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mulheres achadas mortas
A Justiça converteu em preventiva a prisão em flagrante de Jonas Souza Santos, suspeito de matar e ocultar os corpos das amigas Tamara Trindade da Silva, de 28 anos, e Mayane Coelho Brandão, de 20. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada no último sábado (4).
Segundo o G1, os corpos das vítimas foram encontrados na quinta-feira (2), em uma área de mata de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). As duas mulheres estavam desaparecidas havia uma semana. Conforme o delegado Jader Oliveira, responsável pelo caso, Jonas confessou o crime em depoimento prestado na quinta.
Ele relatou ter mantido um relacionamento amoroso com uma das vítimas, que teria furtado uma quantia em dinheiro, valor que não foi revelado. O suspeito afirmou que, ao reencontrar a ex-companheira, decidiu cobrar a dívida, o que gerou uma discussão e terminou com as agressões fatais.
Segundo o depoimento, as mulheres foram mortas com golpes de faca e machado. Ainda conforme o delegado, os assassinatos ocorreram em 25 de setembro, no bairro Cia II. As duas foram vistas vivas pela última vez durante a madrugada do mesmo dia. A motocicleta de Tamara Trindade, que havia desaparecido com as vítimas, foi encontrada na sexta-feira (3).
O veículo estava submerso em um lago às margens de uma rodovia da cidade, onde foi jogado para ocultar provas, segundo o delegado. Outro homem apontado como cúmplice é procurado pela polícia.
Tamara trabalhava como atendente em um Centro de Referência de Assistência Social (Cras), em Salvador, e não tinha filhos. Já Mayane estava desempregada e era mãe de uma menina. As duas eram amigas há quatro anos e costumavam passar o dia juntas. Os corpos das vítimas foram sepultados na manhã da sexta, em Simões Filho.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".