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O ex-jogador de basquete Jason Collins morreu nesta terça-feira (12), aos 47 anos, após cerca de oito meses de tratamento contra um tumor cerebral. A informação foi confirmada pela NBA em comunicados oficiais divulgados pela liga.
Collins foi diagnosticado em setembro do ano passado com glioblastoma em estágio 4, considerado uma das formas mais agressivas de câncer cerebral, por causa do crescimento rápido e da capacidade de infiltração no tecido do cérebro.
A morte do ex-pivô ocorreu no mesmo dia em que também foi confirmado o falecimento de Brandon Clarke, do Memphis Grizzlies, anunciado por seu agente nas redes sociais. Os dois foram homenageados antes do quinto jogo da semifinal entre San Antonio Spurs e Minnesota Timberwolves, no Frost Bank Center. A cerimônia teve um minuto de silêncio e imagens dos atletas exibidas nos telões da arena.
Jason Collins disputou 13 temporadas na NBA e entrou para a história da liga também fora das quadras. Ele foi o primeiro jogador assumidamente gay da competição, se tornando para muitos um símbolo de representatividade no esporte profissional dos Estados Unidos.
Selecionado na 18ª posição do Draft de 2001 pelo Houston Rockets, Collins construiu carreira sólida como pivô na NBA. Ele atuou principalmente pelo Brooklyn Nets, franquia que defendeu por oito anos, e também passou por Atlanta Hawks, Boston Celtics, Memphis Grizzlies, Minnesota Timberwolves e Washington Wizards.
Após se aposentar, em novembro de 2014, Collins seguiu ligado à liga como embaixador da NBA, com atuação em iniciativas institucionais e sociais, incluindo o NBA Cares.
A família do ex-jogador divulgou uma nota por meio da liga. Leia abaixo na íntegra:
"Estamos de coração partido em compartilhar que Jason Collins, nosso amado marido, filho, irmão e tio, faleceu após uma valente luta contra o glioblastoma. Jason mudou vidas de maneiras inesperadas e foi uma inspiração para todos que o conheceram e para aqueles que o admiravam de longe. Somos gratos pela enorme demonstração de amor e orações ao longo dos últimos oito meses e pelo excepcional atendimento médico que Jason recebeu de seus médicos e enfermeiros. Nossa família sentirá profundamente sua falta", diz a nota.
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Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.