oficialmente em novembro de 2020, durante o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro. No entanto, o histórico de desenvolvimento da ferramenta mostra uma construção que atravessou diferentes governos, seja Dilma, Temer e do próprio Bolsonaro. O Banco Central (BC) já desmentiu o ex-deputado cassado.
A primeira manifestação oficial sobre a necessidade de "soluções que permitam, a baixo custo, pagamentos de varejo em tempo real e ininterruptos" ocorreu em 2014, sob a gestão de Dilma Rousseff. O projeto começou a ser elaborado tecnicamente pelo corpo de servidores do Banco Central em maio de 2018, ainda no governo de Michel Temer, conforme registrado no Relatório de Vigilância do Sistema de Pagamentos Brasileiro.
Na Portaria n.º 97.909, de maio de 2018, instituída pelo BC, foi criado o grupo de trabalho destinado a "contribuir para a construção de um ecossistema de pagamentos instantâneos competitivo, eficiente, seguro e inclusivo". O nome "Pix" ainda não era utilizado, mas as bases operacionais do sistema já estavam definidas naquele documento.
"A infraestrutura centralizada de liquidação será operada pelo Banco Central do Brasil e estará disponível 24 horas por dia, sete dias por semana e em todos os dias do ano. As transações serão liquidadas uma a uma, no momento em que a ordem de liquidação for aceita pela infraestrutura", determina a portaria.
Confira abaixo:
Registro da decisão que mostra a formação do grupo antes mesmo do governo Bolsonaro | Foto: Reprodução / DOU
De acordo com o Banco Central, esse grupo de trabalho para pagamentos instantâneos (GT-PI) representou "a primeira etapa para o desenvolvimento dos pagamentos instantâneos no Brasil". O debate foi aberto a partes interessadas e recebeu contribuições de mais de 130 participantes do setor.
A partir de outubro de 2019, já sob o governo de Jair Bolsonaro, teve início o desenvolvimento da infraestrutura tecnológica da ferramenta. A marca "Pix" foi lançada oficialmente em fevereiro de 2020. Segundo o Banco Central, o nome "é baseado em tecnologia, transação e pixel, e representa a transposição dos limites do sistema financeiro, a comunicação entre os agentes de mercado e a solidez do pixel".
Em outubro de 2020, um mês antes do lançamento oficial do sistema, o então presidente Jair Bolsonaro demonstrou desconhecer o meio de pagamento ao ser parabenizado por um apoiador na saída do Palácio da Alvorada. Na ocasião, Bolsonaro confundiu a ferramenta com medidas de desburocratização na aviação civil.
Ao ser informado pelo cidadão de que se tratava de um novo sistema de transferências financeiras criado pelo Banco Central, o então presidente respondeu: "Não tomei conhecimento, vou conversar esta semana com o [então presidente do BC] Roberto Campos".
O episódio recente expôs novamente a sensibilidade política em torno do Pix, uma ferramenta de alta aprovação popular cuja autoria histórica é disputada por diferentes correntes políticas de campanhas para as eleições de 2026, com distorções de membros ou ex-membros da política nacional sobre a inovação tecnológica.
Foto ilustrativa: Reprodução / Agência Brasil
O Palácio do Planalto reagiu de forma indireta ao caso. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou contra o que chamou de "complexo de vira-lata", defendendo a valorização das tecnologias desenvolvidas no país. Na mesma linha, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, declarou que o Brasil não iria "ceder o Pix para empresas americanas", enquanto o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, classificou a sugestão como "entreguista". O PDT também emitiu nota alertando para possíveis riscos à soberania nacional.
Em contrapartida, o senador Flávio Bolsonaro (PL), irmão de Eduardo, buscou blindar sua pré-campanha para 2026. Alvo de críticas nas redes sociais por conta de discussões sobre tarifas comerciais norte-americanas, Flávio posou com um cartaz com os dizeres "O Pix é do Brasil. E do Bolsonaro", enfatizando o papel do governo do pai na implementação da plataforma. Aliados do senador também reforçaram que a opinião emitida por Eduardo na entrevista, de caráter pessoal, não reflete o posicionamento oficial da campanha.
Um grupo de moradores denunciou, nesta segunda (25), o uso de um terreno próximo ao Jardim da Saudade II para o enterro indiscriminado de pessoas e animais em Ipiaú, no Médio Rio de Contas. Segundo testemunhas da região, o terreno reservado para sepultamentos convencionais estaria sendo utilizado para o enterro de bezerros e cavalos de moradores da cidade.
O terreno, recentemente adaptado para velar os falecidos do município, começou a ser utilizado após a administração do Jardim da Saudade II, conhecido localmente como “Cemitério Novo”, anunciar o esgotamento de terrenos de sepultura no local. Rodeado por cercas de arame farpado, o local é apontado por moradores como uma “terra de ninguém”, tratado como um terreno fora da jurisdição do cemitério.
