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O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) pediu o arquivamento das investigações do caso do cão Orelha, após concluir que o animal não foi vítima de supostas agressões atribuídas a adolescentes.
Em nota divulgada na tarde desta terça-feira (12), o órgão informou que a morte do cachorro está associada a uma “condição grave e preexistente”.
A apuração indicou que os adolescentes inicialmente citados como suspeitos não estiveram com o animal na orla da Praia Brava, em Florianópolis, no mesmo período em que teriam ocorrido os fatos.
A linha do tempo havia sido construída a partir de imagens de videomonitoramento público e câmeras de segurança privadas. No entanto, segundo o MP, as gravações do sistema de um condomínio apresentavam um adiantamento de 30 minutos. “Essa diferença de horário é nitidamente perceptível pelas condições de luminosidade solar”, diz a nota.
As investigações também não localizaram registros da presença do cão na orla da Praia Brava no momento indicado inicialmente, embora testemunhas tenham relatado o contrário em depoimentos colhidos pela polícia.
O Ministério Público concluiu que, no período em que um dos adolescentes estava no local, o cão Orelha encontrava-se a cerca de 600 metros de distância.
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"A pergunta que cabe é a seguinte: por que você pediria para reservar um apartamento num prédio em construção se fosse para corrupção? Por que eu não ia pegar um apartamento novo pronto?”
Disse o senador Jaques Wagner (PT) ao classificar como “nebulosa” a situação envolvendo a suposta doação de um apartamento em Salvador que é investigada pela Polícia Federal (PF). O parlamentar, alvo da Operação Compliance Zero, afirmou que a negociação envolvendo o imóvel em construção tinha como objetivo presentear a filha e negou qualquer relação com corrupção.