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O Museu do Louvre, em Paris, na França, foi fechado neste sábado (14) depois de uma ameaça de bomba por escrito. Segundo a Agência France Press (AFP), a direção do museu publicou uma nota com a afirmação: “o Louvre recebeu uma mensagem escrita afirmando que havia um risco para o museu e para os seus visitantes”, disse uma porta-voz do local.
“Decidimos esvaziá-lo e fechá-lo durante o dia, enquanto fazemos as verificações necessárias”, completou. A direção do museu deve reembolsar as pessoas que tinham agendado visitas.
Um dos mais prestigiados museus do mundo, o Louvre abriga obras como a Mona Lisa, a Venus de Milo e a Balsa da Medusa. Por dia passam pelo local de 30 mil a 40 mil visitantes. Ao tomar conhecimento do caso, o presidente francês, Emmanuel Macron, ordenou a mobilização de sete mil soldados para aumentar as patrulhas de segurança nos principais centros das cidades e pontos turísticos da França.
Autoridades francesas declararam estado de alerta de segurança máximo nesta sexta-feira (13). O fato ocorreu após um jovem, de 20 anos, esfaquear e matar um professor e feriu gravemente outras duas pessoas em uma escola na cidade de Arras, no norte do país.
Ainda nesta sexta, o ministro do interior da França, Gerald Darmanin, disse que o ataque de Arras está associado aos acontecimentos no Oriente Médio, onde Israel e Hamas estão em conflito há uma semana.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.