Procurado pelo Bahia Notícias, o secretário de Planejamento Urbano, Barros Nasser, garantiu que o terreno está em processo de reforma para um uso apropriado da população. Segundo ele, a prefeitura expediu licitações para a construção de jazigos (gavetas) e muros que fossem dignos da cidade de Ipiaú.
O secretário também garantiu que as ocorrências seriam falaciosas e que o cemitério conta com uma equipe de vigilância pronta para evitar qualquer tipo de violação ao terreno sagrado do Jardim da Saudade II.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva julgou improcedente, nesta sexta-feira (22), o pedido do Santos para anular a partida contra o Coritiba, válida pelo Campeonato Brasileiro. O confronto, disputado no último domingo (17), na Neo Química Arena, terminou com vitória do time paranaense por 3 a 0.
O clube paulista alegava ter sido prejudicado por um erro na substituição envolvendo Neymar e Robinho Jr. Segundo o Santos, o lateral Gonzalo Escobar deveria ter deixado o campo, informação que, de acordo com o recurso apresentado, constava na papeleta oficial da CBF exibida pelo camisa 10 durante a transmissão da partida.
Durante o julgamento, o auditor Marcelo Augusto Bellizze afirmou que a rejeição do pedido não elimina a responsabilidade da equipe de arbitragem pelo equívoco registrado no lance. Foram citados o árbitro Paulo Cesar Zanovelli da Silva, os assistentes Nailton Junior de Sousa Oliveira e Luis Carlos de Franca Costa, além do quarto árbitro Bruno Mota Correia.
Apesar da decisão desfavorável, o STJD elogiou a condução jurídica do caso por parte do Santos. O presidente do tribunal, Luis Otávio Veríssimo Teixeira, ressaltou a relevância da discussão levantada pelo clube e declarou que a arbitragem deveria ter corrigido o erro relacionado à substituição do camisa 10.
A Justiça do Rio de Janeiro rejeitou o pedido do Botafogo associativo para incluir John Textor como réu em um processo que tramita sob segredo de Justiça na 23ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). A decisão foi proferida pelo juiz Marcelo Mondego de Carvalho Lima, da 2ª Vara Empresarial.
Além da inclusão de Textor no polo passivo, o clube social havia solicitado que a Eagle Bidco prestasse caução no valor de R$155,4 milhões e que fosse nomeado um interventor judicial para administrar a SAF do Botafogo. Todos os requerimentos foram negados.
Na decisão, o magistrado entendeu que não há necessidade de caução por parte da Eagle Bidco, detentora de 90% das ações da SAF, nem justificativa para responsabilizar Textor como pessoa física no processo. “A Eagle Bidco é proprietária de 90% das ações do Botafogo, e, portanto, pode ser dispensada da caução prevista no art. 83, do Código de Processo Civil. Não se verifica, neste momento, necessidade de inclusão do Sr. John Textor no polo passivo da demanda, considerando que este já preside a SAF Botafogo, e, como gestor, não deverá responder como pessoa física, tão pouco perante a arbitragem, por não ser aderente”, afirmou o juiz.
Em manifestação apresentada à Justiça em fevereiro, a Eagle Bidco declarou que Textor teria “sequestrado” a gestão da SAF do Botafogo com a conivência do clube social. No mesmo documento, a empresa pediu o indeferimento de três solicitações do associativo: a inclusão do dirigente americano como réu, o ressarcimento de cerca de R$155 milhões e a nomeação de um interventor judicial.
Após ser acusado no Twitter de ter cometido diversos assédios, inclusive com menores de idade (relembre aqui), o ator americano Chris D’Elia se pronunciou e negou que tivesse cometido tais atos anos atrás.
Em uma nota enviada ao portal Deadline, o integrante da série “You” afirmou que pode ter dito e feito “coisas que podem ter ofendido as pessoas durante a carreira”, mas, logo em seguida, afirmou que nunca perseguiu “conscientemente mulheres menores de idade em nenhum momento”.
“Todos os meus relacionamentos foram legais e consensuais e nunca conheci ou troquei fotos inapropriadas com pessoas que twittaram sobre mim”, continuou D’Elia, que também é conhecido por trabalhos com stand-up comedy.
Ao final do comunicado, ele disse “sentir muito” e falou que “era um cara burro”, que absolutamente se deixava levar pelo seu próprio estilo de vida.
“A culpa é minha. Eu assumo. Estou refletindo sobre isso há algum tempo e prometo que continuarei a melhorar”, completou o ator, que na segunda temporada da série “You” interpretou o pedófilo Henderson.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, nesta quinta-feira (21), o ator e apresentador Mário Frias negou que já estivesse no comando da Secretaria Especial de Cultura, após a saída de Regina Duarte. No registro, ele esclareceu que a mídia vem apontando que ele já está no cargo, mas que tudo depende da decisão final do presidente Jair Bolsonaro.
