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mulher condenada
Uma mulher acusada de tentar matar outra por ciúmes foi condenada a 3 anos e 4 meses de prisão em regime aberto. O julgamento ocorreu nesta terça-feira (10) em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo.
Segundo o Blog do Valente, parceiro do Bahia Notícias, a ré, Rafaela Jesus dos Santos, foi levada a júri popular após denúncia do Ministério Público da Bahia (MP-BA) por tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil contra Luana dos Santos Souza. O crime aconteceu na manhã do dia 23 de maio de 2024, no bairro Alto Santo Antônio.
De acordo com a denúncia, Rafaela chegou ao local de trabalho da vítima em um mototáxi e iniciou uma discussão ao se aproximar dela, chamando-a de “vagabunda”. Em seguida, entrou no estabelecimento e passou a agredir Luana com mordidas, puxões de cabelo e socos.
Durante a agressão, Rafaela ainda sacou uma faca do tipo peixeira e desferiu golpes que atingiram o ombro, a mão e a perna da vítima. Ao final do julgamento, o Tribunal do Júri condenou a acusada a 3 anos e 4 meses de prisão.
Como a pena ficou abaixo de quatro anos e a ré já cumpriu quase dois anos de prisão, a Justiça determinou o cumprimento da pena em regime aberto.
À Rádio Clube, o juiz responsável pela sentença, César Augusto Carvalho Figueiredo, explicou que embora a pena inicial foi fixada em oito anos, mas sofreu reduções previstas em lei. O magistrado também frisou que a confissão da ré foi considerada no cálculo da pena.
“Nós fixamos a pena base de 8 anos, posteriormente reduzimos por conta da confissão da ré e, por último, tivemos que diminuir porque a lei prevê que quando o crime não se consuma a pena é menor do que a prevista para o crime consumado”, detalhou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.