“Quero esclarecer que estão divulgando algumas notas na imprensa dizendo que eu já assumi a Secretaria de Cultura. Isso não é verdade. O que aconteceu foi que eu tive a oportunidade passar esses dois últimos dias junto com o presidente Jair Bolsonaro, que já me enche de orgulho e esperança. Existe essa possibilidade real, mas só quem pode divulgar e assinar é o presidente”, disse em um trecho.
Apesar de Frias ainda não ter assumido a pasta de fato, o ex-secretário especial de Cultura da gestão Bolsonaro, Henrique Pires, recomendou em entrevista a Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, que o ator tenha ciência de onde ele “está se sentando”, que “não basta ter prestígio social” e sim “argumentação técnica” e que Mário “é mais um candidato para interpretar um papel de uma peça que já não está mais em cartaz” (relembre aqui).
Confira:
Acusado de estupro mais uma vez, o cineasta franco-polonês Roman Polanski negou a nova acusação. Seu advogado, Hervé Temime, disse que ele rejeita a autoria do crime "com a maior firmeza". "Estamos trabalhando em ações legais para responder a esta publicação", informou o defensor, nesse domingo.
Segundo informações do G1, o cineasta "não participará do tribunal midiático". Nesta semana, ele estreia seu novo longa-metragem,Polanski nega nova acusação de estupro feita por fotógrafa "Eu Acuso"
A acusação veio à tona na última sexta-feira (8) quando a fotógrafa e ex-modelo Monnier, que já atuou em filmes do diretor, revelou que ele a agrediu e estuprou em 1975, na Suíça. Na época, ela tinha 18 anos de idade.
O depoimento de Monnier se soma ao de outras mulheres que acusaram o diretor nos últimos cinco anos. Um caso emblemático culminou no indiciamento de Polanski há 40 anos. Em 1977, ele foi detido acusado de ter drogado e estuprado a adolescente Samantha Gailey, de 13 anos, durante uma fotorreportagem na mansão de Jack Nicholson, em Hollywood.
No tribunal, naquele ano, ela contou que ele lhe deu um sedativo antes de transar com ela. Primeiramente, o diretor foi condenado e declarou inocência, mas, para evitar um julgamento público, assumiu que teve relações sexuais com a menor e firmou um acordo com a família da menina.
A Justiça americana ainda tenta prendê-lo em viagens pelo exterior, mas países como a França e a Polônia negam a extradição do cineasta. Desde o julgamento, ele não pisa em solo americano.
Acionada para testemunhar à Justiça, Katy Perry negou ter sido estuprada pelo produtor Dr. Luke. De acordo com informações da Variety, a declaração acontece no âmbito de um processo de difamação movido por ele contra Kesha, que, segundo o produtor, espalhou boatos a seu respeito em mensagens enviadas a Lady Gaga, em 2016. Segundo a publicação, em um dos trechos do depoimento, quando questionada pelo promotor sobre ter sido agredida sexualmente por Dr. Luke ela afirmou que “absolutamente não”. Ela disse ainda que jamais teve qualquer relação sexual com o produtor.
A briga travada entre Dr. Luke e Kesha teve inicio em 2014, quando ela o processou e o acusou de tê-la drogado e estuprado, além de ter cometido abuso emocional. Ele nega todas as acusações.
Com a notícia de que teria convidado Pabllo Vittar para uma parceria, a rapper Azealia Banks negou o feito. Ainda assim, ela deixou a possibilidade aberta. "Eu não me lembro de ter convidado oficialmente pra uma colaboração, mas eu estou dentro se Pabllo estiver", comentou Azealia no Instagram Stories.
De acordo com o blog Gente Boa, de O Globo, Leocádio Rezende afirmou que Pabllo tem sido procurada por muitos artistas. "Muita gente tem vindo atrás dela, inclusive a Azealia Banks, que é incrível, mas ficamos preocupados", contou Rezende, que é DJ oficial da drag queen. A preocupação, de acordo o blog, se deve à postura polêmica de Azealia, que teria assumido atitudes homofóbicas. Em resposta, Azealia disse que "definitivamente não é homofóbica" e que essa imagem é "culpa dos garotos gays" que a ensinaram piadas ruins. "Eu tive que aprender do jeito difícil que eu não devo repeti-las", justificou.
Depois de "Sua Cara" com Anitta e Major Lazer, Pabllo tem mais uma parceria internacional confirmada. O nome ainda está em segredo, mas, de acordo com Rezende, "é com uma americana".
Depois que a atriz e cantora Björk revelou ter sido assediada por um diretor dinamarquês durante as filmagens de um filme, a acusação recaiu sobre Lars von Trier. Em nome do cineasta, seu parceiro comercial Peter Aalbaek negou o assédio. "Tanto quanto eu lembro, fomos vítimas. Essa mulher era mais forte do que Lars von Trier e eu e nossa companhia juntos", retrucou em entrevista ao jornal dinamarquês.
O cineasta dirigiu "Dançando no Escuro" (2000), que foi protagonizado por Björk. No relato publicado no domingo (15), no Facebook, a islandesa disse que quando houve o assédio, ela desviou e foi castigada pelo diretor, que instigou na equipe a imagem de que ela era a pessoa "difícil" no estúdio (saiba mais aqui). Primeiro trabalho de Björk no cinema, mesmo com os prêmios e indicações conquistadas, ela prometeu nunca mais voltar a atuar depois do longa-metragem.
Após o Bahia Notícias noticiar a contratação de uma consultoria no valor de R$ 90 mil, sem licitação, para acompanhar as obras da Sala do Coro do Teatro Castro Alves (clique aqui), a assessoria do TCA disse ser falsa a afirmação de que a direção do teatro não teria um posicionamento sobre a contratação por inexigibilidade. “Conforme previsto em lei, serviços de consultoria não exigem licitação. Consultorias são prestadas justamente por pessoas com notória especialização e pela virtude da confiabilidade. O currículo do profissional contratado cumpre os pré-requisitos com todos os méritos, e o valor investido está de acordo com suas competências, as práticas do mercado e o tempo do contrato”, diz a nota oficial. O posicionamento do TCA vem semanas após o início do processo de apuração da matéria, no qual, além do BN requerer informações sobre o estágio das obras de requalificação do TCA, também buscava as justificativas que credenciam o arquiteto Yoanny Rodriguez Calvo para acompanhar os trabalhos na Sala do Coro. As solicitações ficaram registradas em e-mail enviado às assessorias do TCA e às secretarias de Comunicação e Cultura (clique aqui). Segundo assessoria da Secult, o Estudio America - escritório de arquitetura paulista que realizou o projeto de requalificação do TCA - teria sido o responsável por indicar o profissional, por ele ser “a única pessoa de confiança da empresa”. Apesar do arquiteto Lucas Fehr, sócio do estúdio, negar que a contratação ocorreu por indicação da empresa, o TCA informou que o “Estúdio América consolidou uma procuração em nome deste profissional [Yoanny Calvo], dando-lhe autorização para executar esta etapa técnica do serviço em consonância com o projeto vencedor do Concurso Público Nacional de Anteprojetos Arquitetônicos para Requalificação e Ampliação do Complexo TCA”. A nota do TCA diz ainda que todos os processos têm respaldo da Procuradoria Geral do Estado da Bahia (PGE-BA).
O vocalista do grupo O Rappa, Marcelo Falcão, foi a público neste domingo (20) para contestar as notícias de que teria sofrido um infarto. “Queria deixar esclarecidas umas mentiras que rolaram por aí. Não teve nada de infarto, fãs, amigos, e todo mundo que eu conheço. O Hospital Samaritano e o Vitória, que me trataram igual um filho, têm um laudo lá e o laudo é indisposição”, disse o músico, justificando o mal estar pelo cansaço e a agenda atribulada. “Muitos dias em estúdio, muitos dias na estrada o tempo todo trabalhando, porque eu gosto de trabalhar, é uma coisa da minha pessoa, amo trabalhar”, explicou, disparando contra o colunista Leo Dias, que havia publicado a notícia de que o artista teria sofrido um infarto. “E aí uns 'Blebleu Dias' da vida aí botou (sic) que eu tive infarto. Maior mentira, maior mentira! Se o laudo estava escrito indisposição, porque botou infarto? Mentiroso! Então, assim, coisa feia pra assustar uns fãs. Nossos fãs são sinistros, eles colam, e é só deixar eles tranquilos, que eles colam”, acrescentou Falcão, que descartou qualquer gravidade em seu quadro e confirmou as próximas apresentações do O Rappa, dentre elas os shows na Bahia: Itabuna, dia 25 de agosto; Vitória da Conquista, dia 26, e o de Salvador, dia 2 e setembro. “Não teve nada dessa história, foi uma indisposição, eu estava precisando descansar mesmo um tempo, então eu queria dizer pra vocês que eu amo vocês. Brigado pelo carinho, brigado por tudo, e não acredite em historinha!”, reiterou. “Não acreditem nessas histórias não, que é pra vender revista! Tá?”, disparou, mandando ainda uma mensagem irônica aos críticos. “E pra essas pessoas que gostam de falar mal de mim ou da banda, etc. e tal, falando mal da música, no caso, eu desejo uma boa noite pra eles e fiquem com Deus”, disse ele, enquadrando a imagem da camisa, a qual estampa um dedo em riste.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.